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Goiânia - GO

29/07/2026 às 14:49

ID: 255142035

Hoje quero compartilhar uma experiência extremamente frustrante que vivi no Parque Santa Branca, em Teresópolis de Goiás, para que outras famílias, especialmente pais e mães de bebês, saibam exatamente o que podem encontrar antes de programarem um passeio.
Moro em Goiânia e hoje tirei o dia para proporcionar um momento especial aos meus filhos, que estão de férias. Foram cerca de uma hora de viagem até o parque, levando duas crianças e um bebê de apenas seis meses.
Ao chegar, encontramos um ambiente bonito e agradável. Em determinado momento, entrei com minha bebê na área da prainha utilizando uma boia própria para bebês de 4 a 48 meses, desenvolvida especificamente para essa faixa etária. Evidentemente, minha filha estava sob minha supervisão direta o tempo todo. Em nenhum momento ela esteve sozinha ou distante de mim.
Poucos segundos depois de entrar na água, um salva-vidas veio até mim e informou que aquele tipo de boia era proibido, alegando que, em um eventual descuido da mãe, o bebê poderia virar e se afogar.
Foi justamente esse argumento que mais me causou estranheza.
Se existe a possibilidade de um responsável se descuidar, isso vale para qualquer criança, utilizando boia, colete ou até mesmo sem nenhum dispositivo. A função desses equipamentos não é substituir a supervisão dos pais, mas oferecer uma camada adicional de segurança.
Questionei a lógica da proibição, perguntando como um parque aquático pode impedir o uso de um equipamento de segurança destinado justamente a bebês. OmA resposta que recebi foi apenas:
Então vamos fazer o seguinte: tira agora.
Sem qualquer abertura para diálogo ou tentativa de encontrar uma solução.
Diante disso, tomei a decisão de recolher todas as nossas coisas e ir embora.


Não fazia sentido permanecer em um parque aquático carregando um bebê de seis meses o tempo inteiro, sem poder utilizar um equipamento criado exatamente para proporcionar mais segurança e conforto.
O resultado foi um passeio interrompido antes mesmo de começar, duas crianças frustradas, um bebê cansado, duas horas de deslocamento (ida e volta) e um dia inteiro perdido.
Reconheço que o parque realizou o reembolso da entrada, porém isso não devolve o tempo perdido, a expectativa criada pelas crianças nem o desgaste emocional vivido pela nossa família. Além do combustível gasto para ir e voltar!
Não estou fazendo esta publicação para atacar funcionários, que provavelmente apenas cumpriam orientações internas. Minha crítica é direcionada à política adotada pelo parque.
Acredito que uma regra como essa merece ser revista. Proibir um dispositivo de segurança utilizado corretamente, sob supervisão constante dos pais, não torna o ambiente mais seguro. Pelo contrário, acaba afastando famílias com bebês e transformando um momento de lazer em uma experiência frustrante.
Faço este relato para que outras famílias possam se informar antes de programar uma visita e também na esperança de que a administração do parque reavalie essa política, buscando soluções que conciliem segurança, bom senso e acolhimento às famílias com crianças pequenas.

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