Renault Kwid 0km com múltiplos defeitos e pós-venda ineficaz em resolver os problemas

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Igarassu - PE

03/06/2026 às 13:04

ID: 250218367

Defeitos desde o primeiro dia e pós-venda incapaz de resolver os problemas

Comprei um Renault Kwid zero quilômetro e recebi o veículo em 1 de julho de 2025. Esta já era minha segunda experiência com o modelo, pois tive um Kwid anteriormente e fiquei satisfeito. Infelizmente, desta vez a experiência foi completamente diferente e extremamente frustrante.
Logo nos primeiros dias de uso, o vidro elétrico do lado do motorista apresentou defeito. O motor do vidro não funciona corretamente: ao fechar, continua tentando funcionar mesmo após o vidro atingir o final do curso e, ao abrir, frequentemente para antes da abertura completa.
O defeito do motor do vidro vai muito além do mau funcionamento. Durante a rodagem, o mecanismo produz estalos constantes ao lado esquerdo do condutor. O barulho é contínuo e extremamente incômodo, tornando a experiência de dirigir desagradável. Já relatei esse problema desde a primeira revisão, porém, mesmo após cinco revisões realizadas, a substituição do motor pela garantia ainda não ocorreu. Continuo utilizando o veículo diariamente convivendo com um defeito que deveria ter sido solucionado há muito tempo.
Com menos de 40 dias de uso, os amortecedores traseiros apresentaram defeito e precisaram ser substituídos. Para minha surpresa, a garantia não cobriu o reparo, e tive um prejuízo de R$ 2.650,00 em um veículo praticamente novo. Considero essa situação inadmissível, pois não é razoável que um carro zero quilômetro necessite da substituição dos amortecedores traseiros com tão pouco tempo de uso.
No mesmo período, as pastilhas de freio apresentaram deterioração prematura. Nesse caso, a Renault reconheceu o problema e efetuou a substituição.
Também ocorreu a queda do botão de abertura do porta-malas, demonstrando fragilidade no acabamento do veículo.
Outro problema foi a tampa interna do porta-malas, que apresentava forte vibração e batia constantemente durante a rodagem. A solução encontrada pela concessionária foi simplesmente colocar uma espuma para reduzir o ruído.


Além disso, a luz de advertência do airbag acende de forma intermitente no painel, exibindo a mensagem para revisão do sistema. Sempre que levo o veículo à concessionária, recebo explicações que não resolvem o problema. Em uma das ocasiões, fui informado de que o alerta teria sido causado por uma movimentação brusca do banco, algo que não corresponde à realidade. O defeito continua aparecendo sem solução definitiva.


O carro também apresenta um barulho na parte inferior, semelhante a vidros soltos ou peças batendo. O ruído é perceptível e recorrente, mas até hoje ninguém conseguiu identificar sua origem, investigar adequadamente ou apresentar uma solução.


O que mais causa indignação não é apenas a quantidade de defeitos apresentados por um veículo zero quilômetro, mas a sensação de abandono após a compra. Os problemas são relatados, as revisões são realizadas, porém as soluções definitivas simplesmente não acontecem.


Comprei este segundo Kwid porque tive uma boa experiência com o primeiro. Hoje, infelizmente, considero esta compra um dos piores negócios que já fiz. Um veículo zero quilômetro não deveria apresentar tantos defeitos em tão pouco tempo, nem deixar o consumidor sem respostas e sem soluções.


Além de todos os problemas relatados, o carro é excessivamente duro para rodar, o nível de conforto é muito inferior ao esperado para o valor cobrado atualmente pelo veículo, e o pós-venda tem se mostrado incapaz de resolver questões que se arrastam há meses.


Após tudo o que vivi com este veículo, minha percepção sobre a marca mudou completamente. Hoje, eu não compraria outro Renault e também não recomendaria a compra para familiares, amigos ou colegas de trabalho.
Renault, nem em sonho. E digo isso porque, na minha experiência, de sonho não teve nada. Está sendo um verdadeiro pesadelo. O que deveria ser a tranquilidade de adquirir um carro zero quilômetro transformou-se em uma sucessão de defeitos, informações desencontradas, situações dúbias e sem resolução, além de prejuízos financeiros constantes.

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Consideração final do consumidor

08/06/2026 às 10:06

Acredito que a concessionária seja reflexo da montadora, onde o pensamento é que o cliente é descartável. Nem a montadora responde, nem a concessionária.

O problema foi resolvido?

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Não resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

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