agressão a paciente e omisão do homecare status

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São Paulo - SP

22/06/2026 às 10:03

ID: 252004647

AGRESSÃO AO PACIENTE E OMISÃO DO HOMECARE STATUS

Talita Santos
*******;Ouvidoria Corp;Home Care;Ouvidoria;+1 outro

Olá,


Venho por meio deste e-mail, relatar uma situação extremamente grave, que acontece com o meu pai, dentro da nossa casa.
Ele era atendido pela técnica de enfermagem Maria de Lurdes, uma senhora de quase 70 anos, que desde o início demonstrou ter um gênio forte, mas que ao longo do tempo fomos relevando por ser uma pessoa que não faltava nos seus plantões, um dos grandes problemas na área de enfermagem.
Meu pai é um paciente que retirou um meningioma, do tamanho de uma laranja, da região frontal do cérebro, no ano de *******. Desde então, lidamos com as sequelas decorrentes deste processo, e uma delas é a oscilação de humor e a confusão mental em muitos momentos.
Sempre acreditamos que os profissionais que o atendem, estivessem preparados para lidar com esse tipo de patologia, mas tivemos a certeza que não. Esta senhora, ignorantemente, após cometer o [Editado pelo Reclame Aqui] que cometeu, afirma que meu pai é orientado.
No sábado dia 13, já havia acontecido uma situação desagradável com esta senhora em relação ao meu pai. No momento da higiene íntima, ele ficou desconfortável, provavelmente sentiu algum incomodo na região íntima e falou alguns palavrões, a técnica de enfermagem, fechou a mão e colocou perto do seu rosto, o ameaçando. Neste momento, ele ficou mais irritado e agitado. Eu a repreendi, pedi para respeitar a condição dele. Acreditei que tivesse entendido.
Na quarta-feira, dia 17, também no momento da higiene íntima, voltou a acontecer a mesma situação, mas desta vez, mais grave. Meu pai voltou a falar palavrões, por algum desconforto que sentiu e a técnica, simplesmente, se sentiu no direito de dar um tapa com raiva, na perna do meu pai.
Ficamos sabendo somente na manhã seguinte pela cuidadora o que havia acontecido, porque a técnica teve a coragem de fazer o que fez, na frente da cuidadora e com uma câmera dentro do quarto.
Entrei em contato com o homecare para relatar o que aconteceu, falei com a enfermeira Thamy, a mesma disse que era grave o corrido e que passaria para a Bruna, responsável pela equipe técnica. Fiquei o dia todo aguardado um retorno, um respaldo ou até mesmo algum tipo de orientação, mas não recebi nada! Na verdade o que tive, foi mais decepção. No final da tarde, esta técnica começou a mandar mensagem, ligar e importunar, as outras pessoas que trabalham na casa e nós familiares. Para nossa surpresa, ela justificou o que fez afirmando que meu pai é orientado, dando a entender que toda vez que ele falasse algum palavrão ou besteira, repetiria a agressão e ainda fez o favor de encaminhar sua conversa com o homecare que foi conivente com a mesma referente ao ocorrido, oferecendo outro plantão para a agressora, ou seja, outro paciente para que ela fizesse o mesmo e ainda aproveitou para falar mal da família.

Já tive algumas dificuldades de comunicação com esta enfermeira Thamy, que infelizmente é a intermediadora entre a família do paciente e o convênio. É uma pessoa que usa artimanhas para desestabilizar o familiar que na maioria das vezes entra em contato para relatar algum problema e consequentemente, já está desestabilizado emocionalmente. Mas esta "profissional" que teria a obrigação de ser paciente e saber tratar, ter empatia e reverter a situação de maneira positiva, faz questão de fazer sempre ao contrário. Coloca a culpa nos familiares que já estão extremamente desgastados e ainda ajuda as técnicas a falar mal. Já teve uma situação anteriormente, que uma técnica mostrou em conversa, a enfermeira super profissonal Thamy, falando mal da família. Pelo fato do whatsapp ser um canal onde provas ficam registradas, acreditei não fossem cometer o mesmo erro novamente. Isso, quando ficamos sabendo, imagina quantas vezes essa falta de ética e profissionalismo não acontece.
Quando vi as mensagens com a agressora, entrei em contato com o homecare e relatei a minha indignação. Não lembro o nome da pessoa que me atendeu, mas isso foi na quinta-feira a noite. A mesma não quis dizer quem mandou as mensagens sendo conivente com a agressora e pra piorar a situação, enquanto eu falava com esta pessoa, a televisão estava bem alta passando jogo de futebol de fundo, com grito de gol, ou seja, a atendente não teve o bom senso de baixar o volume da TV.

Ninguém entra em contato pra falar o nome da profissional que vai substituir a técnica agressora, não falam o horário que a pessoa vai chegar, ficamos sempre no escuro. E quando entramos em contato pra saber, a família que é problemática, conforme está na conversa que colocarei em anexo.

Percebo que a família sempre será problemática enquanto não abandonar o seu familiar e lutar pelo o que é certo. Técnicas de enfermagem em sua maioria, não gostam de familiar presente, quando acompanham, orientam e corrigem se for necessário. Do outro lado, empresas de homecare não gostam do familiar que entra em contato levando problemas, cobrando ou pedindo. Desta forma, seremos sempre os problemáticos.

Costumo dizer que meu pai estará sempre em primeiro lugar, independente do que vão gostar ou Não.

Paciente: Sérgio Rodrigues dos Santos
Convênio: Bluemed Alvorecer

Técnica agressora: Maria de Lurdes Alves Cavalcante
COREN-SP *******.*******AE

Filha: Talita Gomes dos Santos


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