Violência Médico-Psicológica - Racismo - e outras agressividades

Não resolvido
Piracicaba - SP
24/08/2022 às 15:43
ID: 149057937
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesPreço do exame admissional: R$ 50,00
Racismo, grosseria e atendimento médico de péssima qualidade: não tem preço!
Estive na tarde do dia 23 de agosto de ******* na clínica SJR Brasil, situada a *******, sala *******. Fui atendimento por uma profissional da saúde de nome Jacqueline Perla Abramchik, cujo registro no é CRM ******* e tem como Registro de Qualificação de Especialista n 15.******* (Médica do Trabalho).
Após uma espera razoável para fazer um simples cadastro, a médica acima identificada e depois de um longo tempo, começa a chamar um por vez e, justo na minha vez, uma cliente que já havia sido atendida, aparece à porta da sala da médica dizendo que iria falar rapidamente com a mesma para apenas tirar uma dúvida. Mas, nesse rapidinho, acaba ficando mais de 20 minutos na sala em conversas que era possível ouvir fora da sala onde, também, havia vários clientes a-guar-dan-do. Eu me senti desrespeitado, afinal, já estava ali há muito tempo (cadastro + demora para começar os atendomentos + atendimento das pessoas que me antecederam).
Ultrapassado os limites do bom senso (e sem nenhum tipo de aviso por parte da profissional de saúde ou dos funcionários da clínica), reclamei com as funcionárias da recepção, que nada fizeram a não ser concordar comigo e dizer que a Jacqueline já iria me atender. Não me conformando com o descaso e a demora, eu mesmo bati à porta, pedi licença e perguntei à medica quanto tempo ainda iria demorar o atendimento de quem já havia sido atendida. Ela, pelas reações demonstrada, achou um absurdo eu ter cobrado isso. Uma médica que não está acostumada a ser questionada e que oferece aos seus clientes um atendimento sem humanização, deve mesmo ter se sentido ofendida. A profissional me respondeu dizendo que estava em atendimento e não tinha como saber que horas iria terminar. Provavelmente se sentindo muito afrontada, ela fica ainda mais tempo com a tal senhora que só foi irar uma dúvida rapidinho. Isso deu pra notar pelo teor da conversa que, como disse, vazava para fora da sala. Quando, enfim, terminaram, ao invés de chamar o próximo, a tal profissional sai do consultório e se dirige à administração e, por ali, fica mais uns 15 minutos, em um nítido sinal de retaliação à minha insatisfação. Passado um tempo, fui até a recepção, e a vi conversando ao celular. Não suportando mais tanto descaso, reclamei novamente a recepção que, mais uma vez, nada fez - a não ser repetir que a tal profissional iria me chamar. Passado um tempo, ela volta à sala e resolve me atender. Ao entrar no consultório me prontifiquei a reclamar do tempo de espera, óbvio. Ela começou a ficar nervosa com meus questionamentos e começou a desferir uma série de grosserias. O clima foi ficando tenso e insalubre entre eu (cliente) e ela, (prestadora de serviço). Fiquei nervoso com tanto descaso e, como consequência direta desse atendimento, minha pressão arterial após medida estava 21mmHG (sistólica). Por aí já vemos o pior: uma médica que faz seus clientes ficar com a pressão alta em pleno atendimento. Senti-me desrespeitado e humilhado por esse racismo estrutural. Repito: por esse racismo estrutural! Em meio a ironias e deboches, ela quis encerrar o exame. Disse a tal profissional a mim: imagina um professor desses na sala de aula?, e se um aluno te contrariar, como você vai fazer com essa pressão alta? seu exame é admissional? que pena pra essa escola que está te contratando, entre outras falas, que dada a minha etnia evidencia-se, como disse, o racismo estrutural. Outra fala dela para mim: você gostaria que algum aluno batesse a porta da sua sala de aula? Exercendo ali seu pequeno poder, ela chegou por mais de uma vez a me dizer que hoje você está inapto à admissão. Não aceitei a sentença e pedi que medisse novamente a minha pressão arterial depois de 5 minutos. Ela sequer teve competência para ter essa ideia!
Ao retornar à sala após duas pessoas atendidas, a minha pressão estava quase normalizada (15mmHg - sistólica), mas MESMO COM PROVAS DA CURVA DESCENDENTE, ela não quis dar o atestado e me deu um encaminhamento para uma UBS afim de pedir uma avaliação médica para aí sim, reavaliar o caso. Ela, médica, querendo uma avaliação de outro médico acerca de um problema de saúde que nunca tive e disse isso várias vezes. Ela e qualquer um saberia que o estresse vivido dentro daquela sala foi o único e exclusivo motivo da elevação da minha pressão arterial. Segundo ela, eu deveria marcar uma consulta na UBS (anexo o pedido médico). Expliquei que eu não tinha pressão alta nem nunca fiz tratamento para HAS, afirmei que passo regularmente com cardiologista para tratamento da dislipidemia.
É nítido o flagrante de pouco caso, desrespeito e punitivismo ao qual fui submetido à violência nessa clínica, em especial por essa péssima profissional que no exercício de sua profissão se mostrou inadequada, ofensiva, desrespeitosa e despreparada.
O mínimo que exijo é um pedido de desculpas da profissional e da empresa, além é óbvio do valor pago pelo péssimo serviço prestado a um cliente.
Pressão alta crônica não é motivo de inaptidão à função de professor ainda mais circunstancialmente como foi no meu caso (comprovado através das duas medições).
Um detalhe: não bastasse a incompetência, ela perguntou se eu já havia tomado meu remédio para a depressão naquele dia. Quando eu respondi que sim, ela sorriu ironicamente. É um absurdo! Passei por uma violência médica-psicológica nessa clínica e isso precisa ser publicizado para que violências como essa não aconteçam mais.
Liguei na clínica assim que sai para registrar uma reclamação formal e a administradora responsável disse que iria averiguar. Estou aguardando providências, sobretudo, em relação à conduta médica de ameaçar me deixar inapto por conta da minha pressão alta.
Hoje, tranquilo e calmo aconselho todos: não façam exame admissional nessa clínica e, se fizerem, não aceitem atendimento com essa médica cujo nome é Jacqueline Perla Abramchik. Seu CRM é o de número *******.
Encaminharei essa denúncia e reclamação ao CFM, CRM, ABMT, ANAMT para ciência. Ao menos, fica na história o registro dessa ocorrência. Que ela tenha a oportunidade na vida de ser uma médica melhor, mais humana e faça jus ao seu diploma.
Em tempo: a médica, por diversas vezes, me convidou a procurar outra clínica caso não estivesse satisfeita com aquela.
Felipe M de Menezes.
Compartilhe
Consideração final do consumidor
14/02/2024 às 13:06
Não Nao fui atendido!
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
0