Cobrança duplicada via QR Code não estornada e mau atendimento na loja Riviera Plásticos

Não respondida
Rio de Janeiro - RJ
11/12/2025 às 08:42
ID: 234410729
Pagamento via QR Code debitado, mas loja não devolveu o valor mau atendimento e zero solução
No dia 23/05/2025, estive na loja Riviera Plásticos, localizada na *****, para comprar uma fita dupla face que utilizo nos meus serviços de decoração. No momento do pagamento via QR Code, o valor de R$ 28,09 foi debitado da minha conta, porém não apareceu na máquina da loja e não saiu comprovante.
Como sou cliente antiga da loja, informei que verificaria a situação com meu banco ao chegar em casa. A loja, por sua vez, alegou ter entrado em contato com o setor financeiro e que o valor não havia sido recebido, então tive que pagar novamente para concluir a compra.
Ao falar com o meu banco posteriormente, fui informada que o valor foi sim enviado para a loja e que, por se tratar de PIX, somente a loja poderia realizar o estorno.
A partir desse momento começou minha verdadeira saga pelo reembolso. Voltei diversas vezes à loja tentando resolver o problema, mas sem sucesso. A gerente me tratou muito mal, com total falta de interesse em ajudar, e até hoje estamos em dezembro não recebi nenhum estorno do valor pago a mais.
Gostaria de reforçar que jamais sairia da loja sem pagar um produto, tampouco me permitiriam levar algo fiado. Então por que eu, como cliente, preciso arcar com um prejuízo causado por falha no sistema da loja?
O que eu solicito:
Reembolso imediato do valor de R$ 28,09 referente ao pagamento duplicado.
Indenização pelos danos morais causados pela humilhação, desrespeito e constrangimento que passei durante meses tentando resolver um problema simples.
Um retorno formal com explicação clara sobre o que ocorreu e quais providências serão tomadas para evitar que outros consumidores passem pela mesma situação.
Observação importante:
Deixo registrado que, caso a loja não resolva o problema de forma imediata, irei buscar meus direitos como consumidora nos órgãos competentes, inclusive Procon e Juizado Especial Cível, pois não é aceitável que um cliente seja prejudicado por erro da loja e ainda maltratado ao tentar solucionar algo tão básico.