Poltrona quebrada, falta de suporte e situação de insegurança durante viagem pela Buser

Não respondida
Belo Horizonte - MG
04/05/2026 às 09:56
ID: 247600473
Comprei uma viagem pela Buser para que minha mãe e minha filha viessem me visitar no Rio de Janeiro. A viagem está acontecendo hoje, dia 03/05.
Durante o trajeto, minha mãe passou por uma situação extremamente constrangedora, insegura e absurda dentro do ônibus. A poltrona do passageiro da frente estava com defeito e, ao ser reclinada, ficou caída sobre as pernas da minha mãe, que é uma senhora de 50 anos e estava viajando acompanhada de uma criança.
Ao pedir para que o passageiro levantasse um pouco a poltrona, porque estava machucando e apertando suas pernas, ele agiu de forma grosseira e intimidadora. Minha mãe, já cansada, desconfortável e com dor por causa da poltrona pressionando suas pernas, precisou empurrar o assento dele para tentar se proteger e aliviar a situação. Ele só parou de falar porque os passageiros ao redor começaram a encará-lo, diante da forma como ele estava agindo com uma senhora e uma criança ao lado.
Ou seja, uma mulher viajando com uma criança acabou sendo oprimida por um homem dentro de um ônibus da Buser, por causa de uma poltrona quebrada que jamais deveria estar em uso.
Entrei em contato com o suporte da Buser e a resposta foi que a empresa não consegue se responsabilizar pelo comportamento dos passageiros. Mas como assim? A poltrona quebrada é responsabilidade de quem? A segurança dos passageiros durante a viagem é responsabilidade de quem? A orientação e intervenção em uma situação de conflito dentro do ônibus são responsabilidade de quem?
Então viajar pela Buser virou um cada um por si? Uma senhora com uma criança precisa suportar uma cadeira defeituosa pressionando suas pernas, sentir dor, ser intimidada por outro passageiro e ainda ficar sem nenhum suporte efetivo da empresa?
O acesso ao motorista durante a viagem é praticamente impossível, pois ele fica isolado na cabine, e o telefone de contato informado não funciona. Pelo WhatsApp, o atendimento da Buser disse que estava tentando contato com o motorista, mas orientou que minha mãe esperasse a próxima parada para pedir auxílio.
Que tipo de suporte é esse? Se depender dessa orientação, os passageiros podem entrar em conflito dentro do ônibus e a empresa só vai tomar conhecimento na próxima parada. Se uma situação mais grave acontecesse, a passageira teria que simplesmente esperar até o próximo ponto de parada para conseguir ajuda?
Minha mãe me enviou vídeos mostrando a poltrona caída sobre as pernas dela e áudios relatando que, ao pedir para o passageiro levantar um pouco o banco, ele passou a agir de forma intimidatória. Depois, ainda me perguntaram se eu queria que o ônibus parasse na PRF para registrar boletim de ocorrência.
Mas como fica a logística disso? Minha mãe e minha filha seriam deixadas na PRF para fazer boletim, depois colocadas em outro ônibus? Elas estão vindo para o Rio de Janeiro e nós temos outra viagem internacional marcada para às 12h. Não podemos correr o risco de atraso. O mínimo que pedimos é segurança, suporte e uma solução imediata durante a viagem.
O que aconteceu foi um absurdo. A empresa não pode simplesmente se isentar quando há uma poltrona com defeito causando dor e desconforto físico a uma passageira, além de uma situação de intimidação dentro do ônibus. A Buser precisa se responsabilizar pela segurança, pelas condições do veículo e pelo atendimento adequado aos passageiros durante todo o trajeto.
O protocolo do atendimento é: *****.
Informações da viagem:
Fretamento Buser
Empresa: Rio Transporte
Tipo: Ônibus, 1 andar
Poltronas: 22 e 21
Placa: *****
Código da reserva: *****