Parque Surfland não sinaliza riscos estruturais e causa perda de equipamento valioso.

Reclamação não resolvida

Não resolvido

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Joinville - SC

19/06/2026 às 16:14

ID: 251862201

Fui ao Parque Surfland em Garopaba/SC no dia 14/06/2025. Minha sessão na piscina de ondas (piscina direita) foi encerrada às 14h20 pelo próprio salva-vidas, que me disse que não haveria mais ondas e mandou eu sair da piscina. Cerca de 3 a 5 minutos depois, já parado na área rasa de borda, com meu par de nadadeiras Kpaloa na mão, retirando meus equipamentos após sair da água, uma onda da série me pegou de surpresa e levou o equipamento para um dos vãos/dutos entre as piscinas. Sessão já encerrada. Eu não estava surfando, estava saindo.

O par de nadadeiras Kpaloa tem mais de 10 anos de uso e custa hoje R$ 800,00 para reposição, valor verificável no site oficial da marca.

O problema estrutural: esses vãos não têm grade nem proteção alguma. Qualquer objeto que caia ali, seja um pé de pato, uma roupa de neoprene ou uma câmera, some para sempre. O próprio parque admite que é impossível resgatar.

Os vãos são pouco visíveis, praticamente escondidos entre as piscinas, e não há absolutamente nenhuma sinalização avisando sobre esse risco. Enquanto isso, o parque tem placas espalhadas por toda a área das piscinas proibindo comer na borda, proibindo uso de copo e outras regras de comportamento. Ou seja: o parque sabe sinalizar quando quer. Escolheu sinalizar regras menores e ignorou completamente um risco estrutural permanente e irreversível. Isso não é descuido, é negligência.

No check-in, recebi apenas a camiseta de lycra. Do check-in até o início da sessão, nenhum funcionário me alertou sobre os vãos, sobre o risco de objetos serem arrastados para lá ou sobre a impossibilidade de resgate. Já notifiquei formalmente a empresa para que as gravações das câmeras de segurança do dia 14/06/2025 sejam preservadas, já que elas podem confirmar que não houve qualquer abordagem sobre esse risco, e também confirmam que eu portava o equipamento em mãos durante toda a visita ao parque.

O Termo de Responsabilidade que assinei antes de entrar na piscina afirma textualmente que "a equipe da Surfland Brasil Garopaba me instruiu, previamente à entrada na piscina, com briefing detalhado a respeito das regras de convivência e segurança". Isso simplesmente não aconteceu no que diz respeito aos vãos. Recebi a camiseta de lycra no check-in e fui liberado para a sessão sem qualquer instrução sobre esse risco específico. O documento que a própria empresa exige que o consumidor assine não corresponde ao que de fato ocorre na prática.

Depois que perdi o equipamento, tentei resolver a situação por mais de uma hora com a equipe do parque, falando com os funcionários Piu e Chai Koller. Pedi para entrar na casa de máquinas para verificar se o pé de pato estava visível. Pedi para acessar a área reservada a fotógrafos, que tem visão privilegiada da piscina, para ver se o equipamento havia voltado a boiar na água. Pedi ajuda do guarda-vidas para isso também. Todos os pedidos foram negados, sem nenhuma justificativa além de "não temos como fazer nada".

Nenhum protocolo de ocorrência foi gerado no momento. O site de achados e perdidos do parque estava com falha técnica, segundo a própria funcionária que me atendeu, que disse que estavam trocando de sistema. Só consegui gerar o protocolo no dia seguinte, sob o número *****.

Vim de Joinville. São quase três horas de viagem só de ida. Saí do parque sem meu equipamento, sem solução e sem qualquer protocolo no momento, depois de mais de uma hora tentando resolver algo que era responsabilidade deles.

O que eu quero: devolução do par de nadadeiras Kpaloa em até 2 dias úteis, com envio pelos Correios por conta do parque para o meu endereço, já que não vou me deslocar até Garopaba para buscar algo que se perdeu por falha estrutural deles. Se não acharem, e como eles mesmos já admitiram que é impossível resgatar, ressarcimento de R$ 800,00 no mesmo prazo. E que o parque instale proteção e sinalização adequada nesses vãos, para que nenhum outro consumidor passe pela mesma situação, podendo perder algo de valor muito maior do que o meu.

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Consideração final do consumidor

24/06/2026 às 09:31

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Voltaria a fazer negócio

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Nota do atendimento

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