[Editado pelo Reclame Aqui]ários em empresa de fachada

Não respondida
Brasília - DF
19/03/2025 às 15:38
ID: 212579201
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesEm *****, fui com minha namorada, efetuar uma compra de capas e películas para celular no estabelecimento citado. Entramos na loja e após avaliar algumas capas e películas de celular, em nenhum momento nos foi passado o valor das películas para celular modelos iphone 14 e iphone 15. No fechamento da compra, após a funcionária já ter colocado as películas nos dois celulares, no momento do pagamento, foi cobrado por ela um valor exorbitante de R$***** por cada
película, dando um total com outros produtos somados, R$ ***** sendo que no mercado normal, efetuando uma pesquisa simples de mercado, consta-se que o preço de cada película
não passaria de R$*****. Em determinado momento, solicitei à vendedora uma comprovação da marca da embalagem mostrando que o preço da película era realmente R$ *****. Porém a mesma foi extremamente grossa e se recusou a me mostrar a marca da película. Fomos coagidos após xingamentos e ameaças a realizar o pagamento. Após tentarmos conversar com a vendedora, a mesma se propôs a cobrar um valor supostamente reduzido para R$***** com um suposto desconto para as duas películas ao invés de R$*****
cada película. Sendo que ainda é um valor exorbitante e totalmente fora da realidade. Fiz o pagamento de R$ ***** dividido com a minha namorada que fez o pagamento de R$ *****. Após o pagamento saímos da loja com um sentimento muito ruim e nos sentindo extremamente mal com aquela
A equipe da central de segurança do Mercado Central informou que não poderia executar nenhuma ação de conciliação com a loja, mesmo concordando que a prática da loja era abusiva e já havia ocorrido no mês anterior uma ocorrência semelhante com uma consumidora venezuelana na mesma loja, na qual nos foi informado que foi registrado boletim de ocorrência contra a loja.
Chamamos a polícia militar por meio do telefone *****, e após 20 minutos chegaram. Procuraram junto conosco algum tipo de acordo com a vendedora chamada *****. A mesma, apresentou uma carteira de identidade para os policiais informando ser menor de idade. Após a recusa da vendedora em fazer qualquer tipo de acordo para estorno da compra,
os policiais ligaram e intimaram o suposto dono da loja, *****, a emitir a nota fiscal dos produtos da compra. O mesmo inicialmente informou para nós e aos policiais por telefone que emitiria a nota fiscal. Por volta de ***** Leonardo chegou na loja para emitir a nota.
O mesmo demorou exatamente 01h00 para emitir a suposta nota fiscal e às *****, emitiu uma nota fiscal do produto, sendo que a nota gerada, foi uma nota de serviço prestado ao invés de ser uma nota de compra e venda de produto.
Após ficar das ***** até ***** em pé na frente da loja com os policiais e o segurança do mercado, por conta da nota fiscal ser claramente uma nota de serviço, o que não foi realizado, resolvi dar início ao boletim de ocorrência presencial para efetuar os trâmites legais possíveis.
Após a emissão do boletim de ocorrência realizado na 6 delegacia de polícia da Polícia Militar de Minas Gerais em Belo Horizonte-MG (protocolo: *****), decidi também efetuar reclamação no Procon-MG (protocolo: *****). O Procon analisou e informou que iria ao estabelecimento para averiguar a prática abusiva do mesmo. Orientou também a abrir reclamação no Consumidor.GOV e no aqui na plataforma Reclame Aqui, porém a empresa não existe no consumidor.gov, não sendo possível o registro da reclamação.
Por conta de todo esse processo estressante, ficamos sem nos alimentar e tomar água nesse período de ***** às ***** para que tudo fosse encaminhado, e acabamos por perder uma tarde de visita à minha avó de 90 anos que viajamos especialmente para visitar. Foi uma situação extremamente frustrante e que nos causou muita ansiedade e estresse, gerando um sentimento muito ruim de impotência e estarmos sendo [Editado pelo Reclame Aqui].