Médica demonstra despreparo e falta de empatia com criança doente em UPA, negando acolhimento e exigindo silêncio absoluto.

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São Paulo - SP
02/06/2026 às 20:40
ID: 250392243
Levei meu filho de 1 ano e 3 meses hoje ao Hospital Campo Limpo (UPA), pois ele está com bronquite aguda. Realizamos o raio-x e fui orientada pela enfermagem a colocar o exame na porta da médica e aguardar em frente à sala, pois ela me chamaria. Foi exatamente o que fiz.
Coloquei um desenho para meu filho assistir. Ele é um bebê de 1 ano, estava no hospital desde às 15h30, cansado e irritado. Não estava chorando, mas gritando e brincando, como qualquer criança nessa situação. Nesse momento, uma médica chamada Dra. Vallery, que estava atendendo no consultório 4, saiu da sala, revirou os olhos e comentou algo com um dos funcionários que presta suporte no local. Logo depois, eles vieram até mim acompanhados de dois seguranças, perguntaram o nome do meu filho e pediram que eu aguardasse do lado de fora, na recepção.
Percebi imediatamente que a médica havia reclamado do meu filho e questionei: Por que a Dra. está incomodada?. Ela respondeu: Estou, sim. O que considero um absurdo, afinal, ela trabalha em um hospital e sabe que crianças pequenas podem ficar agitadas, principalmente em situações de doença e espera prolongada.
Como se não bastasse, ela perguntou quem estava atendendo o Henri, foi até o consultório da outra médica e pediu que chamassem meu filho logo, porque queria silêncio. A partir daí começou toda a discussão, com seguranças insistindo para que eu aguardasse do lado de fora. Eu me recusei, pois não sairia dali porque uma profissional agiu com deboche, despreparo e falta de empatia.
Os próprios pacientes que aguardavam atendimento ficaram ao meu lado, alguns inclusive comentando que, se ela deseja silêncio absoluto e não quer lidar com crianças, deveria trabalhar em um consultório particular e não em uma UPA.
Solicitei o nome completo da médica, mas todos se recusaram a informar. Só consegui identificar o primeiro nome porque uma moça, que presenciou toda a situação, entrou no consultório e verificou. Eu estava com meu bebê no colo, nervosa e chorando diante de toda aquela humilhação.
Também solicitei a ouvidoria do hospital e fui informada de que a unidade não possui uma, o que considero extremamente preocupante.
Quero um retorno com o nome completo e CRM da profissional. Faço questão de levar isso adiante pelo meu filho e pela forma desumana como fomos tratados. Uma criança de 1 ano doente merece acolhimento, não constrangimento.
Evitei apenas os termos ofensivos no final para deixar o texto mais forte, objetivo e profissional caso você vá usar como reclamação formal.