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Belo Horizonte - MG

31/07/2025 às 01:22

ID: 223404981

Os médicos dos centros de saúde não conseguem nem avaliar o índice tornozelo-braquial (ITB), nem consultar a circulação sanguínea dos pacientes e já dizem que o paciente não tem nada. Não há exames para diagnóstico de arterosclerose, muitos pacientes estão com órgãos internos prejudicados (rins, olhos, cérebro, bexiga, ossos, articulações, etc) por má circulação sanguínea e falta de atendimento cardiológico e clínico. Poderia ter parceria com a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular para melhorias diagnósticas com universidades globais (National Universidade de Singapura, ETH Zurich Suíça, Reino Unido, Universidade de Hong Kong SAR, Peking Universidade Beijing China, Tsinghua Universidade Beijing China, Universidade Melbourne Parkville Australia, Technical Universidade Munich Alemanha, McGill Universidade Montreal Canada, Université PSL Paris França, Fudan Universidade Shanghai China, etc.). Também, o Conselho de Cardiologia poderia trabalhar em melhorias significativas para os brasileiros, com parcerias em universidades globais.
Não há treinamento contínuo de médicos e enfermeiros para o atendimento primário nos centos de saúde dos municípios a fim de evitar novas complicações de saúde da população. As equipes de saúde nos municípios são ineficientes e faltam profissionais que estudam continuamente as ciências médicas, físicas, químicas e biológicas. Não há equipamentos suficientes. O Brasil precisa de atenção primária com gestão para as condições crônicas dos cidadãos. Não há prevenção e o atendimento com especialistas só ocorrem quando a pessoa está no estágio avançado de doenças (artrite, artrose, osteoporose, avc, infarto, insuficiência renal, insuficiência cardíaca, aterosclerose, colesterol alto, cegueira, diabetes, anemia, etc.) O acesso a cuidados especializados demoram anos e não chamam. Poderia ter contato por email e não há. As disparidades entre os sistemas público e privado no Brasil significam aumento das desigualdades sociais e isso gera piora na economia brasileira, porque muitas pessoas ficam doentes e não trabalham mais (dependendo do INSS que é péssimo há décadas).
O índice tornozelo-braquial deveria ser ferramenta de triagem padrão em pacientes com má circulação e problemas cardíacos, não há diagnósticos doppler para cuidados da atenção primária e saúde da família nos municípios. O SUS enfrenta dificuldades de acesso e continuidade (porque políticos tinham que ter plano de governo contínuo para saúde e educação, independentemente se é de direita ou esquerda), e isso dificulta o tratamento de doenças crônicas. Os sistemas de saúde privados são inacessíveis para a maior parte da população e não há tratamento uniforme. Não entendemos porque a atenção primária não pode ser fortalecida com prevenção de qualidade e saneamento básico em todos os municípios. O eletrocardiograma é mal feito e muitos profissionais desconhecem a técnica de diagnóstico (inclusive médicos) e isso atrapalha a saúde porque o paciente continua doente pensando estar saudável devido a tantas falhas no SUS. Faltam protocolos claros que relacionem a atenção primária (diagnóstico, controle de fatores de risco) ao encaminhamento oportuno para especialistas de pacientes com isquemia crítica dos membros, etc. A telemedicina poderia ser ampliada com uso da interpretação remota e com especialistas de apoio à atenção primária em áreas de pessoas de baixa renda. Muitos profissionais de saúde estão usando a emoresa "OpenAi" (que erra muito e está gerando diversos prejuízos por falta de revisores dos textos gerados). As listas de espera deveriam ser centralizadas a fim de facilitar o gerenciamento e encaminhamentos a especialistas eletronicamente para maior eficiência e equidade. Faltam recursos para cientistas nas universidades para gerarem resultados em saúde melhor para a população.

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