Falha na Passagem Automática: Risco de Acidente e Demora na Liberação

Respondida
Porto Alegre - RS
21/04/2026 às 22:23
ID: 246615207
Falhas graves na passagem automática - risco real de acidente.
É simplesmente inaceitável o que acontece nas pistas de passagem automática. Com enorme frequência, a cancela NÃO abre, mesmo quando o condutor segue corretamente a velocidade indicada e mantém distância adequada do veículo à frente.
Não se trata de caso isolado - é um problema recorrente, observado com diversos motoristas. O resultado? O veículo é obrigado a frear bruscamente em um ponto onde deveria haver fluxo contínuo, criando um risco evidente de colisões.
E o pior: quando isso acontece, a demora para liberação é absurda. Os atendentes levam um tempo completamente desproporcional para resolver algo que deveria ser imediato, formando filas e ampliando ainda mais o transtorno. É revoltante ficar parado, sem qualquer agilidade, por falha exclusiva do sistema.
Ressalto que minha tag está funcionando perfeitamente, sendo aceita normalmente em outras praças de pedágio. Ou seja, o problema é claramente da operação local.
A situação demonstra falta de manutenção, despreparo operacional e total descaso com o usuário.
Detalhe que o pedágio em questão (entre Venâncio Aires e Santa Cruz do Sul) é CARÍSSIMO.
Sem contar a quantidade ABSOLUTAMENTE INSUFICIENTE de cancelas pra demanda, gerando filas diárias e, em feriados, filas GIGANTES.
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Resposta da empresa
23/04/2026 às 13:17
Prezada,
Boa tarde!
Recebemos o seu registro referente ao ocorrido nas Praças de Pedágio sob concessão da Rota de Santa Maria.
Quanto à reclamação sobre o número de pistas manuais e automáticas nas Praças de Pedágio, a Concessionária Rota de Santa Maria informa que fora realizado estudo de número de passagens de veículos pelas praças de pedágio da RSC-287, restando evidenciado que o número de veículos portadores de TAG (dispositivo de cobrança automática) excede o número de veículos que utilizam a forma de pagamento manual (dinheiro ou cartão de débito/crédito).
Ou seja, as praças de pedágio, estão operando com o dimensionamento indicado para o momento, sendo que a variação entre quantidade de pistas automáticas e manuais se dá pelo comportamento do tráfego no dia e hora de movimentação. Contudo, a passagem dos veículos pela via de cobrança automática é extremamente mais rápida que a manual devido a agilidade na leitura do TAG pelo sistema da Concessionária e a ausência de necessidade de atendimento por colaborador, fazendo com que haja mais fluxo na via e a impressão a olho nu para o usuário que tenha menos fluxo, porém, isso em número não se confirma.
Ademais, faz-se relevante explicar o funcionamento das pistas de leitura automática.
Ao adentrar na pista, há 03 (três) possibilidades de leitura pelo sensor para garantir que esta ocorra. As duas primeiras, são através de sensores que captam a TAG que se encontra fixada no para-brisa dos veículos. Em caso da velocidade na via, distância do veículo ou a colagem da TAG estar incompatível ou irregular, a leitura pode não ocorrer e passa-se a terceira possibilidade de leitura através da placa do veículo.
Sendo assim, a observação dos requisitos para trafegar na via automática são essenciais para evitar incidentes como o ocorrido. Assim, reforça-se o respeito às orientações mais importantes, quais sejam:
Manter a distância mínima de 40m do veículo da frente;
Trafegar em velocidade máxima de 40km/h;
Colar a TAG em ângulo adequado;
Revisar se o cadastro da placa está de acordo;
Observar sempre os elementos da via, como por exemplo, o semáforo.
Certos de termos esclarecidos suas dúvidas, agradecemos o contato e ficamos à disposição.
Atenciosamente,
Ouvidoria Rota de Santa Maria.