Troca de animais e [Editado pelo Reclame Aqui] sem guia em clínica veterinária, gerando susto e desconforto aos clientes.

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Taboão da Serra - SP
17/05/2026 às 00:25
ID: 248863809
Troca de animais e [Editado pelo Reclame Aqui] sem guia. Ao chegar com minha gata para iniciar o atendimento de castração, observei um [Editado pelo Reclame Aqui] solto em um recinto atrás de uma porta de vidro - no instante seguinte, o [Editado pelo Reclame Aqui] por pouco não escapa, devido ao fato de que o veterinário abriu a porta de vidro com o [Editado pelo Reclame Aqui] que não estava preso no recinto, sem guia, que somente não escapou para a área em que eu estava sozinha com a minha gata pois o veterinário puxou o animal pela coleira (que, de novo, NÃO possuia guia). Tal fato pode ser facilmente comprovado pela câmera do próprio estabelecimento. Após esse susto, minha gata foi chamada para atendimento e realizou o processo de castração. Ao final do procedimento, minha mãe, a qual concedi mandato [Editado pelo Reclame Aqui], [Editado pelo Reclame Aqui] E POR [Editado pelo Reclame Aqui] para me representar no consultório, foi buscar minha gata. Mandato concedido e que não foi contestado pelo consultório. Inicialmente, ao chegar na recepção, ela confirmou o nome do animal (confirmado pela própria recepcionista o nome [Editado pelo Reclame Aqui] da gata) e foi orientada a aguardar. Minutos depois, lhe foi oferido um animal [Editado pelo Reclame Aqui] da minha gata (novamente, a câmera comprova a troca). SIM, o consultório (que possui [Editado pelo Reclame Aqui] pelo gato internado) estava entregando um animal diferente ao responsável (mais uma vez, minha mãe era responsável pela gata, possuindo mandato expresso para atuar em minha representação). Ao questionar onde estaria a gata correta, o veterinário (aquele que quase soltou o [Editado pelo Reclame Aqui]) apareceu na recepção e, em tom de voz alto, pressionou uma senhora idosa dizendo diversas vezes, na frente de outros clientes, que não liberaria a gata, pois minha mãe não sabia reconhecer quem ela era. Me ligou e me induzindo ao erro, disse que minha mãe não reconhecia NENHUM dos gatos, o que não confere com a realidade, inclusive pois se ela não reconhecesse o animal conforme alegaram, ela teria levado o primeiro animal que lhe foi oferecido. O dito profissional, inclusive, ressaltou que não deveria comparar a troca da gata com uma troca de bebês em maternidade. Acredito que o veterinário, o qual supostamente deveria ser o primeiro na fila da defesa animal, desconhece a Lei n 15.392/2026, a qual reconhece que animais são seres sencientes e compartilham vínculos afetivos. Imagino que, com essa fala, o veterinário ache NORMAL trocar os animais na clínica, possibilitando que um gato seja retirado de seu lar e colocado em outro. Assim como na primeira situação, esse outro infeliz fato pode ser comprovado pelas câmeras e também pelos clientes que testemunharam. Novamente reitero que o estabelecimento, assim como o veterinário responsável pelo animal, possuem responsabilidade civil pelo cuidado e [Editado pelo Reclame Aqui] IDENTIFICAÇÃO dos animais internados, não cabendo ao cliente a tarefa de reconhecimento.