Fomos enganados prática abusiva da empresa e prazo absurdo para devolução (exigimos solução imediata)

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São Paulo - SP
13/04/2026 às 08:13
ID: 245776967
Título: Fomos enganados prática abusiva da empresa e prazo absurdo para devolução (exigimos solução imediata)
No dia 27/02/2026, eu e meu esposo fomos até um ponto de atendimento onde nos foi apresentada uma oportunidade de consórcio com carta contemplada pelo Consórcio Reserva.
O que nos foi vendido não foi apenas um produto, foi um sonho. Confiamos nas informações passadas, onde nos foi garantido parcelas no valor de R$ 1.637,00, com início apenas em 20/05/2026, mediante um lance de R$ 30.890,00.
Acreditamos, nos organizamos e realizamos o pagamento.
Para nossa revolta e decepção, recebemos uma cobrança completamente diferente do que foi prometido: uma parcela de aproximadamente R$ 3.400,00, com vencimento antecipado para 20/04/2026.
Isso não é um simples erro isolado. Isso demonstra uma falta grave de transparência e respeito com o consumidor.
Após buscar informações, identificamos diversos relatos semelhantes, com o mesmo tipo de situação envolvendo a empresa, o que reforça que não se trata de um caso pontual, mas sim de uma prática recorrente.
Nos sentimos enganados, frustrados e profundamente decepcionados. Não estamos falando apenas de valores estamos falando de planejamento, esforço e de um sonho que foi comprometido.
Diante disso, solicitamos o cancelamento. Entendemos que possam existir taxas administrativas contratuais, porém o maior absurdo veio na sequência: fomos informados de que a devolução dos valores pagos só ocorrerá ao final do grupo, previsto para 2043.
2043.
É inaceitável que uma empresa retenha valores pagos em um contrato cancelado praticamente no início, ainda mais diante de uma situação com claros indícios de irregularidade, e imponha ao consumidor uma espera de quase 20 anos para reaver seu próprio dinheiro.
Deixamos claro:
Não aceitamos esse prazo abusivo.
Exigimos:
- A devolução dos valores pagos de forma imediata ou em prazo razoável
- Correção monetária
- Uma solução justa e coerente com a situação
Caso não haja resolução, tomaremos todas as medidas cabíveis junto aos órgãos de defesa do consumidor e também na esfera judicial.
Nosso sonho foi abalado, mas não nossa disposição de buscar justiça.