Violação dos direitos do consumidor na loja Super celular.

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Rio de Janeiro - RJ

02/03/2025 às 21:51

ID: 211219897

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No dia 15 de fevereiro estava com minha família passeando no shopping Metropolitano, pensando em comprar meu presente de aniversário (que aconteceu no mesmo dia), fomos na loja Super celular em busca de um relógio smartwatch.
Lá encontramos o gerente da loja que vendeu um relógio smartwatch ultra, microwear.
Ao chegar em casa notei o mal funcionamento do relógio, que não conectava corretamente ao celular, mesmo após seguir todos os passos contidos no manual.
No sábado seguinte (22/02), retornei à loja a fim de trocar o aparelho que não funcionava.
O vendedor Gustavo estava na unidade nesse dia, após uma longa análise do aparelho (cerca de 1h30 de espera) confirmou o problema. Que eu saiba, o vendedor realizou a troca do aparelho sem documentar ao sistema.
O pareamento do novo relógio com o celular foi feito pelo próprio vendedor na loja.
No mesmo dia à tarde, o relógio apresentou uma falha na tela, em que a mesma começou a piscar, diminuir o brilho e até desligar sem comando algum. Ou seja, o novo aparelho apresentou, novamente, defeitos.
Na quarta-feira(26/02), a tela do relógio apagou.

Hoje, dia 2 de março, retornei ao shopping para realizar a troca do aparelho.
Chegando na loja fui atendida por uma balconista que pegou o aparelho e ligou na tomada, para carregar, mesmo eu dizendo que não adiantava carregar, pois o aparelho não estava funcionando desde o início da semana.
A balconista, que negou dizer seu nome, ficou enrolando por cerca 30 min e, quando questionada sobre qual seria o procedimento, como resolveriam o caso, começou a dizer que precisava esperar o relógio ligar, sendo que o defeito era, justamente, a tela que não ligava.
O vendedor Gustavo disse que não poderia trocar de relógio, pois a unidade não estava recebendo relógios novos, e que os 2 relógios que me vendeu eram velhos, justificando assim o mau funcionamento dos aparelhos.
O vendedor Gustavo e essa vendedora começaram a justificar que a ausência do gerente na loja impossibilitava a resolução, pois o poder estava nas mãos do gerente. E que, se o gerente estivesse na loja o atendimento seria pior ainda, pois ele não ia querer resolver nada.
A balconista questionou a profissão da minha mãe, que estava me acompanhando, após ela falar que o direito do consumidor precisa ser respeitado e que quem sabe das leis do consumidor a fazem valer.
A balconista disse que se minha mãe não era advogada, ela não tinha o direito de falar nada, nem questionar se a loja estava respeitando os direitos do consumidor.
A balconista começou a discutir com minha mãe, em uma total falta de respeito. Chegou a dizer que podíamos chamar a polícia, escrever para o Reclame aqui, ir na administração do shopping, pois nada iria substituir o poder do gerente sobre a tomada de decisão e que, mesmo assim, o gerente não resolveria, pois ele tem um atendimento pior que o dos vendedores.
No mesmo instante, meu pai, que estava nos acompanhando, foi até a administração do shopping metropolitano relatar o problema.
Na administração, a atendente disse que precisamos enviar um e-mail, e que a resposta da loja é feita em 3 dias. A administração do shopping jogou a responsabilidade para a loja novamente e não resolveu nada.

Então, pedimos aos vendedores que dessem entrada na documentação de devolução do produto, já que a troca estava impossibilitada, e eles se negaram a imprimir o documento.

Os vendedores pediram para que amanhã, segunda-feira de Carnaval, dia 03/03, nós retornássemos na unidade para encontrar com o gerente e tentar resolver com ele a situação, pois a loja não dispõe de gerência, nem da presença do dono para resolver as demandas do cliente, após venderem um produto com defeito.
Os direitos do consumidor foram violados.

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