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Rio Claro - SP

30/01/2024 às 09:38

ID: 181553415

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Ola, bom dia!

Meu nome é Amanda.

Venho através deste e-mail expressar o descontantamento com o atendimento prestado ao meu marido Ramon Rafael Posse, no dia 16 de janeiro por volta das 22 hr.

Procuramos o pronto atendimento pois meu marido estava sentindo arritmia e dores no peito, não somos conveniados, mas dada a gravidade dos sintomas optamos por pagar pelo atendimento em um hospital particular.

A princípio fomos atendido pelo Dr. Egberto, que foi muito atencioso, nos explicou sobre as possibilidades do que poderia ser e nos solicitou vários exames. Logo em seguida ele foi fazer seu horário de descanso e quem passou a nos atender foi a Dra. Juliana Waked, foi aí que nossos problemas começaram.

A médica em questão deveria saber, melhor que eu inclusive, que toda pessoa que procura um pronto atendimento sente uma "dor", seja ela física ou psicológica, afinal, ninguém vai ao hospital a passeio.

Visto a fragilidade do paciente, o mínimo que se espera de um bom profissional é que ele seja claro ao passar informações, o que não ocorreu no atendimento. A Dra. Juliana mandou um enfermeiro ir dar o recado para meu marido que ele deveria esperar para repetir um exame de enzimas cardíacas, sem ao menos nos explicar qual tinha sido o resultado do exame já feito, o que nos levou a crer que havia dado alguma alteração.

Além de não ir falar diretamente com o paciente, ela não falou sobre o resultado de todos os outros exames que ele fez, e por este motivo eu fui questiona-lá. Eu e meu marido estávamos em pânico, sem informação do que realmente estava acontecendo, pensando na possibilidade de ele estar infartando. Talvez para um médico seja uma situação simples e óbvia porque eles sabem como funciona e quais são os procedimentos, mas para quem procura atendimento médico não é, não temos o mesmo conhecimento, e nem temos esta obrigação, do contrario não precisaríamos deste serviço.

A médica em questão, poderia ter nos explicado os resultados, dito que os exames estavam dentro dos valores de referência e que a repetição era apenas um procedimento para maior segurança, visto que de fato não houve alteração em nenhum dos exames, isso teria evitado o pânico que sentimos.

As duas vezes que fui questioná-la, para tentar entender melhor e nos tranquilizar, coisa que ela deveria ter feito e não fez, pois meu marido nem viu a cara dela, ela falou comigo como se estivesse me fazendo um favor.

O minimo que se espera de um médico é um atendimento digno e com informações claras, é obrigação não só atender, mas atender bem, afinal ele não está fazendo nenhum favor, eu paguei mais de 1.******* reais entre consulta e exames, para ter um atendimento nível SUS, ou talvez até pior, pois enquanto meu marido aguardava as 6 hr de intervalo para repetir o exame de enzimas cardíacas e eu tentava acalmá-lo, pedindo que dormisse um pouco, a Dra. Juliana, juntamente com um outro médico que estava de plantão se juntaram aos enfermeiros na frente da sala de observação, e começaram a conversar em tom altíssimo, entre as gargalhadas a Dra. Juliana contava sobre um viagem a cancun, onde ela e o marido conheceram a boate coco bongo, seu marido se empolgou e eles perderam o ônibus de volta, etc, etc.. Sei da história toda, sabe porquê? Por que ela contava e gargalhava, enquanto meu marido tentava dormir. Não tem como esquecer tamanho deboche e falta de respeito não só com meu marido, mas com o ambiente de trabalho e com a profissão que esta senhora escolheu.

Falta de profissionalismo em todos os sentidos.


Espero que esta reclamação chegue até a Sra. Juliana e que a direção dos hospital tome alguma providência sobre a falta conduta apropriada de alguns de seus funcionários.


Desde já agradeço a atenção.

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