Insatisfação com a São Bernardo Automóveis

Não resolvido
São Bernardo do Campo - SP
08/04/2024 às 09:09
ID: 186271101
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesNo dia 11/12 iniciei a conversa com o vendedor Fernando para adquirir um carro. Ao conversar com o mesmo, foi iniciada a negociação sobre o veículo Nissan Kicks 1.6 *******/******* com Km: 86.******* na Loja: São Bernardo Automóveis (R&A Multimarcas Comércio de Veículos e Motos Ltda). A negociação foi feita no nome da minha esposa (na época noiva) Safira, e no dia 15/12 foi aprovada a ficha, e eu Gustavo fui assinar. Indaguei se não deveria ser minha esposa quem deveria assinar o contrato, o vendedor Fernando informou que podia ser eu mesmo, e que o contrato seria enviado para minha esposa.
Quando conversei com o vendedor Fernando para comprar, ele disse que o veículo estava na oficina fazendo os últimos reparos e vistorias, e me entregariam entre os dias 19/12 e dia 20/12 (já que eu havia informado que o veículo era para trabalhar com aplicativo de transporte de passageiros).
No dia 20/12 eu mesmo fui retirar o veículo. O veículo estava todo sujo pois não haviam feito a lavagem e higienização do veículo, e eles disseram que quando voltassem de recesso que fariam a lavagem e higienização, pois não tiveram tempo (pois disseram que eu estava acelerando eles), de início verifiquei que o acendedor de cigarros a luz interna do veículo e o farol dianteiro direito não estava funcionando, e fui indicado pelo Fernando a ir em uma oficina parceira da loja que comprei o veículo, para eles fazerem o conserto. No dia que retirei o veículo, questionei sobre a vistoria cautelar, e fui informado que não tinha como eu fazer nesse ano de *******, pois o Detran já estava em recesso e só voltariam na 2 semana de janeiro, mas que eu poderia circular normalmente com o veículo, e colocar a película anti-vandalismo e insulfilm como informei que precisava colocar. Disseram apenas para eu não colocar no vidro dianteiro, pois se não, não iriam fazer a vistoria.
No dia 23/12 tive o primeiro problema com o veículo, fui fazer uma corrida ao aeroporto de Guarulhos, e após deixar o passageiro em seu destino, fui para o local de espera para novas corridas dos motoristas por aplicativos. Em questão de +/- 10 minutos com o carro desligado e o som ligado (volume ambiente), o carro descarregou totalmente, onde tive que pedir para que fizessem transferência de carga para minha bateria.
Achei que tivesse sido devido ao tempo com o carro ligado, porém no dia 25/12 fui dormir na casa dos meus sogros, e no dia seguinte 26/12 quando fui ligar o carro, a bateria estava totalmente descarregada, precisando fazer uma nova transferência de carga. Questionei o Fernando que estava com problemas na bateria, e que estava ouvindo o amortecedor traseiro fazer barulho. Ele me informou que no dia 04/01 quando eles voltariam de recesso, era para eu levar o veículo para eles fazerem a lavagem e higienização, verificar o amortecedor, e trocar a bateria. No dia 05/01 fui retirar o veículo na parte da tarde, e notei que o barulho na parte de trás do veículo ainda se mantinha, eles disseram que haviam arrumado, e mesmo questionando eles mantiveram a palavra que haviam mexido, e eu falei Ok (imaginando que fosse algo da minha cabeça), eles me indicaram para ir na loja informada por eles: "Baterias Rainha", onde após muita discussão, puseram uma bateria Moura de 50Ah (sendo que a original do meu veículo é de 60Ah), e me deram garantia de apenas 3 meses, colocando no recibo a data do dia 28/12. Pois disseram que não podiam dar a garantia que a Moura fornece, de 18 meses, pois tinham que ser no mesmo prazo da garantia do veículo. Logo após levei para fazer a vistoria cautelar (por conta própria), pois já havia perdido um pouco da confiança na loja, e se constasse alguma irregularidade no veículo, eu iria devolvê-lo. Não constou nada na estrutura do veículo. Porém eu estava circulando com o veículo com um documento do antigo proprietário que seria de Guarujá, e soube na vistoria que já haviam feito transferência para alguém em São Caetano do Sul (assumi o risco da polícia me parar, e eu não saber informar o porquê do documento estar no nome de alguém de São Caetano do Sul).
No dia 11/01 fiz a vistoria na onde eles me indicaram.
Após passar alguns dias, notei que o barulho que eu achava que fosse do amortecedor havia aumentado, e quando levei ao meu mecânico, ele informou que não tinha problema nenhum no amortecedor, e que o problema era as 2 bandejas do veículos que estavam estouradas, podendo me causar um acidente muito grave , e ele me informou que estava havendo desgaste excessivo na parte interna dos pneus dianteiros, além dos Pneus traseiros estarem vencidos, com mais de 5 anos de uso, e eu podendo ser parado pela polícia numa Blitz tendo dor de cabeça. Porém o Fernando informou que não faria a troca dos pneus, já que não havia chegado no TWI. Quanto as bandejas, ele havia informado, que não poderiam estar estouradas, nem os pneus estarem com esses desgaste. Pois eu havia rodado apenas Km 12.******* após ter adquirido o veículo. O meu mecânico informou que eles haviam trocado os pneus, mas não haviam feito alinhamento, balanceamento, nem cambagem. Comuniquei sobre a situação para o Fernando, e ele disse que informaria o gerente dele (Maurício), e ele pediu para eu aguardar o contato do gerente. Infelizmente o pneu não aguentou e veio a estourar no dia 03/02 quase me causando um acidente. Quando fui colocar o estepe, notei que eles haviam me vendido um estepe com a roda de aro menor (aro 15), e a roda do meu veículo é aro 16. Quando questionei a loja, eles disseram para eu aguardar que eles montariam uma roda nova para mim, fiz contato algumas vezes até que eles disseram que quando tivessem a roda montada entrariam em contato comigo, e até hoje (04/04) não entraram em contato comigo informando sobre a roda.
No dia 05/02 levei o carro ao meu mecânico pois não estava dando para continuar rodando, e ele fez a troca das bandejas, alinhamento, balanceamento, e cambagem, além da 2 troca de óleo e filtro.
No mesmo dia em que questionei a loja sobre o estepe, falei que eu havia feito a troca dos pneus, cambagem, alinhamento, balanceamento, e fiz a troca da bandeja, pois eles não haviam mexido em nada quando adquiri o veículo, e que precisava do reembolso que gastei. Após alguns dias, no dia 08/2 disseram que o jurídico havia informado que faria o reembolso apenas da bandeja, pois referente aos pneus dianteiros, fizeram todos os requisitos necessários após uma troca.
No dia 19/03 eu estava na Anchieta indo buscar um cliente, e o carro sem nenhum aviso prévio, fez um barulho, e foi perdendo a força, ao ponto de eu ter que parar ele no acostamento e ser guinchado. Quando levei ao mecânico, foi constatado que havia estourado o Bloco do Motor, e estourado a Biela.
Quando questionei sobre o ocorrido para a Loja, eles disseram que já havia passado da garantia do veículo, pois a garantia ia até o dia 15/03. Porém eu retirei o veículo da loja no dia 20/12, e eu mostrei na Lei do Consumidor que a garantia são de 3 meses para problemas aparentes no veículo, se o problema não for de fácil constatação (como foi no motor), após a descoberta do problema, eu terei mais 90 dias de garantia.
Após informar a lei para eles, informaram que já havia passado da garantia, e não podiam fazer nada, mas mesmo assim enviariam para o jurídico.
Tive que por conta própria ir atrás de guincho, orçamentos, motor e mecânico, para ser feito a troca, pois o veículo é meu material de trabalho, e não posso ficar sem trabalhar.
Após eu já ter enviado o veículo para o mecânico, eles pediram para eu passar o endereço onde o veículo se encontrava, que eles iriam fazer uma vistoria. Quando eu informei que o veículo se encontrava numa oficina, que se eles quisessem eu informaria o endereço, não me pediram mais, nem responderam minha mensagem.
Compartilhe
Consideração final do consumidor
27/02/2026 às 11:39
Até hoje não foi resolvido, e estou em processo Judicial
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
0