Constrangimento e falta de empatia de gerente em supermercado ao abordar cliente com necessidade urgente de usar o banheiro

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Florianópolis - SC

30/05/2026 às 11:37

ID: 250110737

Constrangimento e falta de empatia com cliente em situação de urgência

Venho registrar minha profunda insatisfação com o atendimento recebido hoje, 30/05, por volta das 11h20, na unidade do Supermercado Hoffmann localizada na Avenida Bento Gonçalves, em Porto Alegre.

Eu estava acompanhado da minha esposa, que possui uma condição de saúde que pode gerar situações de urgência e necessidade imediata de utilização do banheiro. Diante dessa necessidade, nos dirigimos rapidamente ao local.

Enquanto caminhávamos pelo corredor em direção ao banheiro, fomos surpreendidos quando uma funcionária gritou em voz alta, por duas vezes: "TEM QUE PEDIR PARA IR AO BANHEIRO".

A forma como fomos abordados foi extremamente constrangedora, desrespeitosa e desnecessária. Fomos expostos diante de outros clientes em um momento delicado, sem qualquer preocupação em compreender a situação ou agir com discrição e respeito.

Após o ocorrido, solicitamos conversar com a gerente e com a subgerência da unidade. Para nossa surpresa, fomos informados de que a própria pessoa que havia nos tratado daquela maneira era a gerente da loja.

Somos clientes frequentes do mercado, realizando compras na unidade duas a três vezes por semana. Justamente por isso, a situação gerou ainda mais decepção, pois esperamos um atendimento respeitoso e humanizado de uma empresa que frequentamos regularmente.

Entendemos que o estabelecimento possa possuir normas internas relacionadas ao uso dos banheiros. No entanto, nenhuma regra justifica que clientes sejam repreendidos aos gritos ou expostos publicamente, especialmente quando há uma necessidade relacionada à saúde.

Solicitamos que a direção do Supermercado Hoffmann apure os fatos ocorridos, avalie a conduta adotada pela gerente da unidade e reforce a importância de um atendimento pautado no respeito, na empatia e na dignidade dos clientes.

O que mais nos indignou não foi a existência de uma regra, mas a forma humilhante e inadequada com que fomos tratados diante de outras pessoas.

Atenciosamente.

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