Insatisfação com a comunicação e conduta da síndica ***** em relação a barulho e obra no condomínio

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São Paulo - SP

29/06/2026 às 16:41

ID: 252625155

Gostaria de registrar minha insatisfação com a forma como a síndica ***** tem conduzido a comunicação comigo em diferentes ocasiões.

Recentemente, ao entrar em contato para relatar o excesso de barulho durante um momento de confraternização, esperava uma postura acolhedora e comprometida com a mediação do problema. No entanto, a resposta foi marcada por um tom ríspido, irônico e pouco empático, chegando ao ponto de desejar "bom jogo" justamente no momento em que eu relatava o incômodo causado pelo excesso de ruído. Essa postura demonstra falta de sensibilidade diante da situação apresentada.

Aproveito esta manifestação para registrar que essa não foi uma situação isolada. Em outras ocasiões também ocorreram atritos decorrentes da forma como a síndica se comunica. Optei por relevar esses episódios, porém percebo um padrão de comportamento que tem me causado desconforto.

Outro episódio que merece destaque ocorreu durante a execução da obra em meu apartamento. A síndica entrou no imóvel durante a realização dos serviços, interrompendo a equipe e afirmando que a obra não poderia continuar por uma determinada situação. Posteriormente, reconsiderou sua posição e aprovou a continuidade da obra para o condomínio. Entretanto, essa mudança ocorreu quando o prejuízo já havia sido causado, gerando transtornos e impactos na execução dos trabalhos. Apesar disso, não houve qualquer pedido de desculpas ou reconhecimento do transtorno ocasionado.

Tenho a impressão de que, em diversas situações, a síndica age de forma precipitada, justificando suas atitudes como "ações preventivas", mas sem a devida propriedade, sem buscar compreender os fatos antes de agir e sem reconhecer eventuais equívocos quando eles ocorrem.

Reitero que minha insatisfação não se limita aos episódios mencionados, mas principalmente à forma como a comunicação tem sido conduzida: frequentemente ríspida, com falta de empatia, ausência de escuta ativa e, em alguns momentos, com atitudes que considero grosseiras e desrespeitosas, quando não se ouve para responder "Lacrar".

Meu objetivo com esta manifestação não é criar conflito, mas solicitar que a comunicação entre administração e condôminos seja pautada pelo respeito, equilíbrio, cordialidade e profissionalismo, princípios essenciais para uma boa convivência no condomínio.

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Resposta da empresa

01/07/2026 às 18:15

Prezado Sr. Alex,

Lamentamos que a sua percepção sobre os atendimentos realizados tenha sido negativa. Reforçamos que prezamos por uma comunicação respeitosa, cordial e transparente com todos os moradores, e entendemos a importância de acolher manifestações relacionadas à convivência condominial.

Sobre o episódio mencionado envolvendo barulho durante uma confraternização, esclarecemos que o contato ocorreu durante uma partida da Seleção Brasileira, ocasião em que foi solicitada a interrupção de obras em unidades que estavam em reforma. Na oportunidade, foi explicado que, embora o incômodo com ruídos seja compreensível, não havia respaldo legal ou regimental para impedir a execução de obras realizadas dentro do horário permitido apenas em razão do evento esportivo.

A expressão bom jogo, utilizada ao final do atendimento, teve caráter cordial, sem qualquer intenção de ironia, desrespeito ou desconsideração em relação à manifestação apresentada.

Quanto ao episódio relacionado à obra em sua unidade, esclarecemos que a síndica esteve no apartamento juntamente com o engenheiro do condomínio, com sua autorização e durante sua permanência no local. Na ocasião, não houve embargo definitivo da obra, mas sim uma orientação preventiva para que fosse aguardada a confirmação formal da construtora quanto à retirada de um elemento cuja classificação ainda gerava dúvidas técnicas.

Como representante da gestão condominial, a síndica tem o dever de zelar pela segurança da edificação, pela integridade das áreas comuns e pela preservação das garantias construtivas do condomínio. Permitir a continuidade de uma intervenção sem o devido posicionamento técnico poderia gerar riscos ao condomínio e aos demais moradores.

Assim que a construtora Mitre encaminhou a confirmação formal autorizando o procedimento, a informação foi compartilhada com os moradores, garantindo tratamento isonômico às unidades que se encontravam na mesma situação.

Dessa forma, não houve mudança de entendimento, mas sim o cumprimento de um procedimento preventivo até a obtenção da manifestação oficial da construtora. Todas as orientações foram pautadas em documentos técnicos e comunicadas com transparência aos condôminos.

Compreendemos que situações envolvendo obras, ruídos e implantação do condomínio podem gerar desconfortos e expectativas distintas. Ainda assim, todas as decisões da gestão buscam equilibrar os interesses individuais e coletivos, sempre observando a Convenção, o Regimento Interno, as orientações técnicas e a legislação aplicável.

Seguimos à disposição para o diálogo e para buscar soluções dentro dos limites da função, mantendo nosso compromisso com uma atuação responsável, imparcial e respeitosa.

Atenciosamente,
Equipe Síndico Advanced

Réplica do consumidor

02/07/2026 às 11:37

Sobre o episódio do jogo, entrei em contato apenas para questionar se havia sido encaminhado algum comunicado preventivo aos moradores solicitando que evitassem a realização de obras durante o horário da partida. Fui informado de que não seria possível fatender essa solicitação. Diante disso, apenas ressaltei que se tratava de um ponto facultativo e que a síndica poderia, de forma preventiva, ter enviado uma comunicação pedindo o bom senso dos moradores para que evitassem obras durante o jogo. Em nenhum momento solicitei uma proibição, apenas uma orientação pautada na colaboração e no bom senso.

Na sequência dessa conversa, recebi a mensagem desejando "bom jogo". Considerando que eu havia acabado de informar que estava em casa e não conseguia assistir à partida devido ao barulho da obra, estava atritado pois não podia usufruir de um entretenimento em família, logo interpretei essa mensagem como irônica. Inclusive, manifestei esse sentimento diretamente à síndica por WhatsApp. Em nenhum momento houve um posicionamento reconhecendo que a mensagem pudesse ter sido interpretada dessa forma ou uma tentativa de esclarecer que não houve intenção de ironia. Ao contrário, meu sentimento foi completamente desconsiderado, reforçando uma postura de falta de empatia e de escuta ativa, algo que infelizmente já ocorreu em diversas outras situações.

Quanto à questão da obra, a resposta apresentada também não retrata fielmente os fatos. Na ocasião, a síndica afirmou que tinha "99,99% de certeza" de que a retirada da testeira não poderia ser realizada. Com base nesse entendimento, ela entrou na minha unidade e também em outras unidades, impedindo a continuidade do serviço como algo que seria formalizado posteriomente por email, mas que ela estava lá verbalizando para empediar já que a propria engenharia já havia autorizado a retirada.

Algumas semanas depois, quando retomamos esse assunto, quando voltarm novamente atrás, ela reconheceu que havia solicitado a informação de forma equivocada e voltou atrás em seu posicionamento. No entanto, em nenhum momento reconheceu os prejuízos causados por essa decisão, tampouco apresentou qualquer manifestação de lamentação ou pedido de desculpas.

O que mais me incomoda em toda essa situação não é o episódio do jogo nem, isoladamente, a questão da obra. Minha reclamação sempre esteve voltada à postura adotada durante todo o relacionamento, a ausência de escuta ativa, cordialidade, empatia e capacidade de reconhecer quando houve um equívoco.

Entendo que essas atitudes devem existir independentemente da posição ocupada por cada pessoa. Seja na condição de prestadora de serviços, seja na minha condição de proprietário, morador e contratante, o respeito deve ser recíproco. Em diversos momentos, tive a sensação de que essa relação se inverteu, como se eu fosse o responsável por justificar minhas demandas, quando, na verdade, apenas esperava um atendimento pautado no diálogo, na transparência e no respeito.

Por isso, reitero que minha reclamação nunca teve como foco o jogo ou a obra em si, mas sim a forma como fui tratado durante todo o processo. O que espero é uma postura mais humana, respeitosa e empática, baseada na escuta, no reconhecimento dos fatos e na busca por uma convivência saudável entre todas as partes.

Consideração final do consumidor

02/07/2026 às 11:58

Tenho vivenciado uma postura de distanciamento, com pouca abertura ao diálogo e uma tendência à evitação do contato diante de situações de conflito! Sua postura é frequentemente incisiva, com pouca disposição para a escuta ativa, mantendo-se presa a uma ideia previamente estabelecida, sem abertura para refletir sobre outras perspectivas, o que dificulta a construção de soluções e transmite a sensação de que minhas colocações são ignoradas ou desconsideradas.
Acredito que um relacionamento profissional saudável exige disponibilidade para o diálogo, cordialidade, respeito mútuo e disposição para compreender a perspectiva do outro. Esses princípios fortalecem a confiança e contribuem para uma convivência mais transparente, respeitosa e colaborativa entre todas as partes envolvidas.

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Não resolvido

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Nota do atendimento

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