A órtese do Shopping Ortopédico deformou a cabeça do meu filho

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Vitória da Conquista - BA

18/11/2023 às 23:27

ID: 176203923

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No dia 8 de agosto deste ano, *******, procurei o Shopping Ortopédico da minha cidade, Vitória da Conquista, a partir da indicação do osteopata que atende meu filho. Na época, meu filho Samuel tinha 6 meses de vida e apresentava escáfocefalia.

No Shopping Ortopédico, consegui contato com João Augusto, funcionário da empresa. Ele me atendeu e fiz o pagamento no valor de R$8.*******, sendo R$3.******* via Pix e R$5.******* em espécie, solicitando uma órtese.

- No dia 28 de agosto, fui chamado para levar meu filho para escanear a cabeça. O procedimento foi feito.

- No dia 14 de setembro, o capacete chegou e eu o busquei. Iniciei o tratamento com Samuel no mesmo dia.

- No dia 25 de setembro, pedi uma revisão do capacete, pois estava machucando a bochecha. João, funcionário do Shopping Ortopédico, me orientou a tratar esse tipo de problema com o osteopata.

- Fui ao osteopata com Samuel no dia 27/09 e, no mesmo dia, foram feitos ajustes no Shopping Ortopédico.

- No dia 04/10, retornei o contato com o osteopata queixando-me de alguns problemas que o capacete estava causando e precisei suspender o tratamento até que fossem realizados mais ajustes.

- Somente no dia 10/10 fui convidado a ir ao Shopping Ortopédico fazer um novo escaneamento da cabeça do meu filho.

- No dia 27/10, após 25 dias sem o uso da órtese, recebi de João, funcionário do Shopping Ortopédico, um retorno com o relatório do segundo escaneamento. Nesse relatório, foi identificado um retrocesso no tratamento: a órtese aumentou a deformidade da cabeça e criou uma nova deformidade que não existia.

- No dia 30/10, recebi de volta o capacete e, para minha surpresa, era o mesmo que Samuel estava usando e que deformou a cabeça dele, mas com "ajustes". O osteopata pediu até o dia 13/11 para testar o capacete após os ajustes.

- No dia 08/11, entrei em contato com o osteopata queixando-me de vários problemas com a órtese. Desta vez, ela apresentou muitos mais problemas do que já havia.

- No dia 13/11, dia da consulta com o osteopata, recebi da clínica onde ele trabalhava um áudio. Foi-me dito que houve um imprevisto e que o Dr. não poderia me atender, pois iria fazer uma viagem para um curso, podendo remarcar a consulta apenas para depois do dia 22/11.

Acredito ser desnecessário descrever o tamanho do transtorno e frustração que tive e ainda terei pela frente com esse tratamento, eu e meu filho. Em uma conversa com João Augusto, funcionário do Shopping Ortopédico, ele tentou se isentar da responsabilidade e afirmou que ela é toda do osteopata Dr. Vinicius. Quero deixar claro que para mim é indiferente quem irá assumir a responsabilidade daqui pra frente, mas o meu contrato foi feito com o Shopping Ortopédico e, portanto, é quem eu vou responsabilizar daqui em diante.

Informo que continuarei com o tratamento do meu filho, agora mais importante do que foi há 4 meses quando procurei ajuda profissional. No entanto, não darei continuidade ao tratamento com o mesmo Dr. Osteopata, muito menos com o Shopping Ortopédico. Procurarei os melhores profissionais e empresas que produzem órteses, assim como o melhor tratamento disponível no mercado brasileiro. O período passível de correção da assimetria craniana está encurtando e não é mais viável arriscar um tratamento duvidoso.

Deixo aqui a minha proposta para o Shopping Ortopédico entrar em contato comigo com celeridade (Contato apenas pelo WhatsApp) e então bancar *******% dos custos que teremos daqui em diante com o tratamento. Garanto perdoar qualquer indenização ou cobrança judicial, desde que tratem com prioridade o caso do meu filho e sejam céleres, solícitos e não tenhamos mais nenhum problema com o Shopping Ortopédico para solucionar o caso.

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Consideração final do consumidor

02/03/2024 às 21:22

Sem solução até hoje, destratou minha advogada por telefone, e caso seguirá na justiça.

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