Denúncia de racismo, capacitismo, agressão e perseguição na Firjan SESI (Duque de Caxias-RJ)

Em réplica
Duque de Caxias - RJ
06/02/2026 às 02:02
ID: 239935181
DENÚNCIA: RACISMO E CAPACITISMO NA FIRJAN SESI (DUQUE DE CAXIAS-RJ)
FALTA DE ÉTICA E TRANSPARÊNCIA
O aluno Khalid, bolsista e com TDAH, teve sua saúde mental destruída pelas professoras ***** (2024) e ***** (2025). Dentro da sala de aula, as próprias docentes fomentavam o bullying, incentivando os outros alunos a excluírem e maltratarem o Khalid. Imaginem uma criança em um grupo de 18 a 20 alunos, onde a professora toma o seu brinquedo e a deixa, como forma de punição, chorando e implorando para que os outros colegas a deixem brincar.
Isso acontecia dentro da sala de aula e, detalhe: ocorria com frequência, sob o aval da direção. É essa a 'educação inclusiva' que meu neto recebeu na instituição Firjan SESI de Duque de Caxias (RJ). Um completo desrespeito ao desenvolvimento infantil e à dignidade do aluno.
A instituição não investigou o caso. DENÚNCIA: AGRESSÃO E PERSEGUIÇÃO NA FIRJAN SESI (DUQUE DE CAXIAS)
ENVOLVIDOS:
***** (Pedagoga)
***** (Pedagogia da Direção)
***** e ***** (Professoras)
O CASO:
Em 2024, Khalid (6 anos, TDAH) foi agredido fisicamente na escola, saindo com hematomas no braço. A direção da Firjan SESI ADMITIU a agressão, mas tentou culpar um "profissional de apoio" não identificado para proteger a pedagoga *****.
A RETALIAÇÃO:
Após a denúncia, a equipe de ***** permitiu que as professoras iniciassem uma perseguição cruel. Khalid passou a ser humilhado e isolado na frente de 20 colegas. Tentaram silenciar uma criança de 6 anos através do trauma psicológico.
JUSTIÇA!
Não aceitaremos racismo, capacitismo e agressão física contra nossas crianças. Exigimos as imagens das câmeras e a punição de todos os envolvidos!
PARTICIPE DO ARRASTO: Compartilhe e marque as autoridades. #JustiçaPorKhalid #SesiCaxias #FimDoCapacitismoImaginem uma criança em um grupo de 18 a 20 alunos, onde a professora toma o seu brinquedo e a deixa, como forma de punição, chorando e implorando para que os outros colegas a deixem brincar.
Isso acontecia dentro da sala de aula e, detalhe: ocorria com frequência, sob o aval da direção. É essa a 'educação inclusiva' que meu neto recebeu na instituição Firjan SESI de Duque de Caxias (RJ). Um completo desrespeito ao desenvolvimento infantil e à dignidade do aluno.
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Resposta da empresa
09/02/2026 às 08:30
Prezada Sra. Edimara,
Os registros foram devidamente analisados, respondidos e tratados pela instituição de forma ética, transparente e alinhada aos nossos processos internos.
Ressaltamos que não há novos pontos a serem acrescentados, uma vez que todas as devolutivas relacionadas ao assunto já foram apresentadas anteriormente e tratadas com a responsável legal.
Reforçamos o nosso compromisso com o melhor atendimento e o respeito às suas necessidades.
Agradecemos o contato e solicitamos que avalie o nosso atendimento neste canal.
Permanecemos à disposição.
SAC Firjan SENAI/SESI
www.firjan.com.br
Réplica do consumidor
10/02/2026 às 20:43
A postura da Firjan SESI diante de possíveis condutas ilícitas de seus colaboradores levanta questionamentos sobre sua conformidade com o ordenamento jurídico. A ausência de processos investigativos internos para apurar denúncias graves pode ser interpretada como uma omissão institucional, negligenciando o dever legal de apuração e transparência.
Réplica do consumidor
10/02/2026 às 20:44
A postura da Firjan SESI diante de possíveis condutas ilícitas de seus colaboradores levanta questionamentos sobre sua conformidade com o ordenamento jurídico. A ausência de processos investigativos internos para apurar denúncias graves pode ser interpretada como uma omissão institucional, negligenciando o dever legal de apuração e transparência.
Réplica do consumidor
10/02/2026 às 20:44
A postura da Firjan SESI diante de possíveis condutas ilícitas de seus colaboradores levanta questionamentos sobre sua conformidade com o ordenamento jurídico. A ausência de processos investigativos internos para apurar denúncias graves pode ser interpretada como uma omissão institucional, negligenciando o dever legal de apuração e transparência.