Cobrança indevida e mau atendimento em emergência pediátrica: Hospital ProntoBaby nega atendimento ortopédico e rasga documento de paciente.

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Rio de Janeiro - RJ

06/05/2026 às 09:32

ID: 247850391

No dia 04/05/2026, às 21h26, cheguei ao atendimento de emergência pediátrica do Hospital ProntoBaby com meu filho, devido à suspeita que posteriormente foi confirmada de fratura em um dos dedos da mão direita.
Logo na chegada, recebi a senha (em anexo) de um profissional que aparentava ser terceirizado da área de segurança, deixando claro que ele não tem qualquer responsabilidade pelo que ocorreu depois. Após um longo tempo de espera, fui chamado ao guichê 1 apenas para entregar o documento do meu filho e a carteirinha do plano de saúde, sendo orientado a aguardar novamente. Em nenhum momento me foi perguntado o motivo da ida à emergência, o que já achei estranho, considerando tratar-se de um atendimento pediátrico de urgência.
Depois de mais um período considerável de espera, meu filho foi chamado para a classificação de risco, momento em que finalmente perguntaram o motivo do atendimento e realizaram os procedimentos básicos de triagem, como verificação de temperatura e pressão. Mais uma vez, voltamos a aguardar.
Algum tempo depois, fui chamado novamente ao guichê 1 para receber de volta os documentos e assinar as guias de autorização do plano de saúde, sendo orientado, mais uma vez, a aguardar o chamado médico.
Por volta das 23h, ou seja, uma hora e meia após a retirada da senha, sem qualquer atendimento realizado, retornei por iniciativa própria ao guichê 1 para questionar se o atendimento ortopédico ocorreria junto ao clínico. Foi somente nesse momento e apenas porque perguntei que fui informado de que não havia médico ortopedista de plantão na emergência daquela unidade. A funcionária explicou que o atendimento seria inicialmente feito por um pediatra e que, caso fosse necessária a avaliação ortopédica, o tempo de espera para a chegada do ortopedista poderia variar entre 2 e 3 horas.
Ressalto que essa informação só me foi passada porque fui ao guichê questionar, após já ter aguardado por um longo período, enquanto meu filho sentia muita dor por estar, de fato, com o dedo quebrado. Diante disso, procurei outro hospital nas proximidades que realizasse atendimento emergencial ortopédico.
A funcionária do guichê 1 já não estava mais no local. Dirigi-me então ao funcionário ao lado, solicitando o cancelamento do atendimento e a devolução das guias de autorização que eu havia assinado. Inicialmente, esse funcionário se recusou a devolver os documentos. Somente após minha insistência, ele me entregou as cópias dos documentos do meu filho e apenas uma das guias assinadas.
Ao exigir a devolução de um outro documento que também havia assinado, o funcionário se recusou novamente. Esclareci que ele não poderia manter em posse um documento assinado por mim, já que o atendimento não seria realizado. De forma extremamente ríspida e hostil, o funcionário simplesmente rasgou o documento na frente de todos os pacientes que aguardavam atendimento, causando um constrangimento enorme para mim e, principalmente, para o meu filho, que já estava abalado e com dor.
Enquanto aguardava o carro de aplicativo para nos levar a outro hospital, o administrador da unidade chegou e o funcionário passou a relatar uma versão distorcida dos fatos, aumentando ainda mais o constrangimento. Diante disso, me dirigi ao administrador e expliquei o que realmente havia acontecido. Infelizmente, ele não tomou nenhuma providência, não fez qualquer intervenção e sequer apresentou um pedido de desculpas, limitando-se a ouvir passivamente os relatos.
Após uma hora e meia aguardando por um atendimento que jamais aconteceria, com meu filho sentindo dor intensa, fui obrigado a deixar a unidade às 23h e procurar outro hospital, onde fomos prontamente atendidos. Em menos de uma hora, meu filho já estava medicado e com a mão devidamente imobilizada.
Diante de tudo isso, exijo, no mínimo, um pedido formal de desculpas, bem como a comprovação de que a autorização do atendimento foi efetivamente cancelada junto ao meu plano de saúde. Destaco que, enquanto ainda aguardava atendimento no hospital, recebi uma notificação do plano informando que o atendimento havia sido autorizado, porém em nenhum momento fui informado sobre o cancelamento dessa autorização. Não aceitarei, sob hipótese alguma, pagar coparticipação ou qualquer outro valor por um atendimento que não existiu e que, caso tivesse ocorrido, ainda assim teria sido claramente inadequado e precário, uma vez que não seria realizado por um médico ortopedista, como a situação do meu filho exigia. Por fim, reforço a necessidade de que providências concretas sejam tomadas, para que outros pais e, principalmente, outras crianças não passem por uma experiência tão desorganizada, constrangedora e emocionalmente desgastante, somando sofrimento psicológico a um quadro de dor física em um momento de emergência.

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Resposta da empresa

06/05/2026 às 16:04

Prezado, SrAndre Luis Moreira Paredes
Recebemos a sua reclamação e direcionados o caso para averiguação do setor responsável. Em breve, retomaremos o contato.

Att.
Grupo Prontobaby

Consideração final do consumidor

26/05/2026 às 08:08

Péssimo atendimento! Só procurem esse hospital com seus filhos em último caso.

O problema foi resolvido?

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Não resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

1