Atendimento precário na ***** e liberação precoce para retorno ao trabalho após acidente com cerol

Não respondida
Ribeirão Preto - SP
13/05/2026 às 15:38
ID: 248553433
Fui levado de ambulância pra *****-SP neste sábado dia 9 de maio, pelo motivo de ter sofrido um acidente de moto com linha de pipa com cerol que cortou profundamente meu queixo. E venho primeiramente relatar que de um modo geral fui muito esquecido no meu leito, tirando o enfermeiro que se apresentou como ***** (apelido), o restante dava pra ouvir jogar conversa fora na recepção enquanto eu agonizava de dor por muito tempo, sentia vontade de ir ao banheiro (ainda que não podia na verdade, mas deviam antes me deixar o que recipiente próprio), enfim deviam ter um pouco mais de consciência porque tinha o agravante de eu estar sem acompanhamente! Agora outra situação ainda mais complicada foi na hora de aplicar os pontos, onde o profissional retirou meu curativo que veio da ambulância e achou que não daria conta da situação e que precisava de ajuda, até aí eu entendo, o problema é que refez meu curativo deixando bem frouxo onde voltou a sangrar muito, e o pior, passou de hora pra retornar, onde eu com muita dor, sem plenas condições de chama-los, tive que me submeter a grita-los, oque era muito arriscado pra minha situação e assim que finalmente ele resolveu voltar pra executar o serviço, era o momento mais tenso é claro de todo os procedimentos e quando pensei que poderia ser acalmado durante, na verdade tive que ouvir desabafos dos profissionais em relação às ferramentas de trabalho que estavam ruins, como tesoura etc. E até mesmo o desabafo deles estarem trabalhando 130h semanais, imagina a tensão que eu fiquei em um momento tão difícil?
Agora por último quero reclamar do atendimento final da doutora responsável *****, onde pode até ser que seja uma orientação de algum superior dela no hospital, mas fiquei incrédulo de mesmo eu dizendo que sou um profissional dos *****, estou no mínimo 5h na rua, exposto ao sol e principalmente com um capacete fechado sempre pegando na região dos 14 pontos aplicados! Ainda sim achou por bem de dar apenas 4 dias de afastamento, onde eu retornaria numa quarta-feira, tendo que arriscar muito estourar ou infeccionar alguns dos pontos por 3 dias! E ainda sim retornei ao hospital na terça-feira, não me lembro o nome da doutora que me atendeu, que infelizmente também achou uma boa eu retornar ao trabalho com todo este risco, sendo que 3 dias de afastamento eu conseguiria fazer a retirada de pontos e trabalhar com toda a tranquilidade. Tranquilidade essa que nem mesmo meu gerente teve ao ter que me deixar ir pra rua hoje, nesta complicadissima situação! Onde eu até tentei realizar o trabalho pela manhã, mas após eu sentir o capacete tanto apertar quanto bater na região afetada, voltei a base e pedi pra mais uma vez ver se encontro algum profissional com o mínimo de noção que entenda essa situação complicada e tome a decisão correta!
Enfim peço encarecidamente que reavaliem essas decisões dos profissionais, onde é muito confortável pra eles que não são quem vão correr todo este risco!