Absurdo no atendimento da ProntVet: Demora, imperícia, agressão verbal e retenção de exames

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São Paulo - SP

19/06/2026 às 18:31

ID: 251872873

Absurdo e negligência no atendimento: Demora excessiva, imperícia, agressão verbal e omissão da ProntVet!
Gostaria de deixar registrado o meu profundo repúdio, indignação e um alerta urgente a todos os tutores de pets: não confiem a vida dos seus filhos de quatro patas à clínica ProntVet. O que vivenciei com a minha paciente, JADE, foi um cenário de total desorganização, grosseria, desrespeito e falha gravíssima na prestação de serviço.
Diferente da versão fantasiosa e corporativista que a clínica tenta sustentar para se blindar, a realidade dentro daquele estabelecimento foi desesperadora.
1. Demora Injustificada e Desorganização (Falso Pronto Atendimento):
Chegamos à unidade em busca de socorro urgente. A clínica se justifica sob o pretexto de "priorização de emergências", mas o que houve foi um claro abandono e negligência no fluxo assistencial. Jade foi deixada em segundo plano, esperando horas a fio em um ambiente caótico. Se a paciente precisava de internação (como eles mesmos diagnosticaram depois), como alegam no prontuário que ela estava "estável" apenas para justificar o chá de cadeira que nos deram? Houve evidente falha na gestão do tempo de espera e descaso com o sofrimento do animal.
2. Imperícia Técnica e Sofrimento Animal:
No momento de realizar um procedimento rotineiro como a obtenção de acesso venoso, a equipe demonstrou uma gritante falta de preparo. Foram múltiplas tentativas de punção falhas, submetendo a Jade a um estresse, dor e sofrimento físico completamente desnecessários. Isso não é "característica individual do paciente", é nítida falta de perícia técnica no momento da execução.
3. Agressão Verbal e Hostilidade da Funcionária:
Para piorar o cenário de horror, ao manifestar minha óbvia preocupação com o sofrimento da Jade durante o erro no procedimento, fui agredida verbalmente por uma colaboradora da clínica. Fui tratada com extrema rispidez, grosseria e desrespeito em um momento em que eu já estava fragilizada. A ProntVet tentou mascarar essa conduta abusiva em seus e-mails formais, chamando a agressão de "solicitação para o ambiente permanecer tranquilo". Um verdadeiro escárnio e uma ofensa à minha inteligência! O histórico funcional dessa funcionária não apaga o comportamento hostil e antiprofissional que ela teve comigo.
4. Retenção de Exames e Falta de Transparência:
Ao decidir retirar a Jade daquele lugar, sofri com a retenção de informações. Não me entregaram o laudo oficial e as imagens do exame ultrassonográfico de imediato, sob a desculpa de "fluxos do convênio". Tentar repassar apenas "anotações preliminares" no papel de encaminhamento é uma clara sonegação de informações em tempo hábil, o que colocou em risco a continuidade do tratamento da Jade em outra instituição de verdade. Eu tinha o direito de sair dali com todos os exames em mãos!
5. Omissão da Gerência e Recusa de Internação por Falta de Confiança:
A gerência da unidade só apareceu após muita insistência e cobrança. Não houve acolhimento real, apenas desculpas proforma e evasivas que não resolveram nada. A clínica tem a audácia de dizer que recusei a internação da Jade, mas omite o motivo: eu recusei porque eles perderam completamente a minha confiança! Seria uma total imprudência e irresponsabilidade da minha parte deixar a minha paciente internada em um lugar que a machucou e onde fui destratada. E a afirmação de que saí de lá "cordial e agradecendo" é uma mentira lavada para tentar limpar a barra da recepção; eu saí às pressas para salvar a vida da minha pet e tirá-la daquele ambiente hostil.
Já registrei denúncia formal nos órgãos de defesa do consumidor e exijo publicamente que a ProntVet preserve e forneça a auditoria dos horários do sistema e as imagens do circuito interno de monitoramento, que vão provar o tempo que ficamos abandonadas e a agressão verbal que sofri.
Fica aqui o meu alerta: a ProntVet tenta se defender com palavras bonitas e termos técnicos em e-mails, mas o atendimento na ponta é negligente, violento e despreparado. Se você ama o seu pet, procure um hospital que tenha o mínimo de empatia, respeito e competência técnica. Exijo soluções e retratação real!

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Resposta da empresa

23/06/2026 às 14:35

Prezada Sra. Sandra,

A ProntVet lamenta sua insatisfação e reafirma seu compromisso com a qualidade assistencial, a ética profissional e a transparência no atendimento aos pacientes e seus responsáveis.

Em respeito aos fatos efetivamente registrados durante o atendimento da paciente Jade, esclarecemos inicialmente que não procede a alegação de retenção de exames ou informações.

O exame ultrassonográfico mencionado em sua manifestação foi realizado por profissional e serviço de diagnóstico credenciados junto à operadora do convênio. A ProntVet apenas disponibiliza a estrutura física necessária para a realização do procedimento, porém não é responsável pela emissão, elaboração ou liberação dos respectivos laudos e imagens, podendo você formalizar esta insatisfação ao profissional juntamente a rede do seu convenio. A disponibilização dos resultados segue os fluxos operacionais e prazos estabelecidos pelo prestador responsável e pela operadora do plano, circunstância devidamente informada durante o atendimento.

Também não procede a alegação de contradição entre a estabilidade clínica da paciente e a recomendação de internação.

Conforme os registros médicos, a paciente apresentava histórico de êmese iniciada dias antes da consulta, havia sido submetida recentemente a procedimento cirúrgico em outro estabelecimento, encontrava-se sob uso de diversas medicações e necessitou de avaliação clínica, exames complementares, fluidoterapia e monitoramento durante sua permanência na unidade.

A medicina veterinária reconhece que um paciente pode apresentar parâmetros clínicos estáveis no momento da avaliação e, ainda assim, demandar internação para observação contínua, monitoramento da evolução clínica, administração de medicamentos e prevenção de agravamentos. A recomendação de internação não pressupõe, necessariamente, que o paciente esteja em risco iminente de [Editado pelo Reclame Aqui] naquele exato momento.

Por esse motivo, não existe qualquer incompatibilidade entre a informação de que a paciente não apresentava risco imediato de óbito durante a avaliação e a recomendação médica de internação para continuidade do tratamento. Trata-se de condutas complementares e compatíveis com a boa prática veterinária.

Importante destacar que todos os procedimentos autorizados foram realizados, incluindo consulta médica veterinária, exames complementares, fluidoterapia, administração de medicações e monitoramento clínico, permanecendo a paciente assistida durante todo o período em que esteve na unidade.

A recomendação de internação foi formalmente apresentada pela médica responsável em razão do quadro clínico observado, tendo sido posteriormente recusada pela responsável, mediante documentação regularmente formalizada.

A ProntVet respeita integralmente o direito de manifestação de seus clientes e permanece à disposição das autoridades competentes para prestar todos os esclarecimentos necessários. Contudo, ressalta que acusações de negligência, imperícia, agressão, maus-tratos ou outras condutas ilícitas, quando desacompanhadas de comprovação, podem ensejar a adoção das medidas legais cabíveis para resguardar a honra, a imagem e a reputação da instituição e de seus colaboradores e assim será feito.

Atenciosamente,
Equipe ProntVet

Réplica do consumidor

23/06/2026 às 15:30

É lamentável e vergonhoso ver que a ProntVet prefere se blindar atrás de uma resposta padrão e corporativa a assumir os erros graves cometidos por sua equipe no atendimento da Jade. Vocês tentam me pintar como [Editado pelo Reclame Aqui] para proteger a imagem da instituição, mas os fatos e o sofrimento da minha pet aconteceram dentro da estrutura de vocês.
Vamos aos fatos reais, que vocês tentam distorcer:
Omissão de exames e laudos: É muito fácil empurrar a responsabilidade para os "profissionais credenciados" do convênio para se esquivarem da culpa. O fato é que eu saí do estabelecimento sem as informações e sem os resultados, e fui avisada de que só ficariam prontos depôs de 48h depois que eu já tinha indo embora por WhatsApp . Como consumidora e tutora, a minha relação de atendimento e a entrega do serviço era com a estrutura de vocês.
O sofrimento na sala de medicação: Vocês citam "fluidoterapia e monitoramento" em tom de protocolo perfeito, mas omitem o calvário que a Jade passou. Várias pessoas da equipe tentaram, sem sucesso, pegar o acesso venoso de uma cadela que já havia chegado fragilizada, com quadro de vômito e precisando de remédios para dor pós-cirúrgica. Onde está a "qualidade assistencial" e a "ética" nisso?
Agressão verbal e desrespeito: O ponto mais absurdo e inaceitável foi a conduta de uma funcionária de vocês que, em plena sala de medicação, mandou-me calar a boca pois ela estava trabalhando . Eu pago convênio, exijo um tratamento digno e jamais aceitarei ser tratada de forma desrespeitosa por profissionais que deveriam acolher e cuidar. Nem no serviço público se aceita esse tipo de humilhação.
Contradições médicas: Vocês afirmam que não há incompatibilidade entre "ausência de risco imediato de óbito" e a " recomendação de internação". A verdade é que a postura da equipe foi empurrar uma internação desnecessária enquanto falhavam no básico: dar o suporte de analgesia e o respeito que a tutora e a paciente mereciam no momento do sofrimento.
Vocês encerram a resposta em tom de ameaça jurídica, falando em "resguardar a honra e reputação" e sugerindo medidas legais contra mim por expor a verdade. Pois bem, quem faz questão de provar a verdade e exigir dignidade sou eu.
Quando solicitei as imagens das câmeras de segurança da recepção e da sala de medicação para provar o erro da equipe e o abuso verbal que sofri, vocês me disseram que só forneceriam com um processo. Se vocês estivessem tão seguros de que a minha reclamação "não procede", por que esconder as filmagens? Quem não deve, não teme.
Vou buscar os meus direitos por vias judiciais, pelo CRMV e pelo PROCON. As câmeras de vocês que registraram a imperícia no acesso da Jade e a funcionária me mandando calar a boca serão exibidas em juízo. Passar por cima da dignidade de um cliente e tentar abafar o erro chamando o consumidor de [Editado pelo Reclame Aqui] é o fundo do poço para qualquer hospital veterinário.
Exijo a liberação imediata do prontuário médico completo da Jade e a preservação de todas as imagens do circuito interno do dia do atendimento.

Consideração final do consumidor

23/06/2026 às 15:36

Como tutora, o meu maior compromisso é proteger quem não tem voz: a minha pet, Jade. Por isso, faço questão de vir a público relatar o atendimento desumano, péssimo e desrespeitoso que recebemos no hospital ProntVet, para que outros tutores fiquem alertas.
A Jade deu entrada no hospital fragilizada, com quadro de vômito e necessitando de medicação na veia para aliviar as dores de uma cirurgia recente. O que deveria ter sido um momento de socorro e acolhimento se transformou em um pesadelo:
Falta de preparo técnico: Presenciei várias pessoas da equipe batendo cabeça e tentando, de forma sucessiva e atrapalhada, pegar o acesso venoso na Jade, prolongando o sofrimento de um animal que já sentia dor.
Agressão verbal e humilhação: Ao questionar e acompanhar o procedimento, fui desrespeitada da pior forma possível. Uma funcionária, dentro da sala de medicação, teve a audácia de me mandar calar a boca. Eu pago convênio, exijo dignidade e não aceito esse tipo de tratamento abusivo em lugar nenhum, muito menos onde eu deveria receber suporte.
Falta de transparência: Fomos embora sem os resultados e laudos dos exames realizados no momento da saída, sob a justificativa de que só ficariam prontos depois.
Inversão de culpa: Ao formalizar a minha insatisfação, a postura do hospital foi fria, corporativa e covarde. Em uma resposta pública, tentaram distorcer os fatos e me pintar como [Editado pelo Reclame Aqui].
O mais grave: quando exigi as imagens das câmeras de segurança da recepção e da sala de medicação para provar a agressão verbal que sofri e a conduta da equipe, o hospital se recusou a fornecer, alegando que só farão isso mediante processo judicial. Quem não deve, não esconde as provas. Se o atendimento foi correto, por que esconder as filmagens?
Não vou me calar. Já estou tomando todas as providências cabíveis junto ao CRMV (Conselho Regional de Medicina Veterinária), ao PROCON e acionando as vias judiciais para que essas imagens sejam exibidas e a verdade apareça.
Deixo aqui o meu alerta a todos os tutores de São Paulo: exijam respeito, fiscalizem cada agulhada dada nos seus filhos de quatro patas e não aceitem o descaso disfarçado de protocolo médico. A Jade merecia cuidado, e eu merecia respeito.

O problema foi resolvido?

Reclamação não resolvida

Não resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

0

Consideração final da empresa

24/06/2026 às 12:16

Sra. Sandra,

Após sucessivas manifestações públicas e administrativas sobre este caso, a ProntVet reitera que todas as informações já foram devidamente esclarecidas com base em prontuário, registros assistenciais, documentos clínicos e demais elementos relacionados ao atendimento da paciente Jade.

Os fatos objetivos demonstram que a paciente recebeu consulta médica veterinária, fluidoterapia, medicações, exames laboratoriais, ultrassonografia abdominal, monitoramento clínico e avaliação médica completa durante sua permanência na unidade. Os registros também demonstram que o acesso venoso foi obtido, possibilitando a administração da medicação intravenosa prescrita, sendo posteriormente perdido, situação que pode ocorrer mesmo quando o procedimento é realizado adequadamente, especialmente em pacientes desidratados, condição inclusive mencionada pela própria tutora.

Cumpre esclarecer que a paciente Jade não foi classificada pela equipe médica como caso de risco iminente de [Editado pelo Reclame Aqui] ou emergência crítica no momento da avaliação, conforme demonstram seus parâmetros clínicos, exame físico e estado geral registrados em prontuário. Tal circunstância, contudo, não afasta a indicação de internação, uma vez que se tratam de conceitos médicos distintos. Pacientes clinicamente estáveis podem necessitar de internação para monitoramento contínuo, administração de medicamentos intravenosos, suporte terapêutico e acompanhamento da evolução clínica.

Durante a permanência da paciente na unidade, ingressaram casos classificados como emergências de maior gravidade, incluindo pacientes com risco concreto à vida, motivo pelo qual receberam prioridade assistencial, em conformidade com os protocolos de classificação de risco adotados pelo serviço de pronto atendimento veterinário.

Isso não significou qualquer interrupção, abandono ou negativa de assistência à paciente Jade. Ao contrário, ela permaneceu sob acompanhamento da equipe durante todo o período em que esteve na unidade, recebendo os atendimentos, exames e tratamentos autorizados.

Em razão do histórico cirúrgico recente realizado em outro estabelecimento, dos episódios persistentes de êmese, dos achados ultrassonográficos compatíveis com colite e lama biliar e da necessidade de monitoramento contínuo e medicações intravenosas, foi formalmente recomendada a internação hospitalar da paciente. Tal recomendação médica foi recusada pela própria responsável, mediante formalização documental arquivada pela instituição.

Também é importante destacar que a própria reclamante, em outras oportunidades e canais de comunicação, reconheceu e elogiou o atendimento prestado por diversos membros da equipe médica e assistencial, concentrando sua insatisfação em uma única colaboradora envolvida em momento específico do atendimento. Ainda assim, o hospital apurou internamente a situação relatada e baseada exclusivamente nesta reclamação adotou as medidas administrativas cabíveis.

A ProntVet não identificou qualquer evidência de negligência, imperícia, maus-tratos, agressão ou falha assistencial capaz de sustentar as graves acusações que vêm sendo reiteradamente divulgadas pela reclamante.

Diante da escalada das acusações, da imputação pública de condutas ilícitas a profissionais da instituição e das reiteradas alegações incompatíveis com os registros clínicos e administrativos existentes, o hospital informa que o caso foi formalmente encaminhado ao seu departamento jurídico para análise e adoção das medidas cabíveis destinadas à proteção da imagem, da honra e da reputação da instituição e de seus colaboradores.

Por esse motivo, considerando que todos os esclarecimentos pertinentes já foram prestados, a ProntVet considera encerradas suas manifestações públicas sobre o caso, permanecendo à disposição exclusivamente dos órgãos competentes para apresentação da documentação necessária e para quaisquer esclarecimentos que venham a ser formalmente requisitados.

Por fim, esclarecemos que o prontuário médico da paciente constitui direito da responsável legal e sempre esteve disponível mediante ******* pelos canais competentes. O envio da documentação após sua ******* via e-mail na data de hoje, reafirmando seu compromisso com a transparência e o acesso às informações relacionadas ao atendimento prestado.

Atenciosamente,
Equipe ProntVet