Falta de Orientação - Prejuízo para o Consumidor

Reclamação em réplica

Em réplica

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Araxá - MG

10/08/2015 às 16:47

ID: 14137058

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No intuito de presentear meus pais com uma viagem para a Europa (Portugal e França), em fevereiro de *******, entrei em contato com a Suncoast para solicitar à Agência uma cotação da viagem e ajuda em sua preparação.



A Agência deveria considerar a seguinte logística de viagem:



1) saída dos meus pais e de uma tia de Belo Horizonte, com destino a Paris, em 14/06/15;

2) saída deles de Paris com destino a Lisboa, em 18/06/*******; e, por fim

3) retorno a BH, saindo de Lisboa, em 30/06/*******.



A hospedagem em Paris se daria em hotel regular sem quaisquer refeições inclusas, mas em Lisboa eles deveriam ficar hospedados em hotel que fornecesse meia pensão.



Em março de *******, efetivei junto à Agência a compra de três pacotes, no valor total de R$ 21.*******,19 e que incluíam os seguintes serviços:



1) Aéreo;

2) Hospedagem; e

3) Seguro; e

4) Instruções sobre a viagem.



Em mais de uma oportunidade indaguei à Agência sobre a necessidade de os meus pais realizarem algum procedimento especial para essa viagem, como por exemplo: (i) tomar alguma vacina ou (ii) obter algum visto especial, ao que fui respondida que não.



Dias antes da viagem do meus pais e desta tia, mais precisamente no dia 11/06/*******, ou seja, faltando 3 dias para o embarque dos meus pais e da minha tia, um amigo comentou sobre as regras de viagens para países integrantes do Espaço Schengen.



Seus comentários me alertaram para a questão da validade do passaporte dos meus pais na data de seu retorno e foi com desespero que me dei conta de que o passaporte do meu pai estaria vencido há aproximadamente 20 dias quando ele estivesse retornando ao Brasil - isto é claro, se ele conseguisse ingressar na França.



Ainda no dia 11/06/*******, entrei em contato com a Agência, primeiro por telefone e depois por e-mail, para confirmar tal informação, mas não obtive retorno imediato, pois caso a informação se confirmasse nós ainda poderíamos tentar um visto de urgência.



Na manhã do dia seguinte (12/06/*******) recebi uma ligação da agente encarregada pela viagem dos meus pais que me assegurou ao telefone que eu não deveria me preocupar, que muitos de seus clientes já teriam passado viajado com sucesso nestas circunstâncias.



Contudo, receosa de que as consequências deste desconhecimento pudessem colocar 3 (três) pessoas idosas em situação vexatória, entrei em contato com o Consulado Francês, ocasião em que fui esclarecida de que muito provavelmente meus pais sequer conseguiriam embarcar e que na hipótese deles conseguirem ainda haveria o risco de serem deportados para o Brasil.



Diante destes esclarecimentos, fiz novo contato com a Agência para entender (i) o por que da Agência não ter me orientado antes e(i) quais eram as nossas alternativas, já que àquela altura já não seria mais possível o meu pai conseguir um passaporte de emergência .



Ao telefone a atendente me disse que a Agência não prestava serviços de despachante e, portanto, não tinha qualquer responsabilidade sobre o que nos havia ocorrido. Disse ainda que eles deveriam tentar embarcar, pois como ela já havi

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Resposta da empresa

11/08/2015 às 11:21

“Prezada Senhor (a),



Acusamos o recebimento de suas informações sobre o pacote de turismo com destino a Europa adquirido por meio de nossa agência de turismo, todavia, ressaltamos que a nossa prestação de serviços se dá única e exclusivamente na comercialização de pacotes turísticos, tais como: passagens aéreas, hotéis, cruzeiros, dentre outras atividades do ramo comercial de turismo, mas não oferecemos, ou ainda, não possuímos qualquer tipo de serviços ligados a despachantes, com finalidade de solicitação de vistos para o exterior. Sendo assim, lembramos ainda que comunicamos e alertamos a todos os nossos clientes, sem exceção, de que verifiquem seus documentos pessoais sobre a questão de sua validade, prazos, e se estão legíveis antes de realizarem suas viagens. Por fim, informamos que nossos serviços são prestados em estrita consonância com as legislações aplicáveis ao serviços de turismo, ou seja, Embratur e Código de Defesa do Consumidor. “

Réplica do consumidor

11/08/2015 às 11:39

Prezado (a) Senhor (a),

Nenhuma advertência sobre os documentos necessários à imigração temporária dos meus pais foi feita, nem tampouco foram esclarecidos quais seriam os documentos necessários para a realização da viagem. Este é o ponto principal da reclamação aqui feita. Caso isto tivesse acontecido, todos os transtornos incorridos com esta negligência da Agência teriam sido evitados, eles e o custo adicional com as remarcações.

É por isto que não recomendo os serviços da Agência.

Att.,
Fabiana