Fui impedida de fazer cotação

Não respondida
Brasília - DF
08/10/2019 às 16:48
ID: 95890455
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesSou estudante de Administração na Unip/DF. Iniciei estágio na mesma área, em uma startup, que é um Armazém online. No dia 26/09, estive no Super Adega, fazendo cotação de valores de produtos, como de costume, pois já havia feito isso outras vezes.
Recém entrei no Super Adega, fui abordada de forma rude por um segurança do estabelecimento, no qual me perguntou se eu estava fazendo pesquisa de preços, tendo como positiva a minha resposta.
Mais uma vez, de forma grosseira me disse que eu deveria ter uma autorização para tal, informei que estava ali fazendo isso toda semana, e que como a empresa tem mais de 2 anos, se é exigido a autorização, provavelmente já deveria estar na gerência. Ele me disse então que eu deveria ter essa autorização em mãos. Eu achando estranho e visivelmente constrangida pela abordagem, e pela forma em que os outros clientes me olhavam, continuei a fazer a minha pesquisa de preços em outro corredor.
Nesta momento fui abordada por outro homem chamado Henrique, desta vez vestido com uma camisa do Super Adega, aparentando ser funcionário da gerencia. Este me disse que eu precisava de autorização para fazer pesquisa de preço, mais uma vez me constrangendo e me intimidando, pediu para que eu me retirasse que voltasse com a devida autorização, mesmo eu comunicando que fazia isso toda semana e que nunca haviam me informado de tal autorização.
Acontece que eu estava com outro homem que trabalha comigo, ele estava em outro corredor e achei estranho somente me abordarem e não o abordarem, questionei o Henrique do por que somente me abordaram e pedirem autorização e o meu colega de trabalho não. Fui atras do meu colega e o informei do que estava acontecendo. Depois que perceberam que eu não estava sozinha e que havia um homem comigo, o tratamento mudou. Continuaram insistindo por tal autorização, mas desta vez de forma diferente. Saimos do Super Adega, e o Henrique nos acompanhou até a saída. Eu, muito abalada por tal constrangimento e por me sentir intimidada, não conseguia falar 1 palavra. Enquanto meu colega de trabalho muito chateado com a situação e por principalmente perceber um caso de machismo, ligou para o meu chefe, que disse, que não poderíamos ser impedidos de fazer a pesquisa. Por um pedido do meu chefe, voltamos ao Super Adega e fomo até a gerência, lá informamos aos funcionários presentes do que havia acontecido, e os mesmos surpresos nos falaram que não precisava de autorização, que nunca tinham escutado isso. Chamaram para resolver o nosso problema, o gerente, e para surpresa o gerente era o tal Henrique. Meu chefe ligou para o Super Adega para tentar entender o que estava acontecendo, e o Henrique falou que deveria ter a autorização. Então, meu chefe pediu para ele nos repassar o modelo de autorização. Cerca de 15 minutos depois, o Henrique voltou com este modelo que está em anexo, que é do Dia a Dia. Ou seja, eles nem tem um modelo de autorização.
Depois disso, fomos embora.
Quero deixar aqui registrado a minha profunda indignação com o estabelecimento e principalmente com estes 2 funcionários, que me constrangeram e me intimidaram num ato gigantesco de machismo.