Fui engando

Não respondida
Rio de Janeiro - RJ
08/10/2024 às 11:48
ID: 199136199
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesEstava à procura de casas no Facebook para sair do aluguel, quando encontrei um anúncio com uma entrada razoável e parcelas que se adequavam ao meu orçamento. Entrei em contato com Emerson Nunes, que me respondeu com os valores.
Posteriormente, me informou que a casa havia sido vendida e que o "Crédito" poderia ser utilizado para comprar outro imóvel, contanto que a documentação estivesse em ordem.
Descobrimos a propriedade em questão e, para minha surpresa, teria que fazer um consórcio para obter o crédito. No entanto, para não perder a chance, já que tinha a casa em mente, marquei uma reunião para entender melhor.
Ao invés de Emerson, quem atendeu foi Macedo, o gerente dele.
Ele nos elucidou sobre o procedimento, levantamos diversas questões e mostramos que não poderíamos pagar a parcela do consórcio, que seria o dobro do que nos foi informado anteriormente. No entanto, ele nos disse para ficarmos tranquilos, pois as possibilidades de sermos contemplados seriam elevadas, que o grupo é bom e só não seríamos contemplados se não dermos o lance.
Eles nos instruíram a conversar com a Promove sobre as informações necessárias, assinamos os contratos, participamos da primeira assembleia e nada.
Após essa primeira assembleia que não fomos contemplados, passou-se para o pós-venda, uma vez que o Macedo nos negligenciou e não retornou mais as ligações.
Em seguida, deparei-me com um boleto emitido em meu nome com o valor total da parcela. Questionei o Paulo do serviço pós-venda, que Macedo passou que não teria no primeiro mês seguinte à assinatura do contrato, que o valor estava embutido no valor de entrada. Eu já havia me organizado para pagar somente no mês seguinte, e o Paulo me passou que teríamos sim que pagar e seria isso, porém tinha questionado antes de assinar duas vezes que não teria esse valor.
Em resumo, eles se aproveitaram da minha boa fé e do meu sonho de deixar o aluguel para me ludibriar.
Possuo minha parcela de culpa por confiar em promessas enganosas.
No entanto, a empresa também possui responsabilidade sobre o que seus colaboradores comunicam ao cliente.
Tomarei as ações cabíveis em relação a isso.