Negativa de medicação essencial e desrespeito ao paciente em emergência médica

Reclamação não resolvida

Não resolvido

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Rio de Janeiro - RJ

07/06/2026 às 17:56

ID: 250732185

Ontem, dia *****, por volta das 23:30, mais ou menos, dei entrada nesta emergência com quadro de cefaléia, enjoos e insônia, sendo causa comprova através de histórico médico, por estresse emocional. Fui muito bem acolhida tanto na recepção, quanto na triagem. Confirmo estar em tratamento porém tive uma grande carga de estresse e, não sendo possível contornar os sintomas através de alprazolan e clonazepan sos em casa conforme (ndicação médica Psiquiátrica) procurei ajuda médica neste nosôcomio. Fui atendida pela médica ***** (Aliás só tinha duas médicas nesse horário atendendo), contei meus sintomas para a mesma como também mostrei receita contendo os remédios que deveria tomar nesses casos extremos (até porque já fui atendida outras vezes, incluindo o excelente médico *****). A médica que me atendeu se negou a administrar o diazepan, remédio este que seia o principal para o meu caso, administrando tão somente dexametasona, dramim, 10 gotas de clonazepan (sendo que já havia tomado em casa 20 gotas e não obtive melhora no quadro), pantoprazol e dipirona. O soro também me foi negado apesar de estar um pouco desidratada. Inicial mente me foi aplicado uma grama de dipirona intravenosa, seguida de mais uma grama da mesma droga. Como não havia melhora no meu estado de saúde, insisti na administração do diazepan o que, novamente me foi negado, sendo tão somente me disponibilizado mais dipirona, o que poderia me causar intoxicação. Neste ato, pedi, na frente da outra médica que estava atendendo e atenta aos que tudo estava passando, para retirar o acesso pois procuraria outro hospital, sendo me cobrada assinatura de desistência de atendimento em documento, o que me neguei. A enfermeira tirou o acesso e mesmo tonta, peguei um uber e busque atendimento em outro hospital, sendo esta vez medicada conforme o meu quadro e, tendo melhora, retornei a casa. Tive a nítida impressão de que a médica ***** não teve o mínimo conhecimento para atender demanda médica no.meu caso e que, por isto, não deveria estar trabalhando em uma emergência do porte deste hospital sozinha, até porque a outra médica teve conhecimento do meus caso e nada fez. Por acaso, voltando a esta emergência e, antes de passar a carteirinha há no balcão, procuarei os médicos que estão atendendo para não ter que novamente ter mais gastos com uber e com a coparticipação no plano de saúde, como tambem acho que esse caso será solucionado de forma a que essa médica não venha a manchar a reputação deste hospital.
Att
*****

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Resposta da empresa

12/06/2026 às 09:44

Prezada Sra. Carla, Bom Dia!

Esclarecemos que foram realizadas tentativas de contato com os telefones informados na reclamação, porém sem sucesso. Diante disso, colocamos à sua disposição a Central de Atendimento da Ouvidoria Corporativa através do telefone 3003-4330 de segunda a sexta das 8h às 18h para que sejam prestados os esclarecimentos necessários.


Cordialmente,
Ouvidoria Rede DOr.

Réplica do consumidor

12/06/2026 às 10:02

Como sempre, inventam telefones que não pertencem aos usuários! Os temores que "disseram tentar em contato", não são meus ! Quando do atendimento na emergência, me foram perguntados meus dados e conferidos pela atendente !
Mas sei que o procedimento é esse mesmo, ou seja, a ouvidoria da rede d'dor não está nem aí para o paciente ! Só conseguimos ter uma solução em juízo!
Mas é bom que fique registrado aqui para que pessoas saibam que médicos negligentes e até residentes sem experiência, trabalham a noite e fins de semana para esta rede porque eles pagam valores menores (dito por uma médica conceituada do referido hospital).
Segue o baile ...

Consideração final do consumidor

12/06/2026 às 10:09

Em réplica, foi dito a verdade dos fatos !

O problema foi resolvido?

Reclamação não resolvida

Não resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

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