Torno Romi com Falhas Técnicas e Prejuízos

Não respondida
Cambuí - MG
08/08/2025 às 09:21
ID: 224049169
Adquiri em abril de 2025 um torno Romi modelo T350, confiando na tradição e no padrão de qualidade da marca. No entanto, desde o início da operação, o equipamento apresenta falhas técnicas graves, que estão comprometendo diretamente a produtividade e a rotina de trabalho da minha empresa.
As falhas identificadas são:
Problemas no carro transversal, afetando o deslocamento e o acabamento das peças, prejudicando a precisão do torno;
Defeito na ponta do torno, comprometendo a fixação e centralização das peças durante o processo, tornando o trabalho inseguro e impreciso.
No dia 21 de julho de 2025, entrei em contato com o suporte técnico da Romi por telefone e não obtive qualquer retorno. Somente em 29 de julho de 2025 foi realizada uma visita técnica para verificação dos problemas. Entretanto, até o presente momento não recebi qualquer posição sobre a solução definitiva ou prazos para reparo.
A gravidade da situação não se limita apenas ao mau funcionamento do equipamento: no mês de julho de 2025, minha empresa desembolsou R$ 13.780,00 em usinagem externa, justamente porque o torno adquirido da Romi não é capaz de realizar sequer o básico para o qual foi projetado. Agora, no mês de agosto de 2025, esse valor já chega a R$ 6.340,00, representando prejuízo financeiro direto e comprovável, além de perda de produtividade e confiabilidade junto aos nossos clientes.
Com base no Código de Defesa do Consumidor (artigos 18 e 20), que prevê a responsabilidade da fornecedora por vício do produto e garante o direito à reparação eficaz, notifico formalmente a empresa Romi para que apresente, no prazo improrrogável de 5 (cinco) dias úteis, uma solução definitiva, que poderá ser:
Reparação completa e imediata por equipe técnica capacitada;
Substituição integral do equipamento; ou
Reembolso total do valor pago, com correção monetária, além da indenização pelos prejuízos comprovadamente causados.
O não cumprimento deste prazo resultará na tomada de medidas legais cabíveis, incluindo:
Registro da reclamação nos órgãos de proteção ao consumidor (Procon);
Ação judicial com pedido de indenização por danos materiais, lucros cessantes e danos morais;
Divulgação pública do caso, a fim de alertar outros consumidores do setor.
Atenciosamente,
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