Exigência abusiva de R$ 60 mil pós-contrato, [Editado pelo Reclame Aqui] e cobrança indevida

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Poços de Caldas - MG
17/07/2026 às 15:07
ID: 254187119
No dia 22 de junho de 2026, contratamos a empresa Premium Soluções Financeiras Ltda (CNPJ *****) para nos representar em uma ação de revisão de juros abusivos contra o Banco Bradesco. Efetuamos o pagamento do valor acordado de R$ 7.489,37 (parcelado em 12x no cartão de crédito), sob a garantia absoluta de que este seria o único valor cobrado e de que haveria 100% de garantia do serviço ou o dinheiro de volta. A propaganda e a postura inicial foram completamente [Editado pelo Reclame Aqui]. Imediatamente após receberem o nosso dinheiro, a postura da empresa mudou drasticamente: passaram a exigir o pagamento absurdo de R$ 60.000,00 (sessenta mil reais) sob o pretexto de "caução para realização de perícia", exigindo que o valor fosse creditado diretamente na conta da própria Premium. Ao verificarmos o processo judicial que eles abriram (N *****), constatamos que a ação está em fase inicial, sequer houve a citação do banco réu e não existe nenhuma determinação judicial de perícia, muito menos nesses valores astronômicos. Trata-se de uma clara subversão do rito legal para tentar [Editado pelo Reclame Aqui] mais dinheiro do cliente. Ao informarmos que não possuíamos esse limite no cartão e que não pagaríamos, fomos [Editado pelo Reclame Aqui] por prepostos da empresa, afirmando que caso desistíssemos, a própria Premium entraria com ações contra nós para gerar altos valores de sucumbência. Além disso, cometeram erros graves cruzando dados desconexos em notificações. Diante da flagrante quebra de boa-fé, práticas comerciais abusivas violando o CDC, enviamos no dia 16/07/2026 a Notificação Extrajudicial de Rescisão Contratual por Justo Motivo e Revogação Imediata de Procuração (assinada digitalmente via gov.br). Exigimos publicamente o estorno e cancelamento integral do valor de R$ 7.489,37 junto à operadora do cartão de crédito. Já acionamos o Nubank/Mastercard por desacordo comercial e [Editado pelo Reclame Aqui], bem como o Procon Municipal. Caso o estorno não seja processado imediatamente, daremos andamento às medidas cabíveis na Delegacia de [Editado pelo Reclame Aqui] Contra o Consumidor e junto ao Ministério Público