Erro E21 recorrente na Lava e Seca Midea, troca de peça que não resolveu e descaso total da SYSTEC no pós-venda

Não respondida
Uberlândia - MG
13/07/2026 às 16:50
ID: 253802029
Erro E21 recorrente na Lava e Seca Midea, troca de peça que não resolveu e descaso total da SYSTEC no pós-venda
Texto da reclamação:
Venho registrar minha total insatisfação com a SYSTEC, empresa que se apresenta como a maior rede especializada em conserto de lava e seca. O que tive foi
diagnóstico equivocado, cobrança por serviço que não resolveu, e um pós-venda que simplesmente ignora o cliente.
Tenho uma Lava e Seca Midea MA200 e desde janeiro venho lidando com o mesmo defeito, o Erro E21 (falha na drenagem e centrifugação, com porta travada). O
histórico abaixo mostra o tamanho do prejuízo e do desgaste:
Janeiro de 2026 (primeiro atendimento): No dia 10/01 acionei a empresa pela primeira vez. O técnico veio no mesmo dia, passou orçamento inicial de R$
1.340,00 e, após negociação, fechamos em R$ 800,00. O serviço foi finalizado apenas na semana seguinte, depois de várias cobranças minhas por horário de
retorno. Ordem de Serviço 52110. Já no primeiro ciclo de lavagem com secagem após o conserto, a máquina apresentou novo erro. Precisei acionar a empresa
novamente, com técnico faltando ao agendamento e novas cobranças de minha parte para conseguir uma segunda visita.
Julho de 2026 (o mesmo defeito voltou): No dia 06/07 informei que o problema tinha retornado. Na primeira resposta a empresa tentou empurrar a questão da
garantia, dizendo que "provavelmente já está fora". Deixei claro que, em garantia ou não, o que eu queria era uma solução, já que o defeito é exatamente o
mesmo do atendimento anterior.
Quarta-feira, 08/07/2026: O técnico foi remarcado para o período da manhã. Não apareceu. A empresa só me deu satisfação por volta das 15h30, quando
admitiu que o técnico "não tinha comparecido e não avisou". Ele acabou vindo no fim da tarde, disse que o problema era a bomba de drenagem, fez a troca e
cobrou R$ 380,00. Paguei. Ordem de Serviço 9031.
Quinta-feira, 09/07/2026: Menos de 24 horas depois, no primeiro ciclo, a máquina apresentou exatamente o mesmo Erro E21. Ou seja, o diagnóstico do técnico
estava errado e a peça trocada não resolveu absolutamente nada. Já nesse mesmo dia comecei a acionar a empresa e enviei vídeos comprovando o problema.
Sexta-feira, 10/07/2026: Depois de eu insistir, a atendente reconheceu por escrito que "apenas substituir a bomba não está resolvendo o problema" e
prometeu enviar outro técnico com apoio do supervisor. Ficou combinado para segunda-feira, 13/07, com confirmação de horário na véspera.
Segunda-feira, 13/07/2026 (hoje): Reorganizei minha agenda de trabalho para ficar em casa aguardando. Comecei cobrando previsão às 8h53. A empresa só
respondeu às 10h. Cobrei de novo às 11h. A resposta foi que o técnico não estava respondendo e que eu deveria "solicitar a previsão direto com ele", ou
seja, fazer o trabalho da própria empresa. Deixei claro que não iria implorar para o técnico aparecer. Às 11h51 me informaram que a visita seria no
"período da tarde". Cobrei previsão às 13h33, 14h54 e 15h44. A partir das 11h da manhã a atendente simplesmente parou de responder. Liguei, não atendem.
Passou o dia inteiro, e nem técnico, nem supervisor, nem retorno.
Somando os atendimentos de janeiro e julho, já paguei R$ 1.180,00 em consertos para o mesmo defeito, e a máquina continua parada. Estou há mais de 5 dias
sem poder usar um bem essencial da minha casa, perdi um dia inteiro de trabalho esperando um profissional que não veio, e a empresa se recusa a dar
qualquer devolutiva.
Quero deixar claros os meus pedidos:
1. Solução técnica definitiva do defeito, sem qualquer custo adicional, já que o serviço de 08/07 foi cobrado e não resolveu o problema, configurando
falha na prestação do serviço nos termos do art. 20 do Código de Defesa do Consumidor.
2. Alternativamente, restituição integral do valor de R$ 380,00 pago pela troca da bomba, peça que se mostrou desnecessária ou insuficiente para sanar o
defeito diagnosticado.
3. Retorno formal em prazo máximo de 48 horas.
Não aceito mais promessas vazias, novos agendamentos furados nem tentativa de me empurrar novo orçamento para cobrir erro de diagnóstico da própria
empresa. Caso não haja solução por este canal, seguirei com registro no Procon e ação no Juizado Especial Cível pleiteando, além da devolução dos valores,
indenização por danos morais pelo tempo prolongado de privação do bem e pelo descaso reiterado.