Cobrança indevida e juros abusivos por parte da Principia Educação (antiga Provi)

Não respondida
Salvador - BA
05/07/2026 às 19:27
ID: 253141449
Venho por meio deste canal manifestar minha profunda insatisfação e buscar uma resolução justa para uma pendência financeira junto à empresa Principia Educação (antiga Provi / PROVI SOLUCOES E SERVICOS LTDA, CNPJ: 32.390.384/0001-92).
Meu nome é ***** e meu cpf é *****
Identifiquei em meu extrato oficial de negativados do Serasa um único apontamento em meu nome realizado por esta empresa, referente a uma parcela com vencimento em 25/04/2022, no valor original de R$ 130,22. Sabendo do meu dever, entrei em contato com o atendimento via WhatsApp da empresa para solicitar o boleto de quitação à vista.
Para minha surpresa, a atendente me informou que o saldo devedor atualizado estava em R$ 1.121,09, alegando que existiam 4 parcelas em aberto (vencimentos em abril, maio, julho e agosto de 2022). Ao exigir o meu direito legal ao Demonstrativo de Evolução do Débito (Extrato do Aluno), identifiquei graves inconsistências que ferem o Código de Defesa do Consumidor:
1. Divergência de Registros: No órgão de proteção ao crédito (Serasa), a empresa formalizou e mantém a negativação de apenas UMA única parcela (25/04/2022). Não há nenhum outro apontamento legítimo sobre as demais parcelas citadas.
2. Erro Sistêmico Evidente: No próprio extrato interno enviado pela empresa, consta que a parcela n 16 (com vencimento em 25/06/2022) foi PAGA antecipadamente no dia 03/06/2022. É evidente que há um erro de processamento ou baixa sistêmica por parte da empresa na época, visto que nenhum consumidor realiza o pagamento antecipado de uma parcela futura se estivesse com meses anteriores em aberto.
3. Juros Abusivos e Cumulação Ilegal: A empresa está aplicando de forma cumulativa Juros Remuneratórios (0,99% a.m.) e Juros Moratórios (1,00% a.m.) após o vencimento da dívida por mais de 4 anos. Essa prática gerou um enriquecimento sem causa, elevando uma dívida original de R$ 130,22 para quase R$ 290,00 por parcela, valor que ultrapassa amplamente os limites legais permitidos para encargos de mora.
A empresa me ofereceu uma proposta com "50% de desconto", fixada em R$ 560,55, valor que se mostra completamente inviável, abusivo e desproporcional para liquidar a restrição que de fato consta no meu CPF. Registrei minha contraproposta para pagamento à vista do valor incontroverso e a atendente simplesmente abandonou o atendimento sem resposta
Diante do exposto e demonstrando minha total boa-fé em limpar meu nome o mais rápido possível, solicito:
1. A revisão dos cálculos abusivos apresentados e o reconhecimento do erro sistêmico no extrato (visto o pagamento da parcela de junho/2022).
2. A emissão de um boleto de quitação integral à vista em um valor justo e condizente com a realidade do mercado para contratos antigos (próximo ao valor original da parcela negativada no Serasa).
3. A imediata exclusão do meu CPF dos órgãos de proteção ao crédito (Serasa) após a compensação do referido pagamento.
Segue em anexo meus comprovantes. Tenho vários outros prints mas não foi possível anexa-los.