Experiência frustrante e ausência de qualquer política de acolhimento ao cliente

Não respondida
Fortaleza - CE
24/07/2026 às 21:53
ID: 254794997
Visitei o Sítio do Bosco Park com minha família no dia 21/07/2026, após viajar de Fortaleza especialmente para conhecer o local.
Infelizmente, no horário da visita, havia chuva e uma neblina extremamente intensa, que impossibilitaram praticamente toda a experiência. Não foi possível contemplar a vista, tirar fotografias ou sequer visualizar alguns dos principais atrativos do parque, como o famoso balanço. Tenho fotos e vídeos que comprovam a falta de visibilidade naquele momento.
Entendo perfeitamente que as condições climáticas não são responsabilidade do empreendimento. Justamente por isso, procurei o parque de forma educada para verificar se seria possível alguma solução de relacionamento com o cliente, como um voucher para retorno, um desconto em uma nova visita ou qualquer alternativa que minimizasse a frustração da experiência.
A resposta foi que a taxa de visitação é fixa e que, caso eu desejasse retornar, deveria pagar uma nova entrada integral.
Além disso, no momento da compra dos ingressos, também fui surpreendido com a informação de que crianças de 12 anos não teriam direito à meia-entrada, o que aumentou ainda mais o custo da visita para minha família.
Minha insatisfação não é com a chuva ou com a neblina, pois sei que são situações imprevisíveis. O que me decepcionou foi a ausência de qualquer política de acolhimento ou flexibilidade diante de uma situação excepcional, especialmente considerando que a experiência pela qual pagamos praticamente não pôde ser usufruída.
Acredito que um empreendimento turístico deve prezar não apenas pela cobrança do ingresso, mas também pela experiência do visitante. Um simples gesto de boa vontade teria transformado uma lembrança frustrante em uma demonstração de respeito e valorização do cliente.
Espero que a administração reavalie este caso e considere uma solução conciliatória, como a concessão de um voucher ou de uma nova visita, além de esclarecer a política adotada para meia-entrada de crianças de 12 anos.