Recusa de atendimento por falta de saudação à responsável pelo estabelecimento.

Não respondida
Brasília - DF
14/08/2026 às 12:37
ID: 256469421
Hoje, 14/8/2026, por volta das 11h40, fui ao mercado SUPERBOM da QNL 13/15 para comprar carne. Ao chegar ao balcão do açougue, disse E aí, amigo?, com a intenção de chamar a atenção do açougueiro. No entanto, ele continuou realizando o que estava fazendo, sem me dar atenção. Imaginei que não tivesse escutado e repeti a frase, mas, novamente, não fui atendido. Diante disso, perguntei quem era o responsável pela loja. Depois de algum tempo, a responsável apareceu e, ao explicar o que havia acontecido, ela passou a exigir que eu dissesse bom dia antes de prosseguir com o atendimento. Voltei a explicar o ocorrido, mas ela continuou insistindo no bom dia. Enquanto eu tentava relatar o problema, ela afirmou que eu estava sendo mal-educado e que estava destratando-a. Então perguntei qual deveria ser o foco naquele momento: o fato de eu não ter dito bom dia ou a situação que eu estava tentando relatar. Ela respondeu que não iria mais me atender justamente porque eu não havia dado bom dia. Também afirmou que tinha onze anos de trabalho e que sabia muito bem como resolver a situação. Eu disse a ela que talvez o açougueiro estivesse levando problema particular para dentro do trabalho, que isso deve ficar de fora, mas ela só sabia dizer bom dia. Considero lamentável que uma situação tão simples tenha tomado essa proporção. Não estou questionando a necessidade de educação e cordialidade no atendimento pelo contrário, isso deve valer para ambos os lados. O que questiono é transformar a ausência de um bom dia em motivo para se recusar a ouvir e resolver uma situação apresentada por um cliente. Se, depois de onze anos de trabalho, ainda não se aprendeu a separar uma questão de cordialidade de um problema que precisa ser resolvido, talvez realmente sejam necessários mais onze anos para aprender que o bom dia não deve estar acima do respeito ao cliente e da solução do problema. Hoje eu descobri o motivo de o açougue do Superbom viver com poucos clientes em comparação à concorrência.