Atendimento de primeiros socorros

Não respondida
São Paulo - SP
21/06/2020 às 00:14
ID: 106822127
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesNo dia 19/01/*******, levamos minha filha pra brincar na Neo Geo diversões, e por volta das 19h20, minha filha não teve onde se apoiar pra descer no escorregador da piscina de bolinhas e caiu de cabeça, vindo quase a desmaiar. Como neste lado do brinquedo, os pais não tem como acessar pra ajudar a criança, minha esposa que estava dentro da piscina de bolinhas, teve dificuldades pra poder pegar a nossa filha lá dentro! A única moça que estava dentro da piscina, cuidava apenas do tempo que as crianças poderiam ficar no brinquedo. Nos deu a impressão de que essa é a única preocupação deles: o tempo de permanência no brinquedo! Não a segurança das crianças! A gerente da loja, sabendo do ocorrido, até que agiu rápido para nos atender e sugerindo levarmos ela até o ambulatório, do Shopping Praça da Moça em Diadema, porém ficamos pasmos qdo demos de cara com a porta fechada. Assustados com a situação fomos comunicados pelo segurança, de que a única enfermeira de plantão do Shopping, havia saído numa ocorrência e que o único bombeiro de plantão, estava fora em outro atendimento. Depois de quase 5 minutos com a minha filha no colo, sem nenhum tipo de atendimento, o mesmo apareceu e praticamente só olhou a minha filha e pediu para que ficasse em observação. Percebendo o descaso no atendimento de emergência do Shopping Praça da Moça, decidimos levar ela no Hospital Infantil Sabará, no Bairro Higienópolis, em São Paulo, em plena noite, pra que uma médica pudesse avalia-la. Lamentável o tipo de brinquedo ter um buraco atrás do escorregador, onde outras crianças podem cair e do ambulatório do Shopping Praça da Moça fechado por não ter disponível mais um profissional para atendimento de primeiros socorros e a Neo Geo que parece apenas se preocupar com o lucro e não com a segurança das crianças.
Saliento que a Neo Geo, através de sua gerente, me ligou várias vezes pra saber o estado da minha filha, dizendo inclusive que depois de algumas semanas, o engenheiro da empresa teria ido ao local pra verificar a falha no brinquedo, porém mesmo assim não me senti satisfeito, pois questionei a mesma do porquê do brinquedo, mesmo depois do ocorrido não ter sido interditado para depois sim, dos ajustes feitos reabri-lo! Ela desconversou e disse apenas que as correções seriam feitas e que entendia o meu questionamento. Não me agradou as ações tomadas, pois deveriam por segurança das outras crianças também, terem interditado o brinquedo. Me passaram mais uma vez que se preocupam apenas com o lucro.