Silvagastec se recusa a analisar alternativas e exige quebra de cobogó em prédio histórico

Não respondida
São Paulo - SP
18/08/2026 às 11:15
ID: 256749795
Após a vistoria realizada no meu apartamento, a Silvagastec determinou que eu instalasse uma chaminé com terminal em T para levar a saída de gases para fora da varanda. Para fazer exatamente como foi orientado, seria necessário quebrar um dos cobogós da fachada de um edifício antigo e histórico.
Não estou questionando a necessidade de levar os gases para fora. Pelo contrário: encontrei duas alternativas que têm exatamente o mesmo objetivo da solução proposta pela empresa: levar a saída para fora da varanda, que é uma área permanentemente aberta.
As alternativas são:
1. Utilizar um adaptador/redutor para uma chaminé de menor diâmetro, que passaria pelo cobogó existente.
2. Fazer uma pequena adaptação na parte final da chaminé existente para que ela passe pelo cobogó e tenha a saída direcionada para fora.
O que estou pedindo à Silvagastec é simplesmente que analise essas alternativas e me diga qual delas, se alguma, pode ser aprovada. No entanto, a resposta que recebi foi apenas que eu deveria fazer da forma correta, ou seja, exatamente como foi determinado inicialmente.
É justamente esse o problema: parece que a empresa está se prendendo à execução de uma única solução, sem analisar individualmente as características do local e as consequências dessa intervenção. Estamos falando de uma varanda aberta e de um edifício histórico, onde quebrar um cobogó significa alterar uma fachada e pode ser muito difícil ou até impossível encontrar uma peça original para reposição.
Se as duas alternativas que apresentei não forem tecnicamente possíveis, tudo bem. Mas preciso que isso seja explicado tecnicamente antes de gastar dinheiro e fazer uma alteração irreversível no imóvel.
Estou pagando, e não pouco, por um serviço técnico justamente para receber uma orientação adequada à situação concreta do meu apartamento. Esperava uma análise individualizada, e não simplesmente a determinação de que a instalação seja feita de uma única maneira, sem considerar o ambiente e as características do edifício.
Por isso, solicito objetivamente que a Silvagastec informe:
* se alguma das duas alternativas apresentadas pode ser aprovada;
* caso não possam, qual é o impedimento técnico de cada uma;
* e qual norma ou especificação fundamenta essa impossibilidade.
Não me parece razoável que, antes de quebrar a fachada de um prédio histórico e gastar dinheiro com uma solução que pode não ser a única possível, eu não consiga sequer obter uma justificativa técnica para a rejeição das alternativas.
Estou disposta a fazer a adequação necessária. Só quero que a solução seja analisada tecnicamente de acordo com a situação real do imóvel, e não simplesmente imposta sem considerar as alternativas possíveis.