Bloqueio Acadêmico de 18 Dias por Falha Técnica Ignorada e Tratamento Desigual no Curso Hackers do Bem

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Cabo Frio - RJ

10/04/2026 às 22:38

ID: 245761531

NEGLIGÊNCIA TÉCNICA, CONTRADIÇÃO INSTITUCIONAL E TRATAMENTO DESIGUAL 18 DIAS DE BLOQUEIO ACADÊMICO COM ENCERRAMENTO ARBITRÁRIO.

Fui impedido de concluir o nível Fundamental do curso Hackers do Bem, gerido pela RNP, em razão de uma falha técnica crítica e persistente no acesso ao ambiente remoto via RDP (IP *****), ocorrida entre os dias 23/03/2026 e 06/04/2026, totalizando mais de 18 dias de bloqueio acadêmico direto e indireto.

Desde o primeiro dia, registrei formalmente o problema por meio de chamados técnicos, incluindo o protocolo *****, além de diversos e-mails enviados com provas técnicas robustas, como prints de erro, testes de conectividade e demonstrações claras de que o problema era ISOLADO NA MÁQUINA .40, enquanto outros ambientes (.20 e .30) funcionavam normalmente.

Essa evidência técnica foi IGNORADA SISTEMATICAMENTE PELO SUPORTE, que se limitou a respostas padronizadas, sem qualquer diagnóstico real, sem análise técnica direcionada e sem tentativa concreta de resolução.

Ao invés de corrigir o erro, foi sugerida como solução um RESET TOTAL DO LABORATÓRIO, medida que implicaria PERDA INTEGRAL DE TODO O PROGRESSO ACADÊMICO, sem qualquer garantia de resolução do problema técnico.

Posteriormente, de forma CONTRADITÓRIA E TARDIA, a Ouvidoria da RNP tentou sustentar que esse reset não causaria prejuízo, o que CONFLITA DIRETAMENTE COM OS REGISTROS DOCUMENTAIS DO PRÓPRIO SUPORTE, que havia afirmado exatamente o oposto.

Além disso, há prova de TRATAMENTO DESIGUAL ENTRE ALUNOS, pois outros participantes do curso receberam soluções pontuais para problemas semelhantes, como intervenção específica em ambiente isolado (.30), enquanto, no meu caso, essa abordagem foi negada.

A situação se agrava ainda mais pelo fato de que o chamado foi mantido em aberto por dias sem solução e, ao final, encerrado sob alegação de fim de cronograma, sendo que a própria instituição foi responsável por consumir o tempo disponível com OMISSÃO E PROTELAÇÃO.

Isso configura uso da própria inércia para justificar o prejuízo ao aluno.

VIOLAÇÕES AO CÓDIGO DE ÉTICA DA RNP (COM BASE NO DOCUMENTO OFICIAL 2022.05)

A conduta institucional observada viola diretamente princípios fundamentais do Código de Ética da RNP, dentre eles:

TRANSPARÊNCIA (Seção de Princípios Éticos)
Violada pela ausência de diagnóstico técnico claro, substituído por respostas genéricas que ocultam a real situação do ambiente.

RESPONSABILIDADE NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO
Violada pela manutenção de ambiente sabidamente inoperante por mais de duas semanas, sem correção efetiva.

VEDAÇÃO À NEGLIGÊNCIA (Conduta Esperada dos Colaboradores)
Configurada pela omissão reiterada diante de provas técnicas objetivas apresentadas pelo aluno.

TRATAMENTO ISONÔMICO / IMPESSOALIDADE
Violado pela aplicação de soluções distintas em situações equivalentes, favorecendo terceiros e prejudicando especificamente o denunciante.

INTEGRIDADE E BOA-FÉ INSTITUCIONAL
Violadas pela contradição entre setores internos (suporte vs. gerência acadêmica vs. ouvidoria), gerando desinformação e insegurança.

(Referências devem ser verificadas no documento oficial Código de Ética e Conduta RNP Maio/2022, especialmente nos trechos que tratam de princípios institucionais e deveres dos colaboradores.)

PEDIDOS:

1. SANEAMENTO TÉCNICO E CRONOGRAMA REPARATÓRIO:

Requer-se o saneamento integral de todas as pendências técnicas e acadêmicas do Nível Fundamental, mediante aplicação de medidas corretivas que preservem o progresso já obtido.

Tal processo deve ser pautado obrigatoriamente pelo benefício do discente, estabelecendo-se um cronograma flexível e confortável para que o aluno recomponha seu aprendizado, visto que a paralisia técnica foi causada exclusivamente pela omissão institucional.

2. REABERTURA DE APURAÇÃO E AUDITORIA DE LOGS:

Diante da arbitrariedade sofrida, exige-se a reabertura imediata da apuração EM ÁREA ISENTA dos fatos, com auditoria detalhada nos logs de acesso e registros de suporte robô, chats no whatsapp, e-mails em nome de "gerência Acadêmica" entre 23/03 e 09/04.

Esta auditoria com os atores envolvidos, é indispensável para comprovar as viabilidades técnicas da solução pontual solicitada (e arbitrariamente negada), assim como AS NÃO OFERTADAS e AS OMITIDAS pelos atores invocados, com finalidade de evidenciar as falhas na prestação de serviço. Eventos sequenciados que fundamentam a necessidade de medidas de exceção, para garantir a continuidade dos estudos do aluno prejudicado.

3. MATRÍCULA COMPULSÓRIA NA FASE 4 (AVANÇADO):
Ainda em tempo oportuno, em caráter excepcional, como desaguadouro lógico e necessário das reparações acima, e para impedir que o dano acadêmico se torne irreversível enquanto a auditoria e o saneamento técnico são processados, requer-se a matrícula imediata na Fase 4.

Esta medida garante que o cerceamento tecnológico sofrido no Nível Fundamental, não exclua o aluno do programa, assegurando seu direito à progressão de forma concomitante à resolução das pendências anteriores.

Ressalto que essa é A SEGUNDA SITUAÇÃO PROBLEMÁTICA QUE VIVENCIO COM ESSE SUPORTE! Não descarto a hipótese de perseguição ou vingança, visto que na primeira situação problemática, denunciei nomes e setores. Nesse sentido, a coincidência é intrigante, por que esse problema, em meio a uma turma com inúmeros alunos, SÓ OCORREU COMIGO!

Informo que este caso já está sendo protocolado no PROCON-RJ e no MCTI.

Não vou me calar diante da sabotagem ao meu aprendizado.

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Resposta da empresa

15/04/2026 às 10:41

Prezado Anderson,

Agradecemos o seu relato e informamos que a situação foi analisada de forma criteriosa pela Ouvidoria, com base no histórico completo de chamados, atendimentos e registros técnicos relacionados ao seu caso.

Os esclarecimentos prestados anteriormente permanecem válidos e refletem o entendimento institucional sobre a situação apresentada.

Conforme já informado, a indisponibilidade da máquina virtual (RDP *****) foi objeto de análise pela equipe técnica, sendo constatada a ausência de resposta da instância, o que inviabilizou sua recuperação por meios convencionais. Diante dessa limitação da plataforma, foi apresentada a alternativa tecnicamente viável para restabelecimento do ambiente: o reset do laboratório.

Ressaltamos que:

-Esse procedimento segue padrão técnico e é aplicado de forma isonômica a todos os alunos em situações equivalentes;
-O reset não impactaria o histórico acadêmico já registrado na plataforma;
-A execução da ação dependia de sua autorização, que não foi concedida à época.

Dessa forma, a não realização do procedimento inviabilizou a continuidade das ações técnicas necessárias para normalização do ambiente.

Sobre as demais alegações, informamos que todos os registros foram devidamente avaliados. Não foram identificadas evidências que confirmem tratamento desigual, negligência ou omissão deliberada por parte das equipes envolvidas. Os atendimentos seguiram os fluxos e critérios operacionais estabelecidos, respeitando as limitações técnicas da solução utilizada.

Destacamos, ainda, que o curso Fundamental encontra-se encerrado conforme cronograma acadêmico previamente definido, não sendo possível a reabertura de prazos ou aplicação de medidas excepcionais fora das diretrizes do programa.

Por fim, reforçamos que as manifestações registradas são importantes e contribuem para o aprimoramento contínuo dos processos e da comunicação com os participantes.

Permanecemos à disposição para eventuais esclarecimentos adicionais.

Cordialmente,
Rede Nacional de Ensino e Pesquisa

Réplica do consumidor

15/04/2026 às 12:55

CONFORME AMPLAMENTE DENUNCIADO, reitero integralmente todos os pontos já expostos, agora ampliados diante da resposta apresentada, que, mais uma vez, confirma o padrão de PROTOLELAÇÃO, RESPOSTA GENÉRICA E FUGA DO NÚCLEO DO PROBLEMA.

Desde já, registro que a resposta da instituição NÃO ENFRENTA OS FATOS DENUNCIADOS, limitando-se a repetir justificativas genéricas já utilizadas anteriormente, sem apresentar qualquer elemento técnico novo, qualquer evidência concreta ou qualquer esclarecimento objetivo sobre os pontos críticos levantados.

I RESPOSTA SEM IDENTIFICAÇÃO: INDÍCIO DE BLINDAGEM INSTITUCIONAL

Chama atenção, mais uma vez, que o aluno é nominalmente identificado, enquanto quem responde pela instituição permanece oculto, sem nome, sem responsabilidade individual, sem transparência.

Esse padrão reforça o cenário já denunciado de setores protegendo setores, sem responsabilização direta dos agentes envolvidos.

II PROTELAÇÃO COMO PADRÃO DE CONDUTA

Reitera-se e agora se amplia a denúncia de PROTOLELAÇÃO SISTEMÁTICA.

As respostas ao longo de todo o processo ocorreram com intervalos recorrentes de 5 dias ou mais, chegando a ultrapassar 7 dias em diversos momentos, sempre dentro de um cenário de prazo acadêmico sensível e limitado.

Essa demora não é neutra: ela consome o tempo útil do aluno, inviabiliza soluções e, ao final, é utilizada como justificativa para o encerramento do caso.

Trata-se de um padrão claro de ganho por inércia, já demonstrado anteriormente.

III FUGA DO NÚCLEO DA DENÚNCIA

A resposta apresentada evita deliberadamente enfrentar os pontos centrais:

não explica por que a falha isolada no ambiente .40 não foi tratada de forma específica
não justifica a ausência de tentativa de solução técnica direcionada
não responde sobre a não aplicação de alternativas já utilizadas em outros casos
não enfrenta a contradição entre suporte e gerência acadêmica

Limita-se a repetir que foi analisado e que segue padrão, sem demonstrar COMO, QUANDO e POR QUEM essa análise foi feita.

IV CONTRADIÇÃO MANTIDA (RESET SEM PREJUÍZO vs PERDA TOTAL)

A resposta insiste em afirmar que o reset não impactaria o histórico acadêmico.

Isso CONTRADIZ DIRETAMENTE registros anteriores do próprio suporte, que indicavam perda de progresso.

Até o presente momento, essa contradição não foi explicada, corrigida ou sequer reconhecida, sendo simplesmente ignorada.

V [Editado pelo Reclame Aqui] ISONOMIA (TRATAMENTO DESIGUAL COMPROVADO)

A alegação de tratamento isonômico é INCOMPATÍVEL COM OS FATOS JÁ DEMONSTRADOS.

Foi comprovado que:

houve casos de solução pontual em ambiente específico (.30)
tais soluções preservaram o progresso do aluno
no presente caso, essa abordagem foi negada

Além disso, reforça-se:

Em uma turma com mais de 30 alunos, o problema ocorreu de forma exclusiva e persistente apenas com o aluno *****

Essa coincidência, somada ao histórico anterior de conflitos com o suporte, reforça a hipótese de tratamento diferenciado, que não foi devidamente esclarecida.

VI GERÊNCIA ACADÊMICA AUSENTE E ATUAÇÃO IRREGULAR

Foi previamente demonstrado que, em momento anterior, houve manifestação direta de Glauciane Assunção, fora do fluxo padrão, o que indicava possibilidade de atuação mais isenta.

No presente caso, isso NÃO SE REPETIU.

Ao contrário:

não houve resposta direta, nominal e isenta da gerência
manifestações continuaram sendo feitas dentro do canal de suporte, por terceiros, em nome da gerência
não houve posicionamento institucional transparente e formal

Isso reforça a percepção de falta de independência e possível alinhamento interno para contenção do caso.

VII TRANSFERÊNCIA INDEVIDA DO ÔNUS AO ALUNO

A resposta confirma, ainda que de forma indireta, o ponto mais grave já denunciado:

1. O problema técnico existiu
2. Não foi resolvido
3. E o ônus foi transferido totalmente ao aluno, sob a justificativa de que "ele não aceitou uma solução inadequada"

Ou seja:

A instituição não resolve o problema, oferece uma alternativa prejudicial e, protela prazos para vencer pelo cansaço e diante da recusa legítima do aluno, imputa a ele a responsabilidade pela continuidade do erro.

VIII AUSÊNCIA DE SOLUÇÕES ALTERNATIVAS

Mesmo diante de um cenário crítico, nenhuma alternativa favorável ao aluno foi oferecida, como:

recriação de ambiente isolado
acesso substituto
ajuste de cronograma
mitigação do prejuízo

Essa ausência reforça a denúncia de conduta omissiva e não colaborativa.

IX MANUTENÇÃO DO PADRÃO DE PROTELAÇÃO

A resposta atual mantém exatamente o mesmo padrão já denunciado:

demora excessiva
ausência de resposta técnica concreta
repetição de argumentos genéricos
não enfrentamento dos pontos centrais

Ou seja, o comportamento institucional denunciado não apenas ocorreu ele continua ocorrendo nesta própria resposta.

ALERTA À GERÊNCIA ACADÊMICA E À DIREÇÃO DO CONSÓRCIO:

Mantenho vivo na memória do público que esta reclamação visualiza:
A RNP optou pelo caminho do cansaço e do prejuízo ao aluno em vez da solução amigável e técnica. Ressaltamos que a chance de uma resolução ética mediante a matrícula compulsória na Fase 4 (Avançado) e o saneamento das pendências do Fundamental ainda é ofertada neste espaço público.

Caso contrário, o Dossiê de Sabotagem ao Aprendizado será levado ao conhecimento do MEC e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Simultaneamente, o caso será judicializado. Em juízo, se aplicado as Tutelas jurídicas cabíveis, abrirá a possibilidade de paralisação do curso para apuração dos fatos, o que por cause de um responsável, implicará em prejuízo aos demias alunos que em nada tem a ver com esse problema criado por vocÊs. Assim como, o privilégio do anonimato ou falar em nome de suporte ou gerência sem ser, cessará: O crivo da auditoria técnica e jurídica convocará nomes, identificará responsáveis, saneará as contas das contradições apontadas e tomará depoimentos individuais de cada ator envolvido no suporte e na gerência acadêmica para apurar a responsabilidade civil e funcional por esses 24 dias de impedimento total. Lembre-se você que responde aqui de forma oculta, que também em público, as denuncias também será posto no dossiê que foi tentado por todos os meios a solução ainda em tempo oportuno.

A "Gerência Acadêmica oculta aqui" não pode estar acima da ética e da eficiência que ela mesma propaga.

Assim reinteradamente denunciado, anda hoje, 15 de abril de 2026 como também a 24 dias atrás, meu email pessoal e meu whatsapp CONTINUA À ESPERA DO RESPONSÁVEL ISENTO AO CASO, para o legítima solução favorável ao aluno.