Psicólogos de Plantão cobram antecipadamente, mas atrasam atendimentos, desmarcam e suspendem o serviço sem indicar outro profissional para dar continuidade ao serviço assumido

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Salvador - BA

11/01/2025 às 23:29

ID: 207011929

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No meu primeiro atendimento, agradeci à psicóloga do Psicólogos de Plantão por me atender em dezembro, pois tive uma péssima experiência com meu psicólogo anterior.

Expliquei a ela que ele exigiu que eu pagasse a mensalidade de dezembro antes de me dizer que tiraria quinze dias de recesso e não me ressarciria pelos atendimentos pagos, mesmo não sendo feriado naqueles dias. Ainda lhe disse sobre o impacto negativo que tive no meu bem-estar ao ser enganada pelo meu próprio psicólogo, que nem sequer me perguntou como seria para mim ficar sem atendimento naquele período. Expressei minha indignação para ela por ele se manter irredutível nos quinze dias de recesso e ainda me constranger com uma história de que todo mundo me paga pelo meu recesso porque sou autônomo e não tenho décimo terceiro - quando ele sabe que eu sou autônoma, não tenho décimo terceiro e ganho menos do que ele. Não preciso nem entrar no mérito do art. 4, inciso a, do Código de Ética Profissional, que diz para levar em conta as condições do usuário na fixação de honorários.

No meu segundo atendimento, ela se atrasou e, em vez de se desculpar, me disse para ficar tranquila que ela estenderia o atendimento até mais tarde, sem se interessar em saber se eu tinha disponibilidade para ficar no atendimento até mais tarde.

No meu terceiro atendimento, ela me contactou durante o fim de semana para trocar meu horário para um horário que eu não tenho disponível.

Expliquei para ela que entendo que os psicólogos cobrem pelas consultas antecipadamente para evitar as desmarcações dos clientes, mas não entendo quando eles cobram antecipadamente e eles mesmos fazem as desmarcações que, teoricamente, justificam a cobrança antecipada.

Na minha opinião, se é pra desmarcar, eles deveriam voltar a cobrar pelo serviço prestado APÓS a prestação do serviço, como se faz em qualquer prestação de serviço que não envolva compra de material para sua execução.

Ela respondeu que seria, apenas, uma troca de horário, e não uma desmarcação - sem considerar que uma troca de horário envolve desmarcação e remarcação, e que eu lhe disse que não tinha disponibilidade no horário que ela queria.

Para piorar, além de dizer que eu estou errada, porque ela acha que fez uma troca de horário e não uma desmarcação, ela suspendeu o atendimento, sem sugerir um profissional que possa dar continuidade ao serviço que ela assumiu, como dispõe o Código de Ética Profissional, no art. 1, inciso k.

A quebra da relação de confiança é clara para qualquer especialista em direito do consumidor, mas a psicóloga deve achar que eu estou exagerando. A pergunta que fica é: Como podemos confiar novamente nos profissionais de Psicologia depois de tudo isso?

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Consideração final do consumidor

15/03/2025 às 15:32

Péssima experiência.

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