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Rio de Janeiro - RJ

11/07/2023 às 13:00

ID: 168002963

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Meu marido foi fazer uma entrevista na GPS e foi informado que seria para trabalhar de 7h às 19h em um condomínio, seria como porteiro pelo grupo Sunset. Quando ele chegou na base da Sunset, foi informado que seria de 19h às 7h. Beleza, ele aceitou mesmo assim e começou a trabalhar no condomínio. Passado uns 2 meses, trasnferiram ele para trabalhar no Park Shopping de Campo Grande para trabalhar de 10h às 22h para trabalhar 12h em pé, como se fosse vigilante, mas ganhando salário de porteiro. Todos os dias, antes de trabalhar os chefes de segurança fazem reunião pra falar a mesma coisa. Em uma dessas reuniões eles falaram que trabalhar em shopping não é para qualquer pessoa, então quem não estivesse aguentando, era só falar com eles que eles iriam ajudar de alguma forma. Meu marido, inocente, foi falar com eles. Aí foi um supervisor jogando pro outro. Até que mandaram ele falar com a supervisora de rota, a Carla. Aí essa Carla falou pra ele ir na base, no dia da folga dele pra tentar resolver, chegando na base ligaram pra ela e ela simplesmente falou que não tinha vaga em nenhum lugar. Porque ela não falou isso com ele na hora?
Beleza, ele aceitou que não teria jeito e que teria que ficar por ali mesmo. Até que o supervisor Victor não colocou ele na escala e ele perguntou onde ficaria. Aí esse supervisou falou pra ele ir na base, meu marido chegou na base e lá ligaram para a Carla e ela falou para o rapaz do RH dar advertência e falta para ele, porque ele estava "se negando a trabalhar" meu marido foi reclamar com o supervisor que mandou ele para a base, ele falou que não tinha o que fazer. Beleza, meu marido foi pra casa e no dia seguinte foi a folga dele. Aí de novo, nome dele não estava na escala, esse mesmo Victor mandou ele ir para o Barra Shopping, chegando lá, ninguém sabia que meu marido iria pra lá, mas como ele mostrou a mensagem, deixaram ele ficar porque estava precisando de gente para trabalhar. Meu marido ficou ali um mês trabalhando em doca, debaixo de sol, sendo obrigado a barrar pessoas de pele preta, barrando latinos, sem nenhum motivo, só porque o Douglas, que trabalha na central mandava ele barrar, porque supostamente eles eram "suspeitos". Até que chegou um dia, que meu marido estava na Doca, tentando fugir do sol, e o Douglas mandou ele ficar na frente da câmera, meu marido foi para frente da câmera e ele falou que não estava vendo, meu marido disse que estava na frente da câmera e ele falou para meu marido não questioná-lo que ele sabia se ele estava na frente da câmera ou não. Aí chegou o supervisor da sunset, meu marido foi reclamar com ele sobre isso. O supervisor mandou ele ir para a base, chegando na base tomou 3 dias de suspensão. Meu marido não aguentou a pressão, e pediu demissão, ele está aguardando o contato da empresa para fazer a homologação e agora estão querendo dar como abandono de emprego. Um conselho, se alguém tiver interesse em contratar essa empresa ou trabalhar nela, não vá, só vai acabar com a sua saúde mental e você ainda vai sair como errado.

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Consideração final do consumidor

15/06/2026 às 11:31

Péssimos, preconceituosos, autoritários, sem empatia pelos funcionários da empresa, os superiores se acham os maioral, e acham que pode fazer o que quiserem com os funcionários e o pior é que saem impunes

O problema foi resolvido?

Reclamação não resolvida

Não resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

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