Depois da queda em rampa - sem assistência da RS CLUBE VEICULAR - o carro parou de funcionar.

Não resolvido
Porto Alegre - RS
15/01/2024 às 23:24
ID: 180521885
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesVeículo despenca 1m de uma rampa de lavagem e seguradora trata como colisão
ID: 173111861 - 01/10/******* às 19:18 - Hoje, pela manhã, fiz mais uma réplica, haja vista que aguardei todos os prazos temporais para uma solução em razão da queda do C3, com o seguro RS CLUBE (não é bem um seguro, mas uma auto proteção veicular). Embora seja um C3 Citröen ano *******, um carro velho com 15 anos de existência ele se apresentava dentro de condições que superam muitos carros novos que rodam. Mas à tarde, foi necessário usá-lo, mesmo sendo apenas um transporte com muitos problemas e não um veículo. Gostaria de deixar claro que em setembro de *******, antes da queda da rampa de lavagem, o carro passou por revisão semestral, porque iria ser o veículo utilizado para trilhar 80km por dia até a data 14 de junho ******* - em razão de um curso de minha filha. No final de semana que antecedeu o início do curso, mandei o carro para lavagem e aplicação de mamona, pois moramos no litoral gaúcho e lá o rapaz derrubou o carro de uma rampa e advieram a quantidade de problemas que não consigo elencar todos, mas em princípio, lataria, desalinhamento da estrutura do veículo, banco do motorista soldou no solo do carro, não funciona mais e pendeu para o lado esquerdo de quem senta no banco do condutor, a palanca de câmbio entortou, todo sistema elétrico entrou em conflito e muitos itens deixaram de funcionar. O painel afundou, quebrou a parte fixa do rádio, a tampa do porta-malas abre quando quer, os vidros das portas frontais passaram a guinchar e subir lentamente, em rodagem o carro apresenta ruídos estranhos por baixo na parte de trás e quando se faz um curva, a alavanca do pisca não volta sozinho, danos na injeção eletrônica, o consumo de gasolina dobrou e não é exagero, o carro apagava em curso, ou ao arrancar em sinal. De modo que apelidei o carro de charanga, porque tem tantos ruídos e funcionava cambaleando que me lembrava de uma bandinha daquelas em que não há harmonia. Hoje, foi necessário utilizar o mesmo, evitamos desde então, mas para ir perto de casa, 2km e voltar. No retorno o carro [Editado pelo Reclame Aqui], sim, tudo entrou em pane e não liga mais, aciona coisas que não foram acionadas e sequer dá partida. Está na frente de casa, porque ele [Editado pelo Reclame Aqui] na frente de casa, [Editado pelo Reclame Aqui] na praia. Tentei de inúmeras formas, porque estou com uma quantidade infinita de problemas que elenco do menor ao pior e vou tentando solucionar. Mas cheguei ao meu limite de tolerância. Não é briga, não é disputa de quem tem mais força, mas descobrir que nem mesmo a lei está sendo suficiente para fazer valer direitos faz a gente esmorecer. Parece um lamento, uma queixa constante como foi respondido a mim no outro registro, mas sempre é simples espezinhar, desmerecer quando o problema não é com a pessoa, no bolso da pessoa e sim no nosso bolso, com a gente. O carro, C3 Citröen, parou de funcionar completamente. Não é o primeiro carro que foi perdido, por azar, mas faz a gente pensar se vale a pena continuar. Luto muito há muitos anos, mas o esmorecimento destrói. Não tenho como consertar o carro, não sou jovem, não advogo mais, vivo de aposentadoria e todos que são aposentados conhecem a rotina de quem não tem mais ingresso de dinheiro por outras fontes. Não tenho como remover o carro de frente de casa e será um transtorno. Repeti inúmeras vezes que não era só lataria, mas inútil tudo o que relatei.
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Consideração final do consumidor
23/07/2024 às 09:10
Empresa que ilude os consumidores. Seguro veicular não é um seguro.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
0
Consideração final da empresa
25/07/2024 às 10:54
Conforme os dados registrados em sistema, o veiculo da associada foi autorizado para reparo na oficina credenciada e desde então ,estão aguardando a chegada do veiculo, a associada se negou a levar pois exigia que fosse decretado como perda total.
Permanecemos a disposição para atende-la, conforme liberações vindas da regulamentadora.