Constrangimento e mau atendimento durante avaliação em curso de oratória

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Araripina - PE

14/08/2026 às 00:51

ID: 256435441

Relato de Conduta Curso de Oratória | Sebrae Araripina Pernambuco

Data do ocorrido: 13/08/2026

Gostaria de registrar formalmente minha profunda insatisfação e meu desconforto com a conduta de Lucélia durante a avaliação da minha apresentação no curso de Oratória realizado no Sebrae de Araripina, Pernambuco, no dia 13/08/2026.

Eu fui para esse curso justamente porque preciso melhorar minha comunicação. Nunca havia feito um curso de oratória e nunca tive experiência falando em público. Portanto, considero absolutamente natural que eu estivesse nervosa e ansiosa diante de uma situação nova, especialmente durante minha primeira apresentação.

O que me deixou profundamente constrangida foi a maneira como Lucélia conduziu sua avaliação. Diante dos demais participantes, ela afirmou repetidas vezes que eu era muito ansiosa e chegou a dizer que eu deveria procurar um médico e tomar medicamentos. Essas colocações me deixaram extremamente envergonhada, exposta e emocionalmente abalada.

Pergunto: que tipo de avaliação de oratória é essa? Eu fui ao curso para aprender técnicas de comunicação, melhorar minha postura, minha segurança e minha capacidade de falar em público. Esperava receber orientações sobre minha apresentação, sobre os pontos que precisava desenvolver e sobre como lidar melhor com o nervosismo diante de uma plateia.

Uma coisa é avaliar meu desempenho e dizer que demonstrei nervosismo. Outra, completamente diferente, é fazer repetidas referências à minha saúde e sugerir publicamente que eu procure um médico e tome medicamentos. Na minha percepção, essa abordagem foi invasiva, grosseira e completamente desnecessária para uma avaliação de oratória.

Eu não questiono o direito de receber críticas. Pelo contrário: estou disposta a ouvir e aprender com aquilo que preciso melhorar. O que questiono é a forma como fui tratada e os limites que foram ultrapassados durante essa avaliação.

Saí daquele momento me sentindo humilhada, envergonhada e diminuída. O que deveria ser uma experiência de aprendizado e desenvolvimento acabou se tornando uma situação que abalou profundamente minha confiança.

Também considero muito preocupante que uma pessoa que ocupa uma posição de liderança dentro do Sebrae tenha adotado uma postura que vivenciei como tão insensível diante de uma participante que estava justamente buscando capacitação e desenvolvimento.

Espero que o Sebrae analise esse relato com seriedade, apure a conduta e reflita sobre a preparação e a postura esperada de pessoas que exercem funções de liderança e avaliação.

Eu fui ao curso para aprender a falar melhor em público, não para ser exposta, constrangida ou receber comentários sobre minha saúde diante de outras pessoas.

Solicito que esta manifestação seja devidamente registrada, analisada e que eu receba um retorno sobre as providências adotadas.

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