Superfaturamento de peças, [Editado pelo Reclame Aqui] promessa de desconto e vício no serviço (barulho persiste)

Não respondida
Brasília - DF
25/06/2026 às 18:26
ID: 252365947
Gostaria de registrar minha total indignação com o atendimento e a política de preços da TAG Pneus. No dia 23/06/2026, retornei à oficina para solucionar problemas de trepidação e um barulho na suspensão dianteira que persistiam após um serviço realizado em maio (onde já havia pago R$ 617,68 de mão de obra).
Neste segundo atendimento, o estabelecimento realizou reparos que totalizaram R$ 2.400,00 pagos no cartão de crédito, sendo R$ 1.640,01 em peças e R$ 759,99 em mão de obra. A empresa alegou que o valor das peças já continha um 'desconto generoso' de R$ 1.116,40.
Ocorre que, ao analisar a Nota Fiscal em casa, notei valores bizarros e totalmente fora da realidade de mercado, como a cobrança de R$ 782,04 por CADA tambor de freio traseiro (um par de marcas de ponta custa cerca de R$ 300,00 no varejo).
Ao questionar a empresa pelo WhatsApp, o setor de Pós-Venda me enviou uma mensagem com os supostos 'valores efetivos' praticados por eles, afirmando por escrito que o par de tambores custava R$ 582,00 e o cilindro de roda R$ 85,00 cada. Pois bem: ao somar todos os valores da tabela oficial que o próprio pós-venda me mandou, o total de peças dá R$ 1.572,53.
Ou seja, o valor que eu efetivamente paguei (R$ 1.640,01) já é o valor cheio e superfaturado. O desconto de R$ 1.116,40 lançado na nota foi uma simulação/maquiagem para ludibriar o consumidor, violando o Artigo 39, V do CDC. Uma total falta de transparência.
Para piorar a situação, ao sair da oficina, notei que o barulho na suspensão continua exatamente igual. Paguei caro por duas mãos de obra e o carro continua com defeito (vício na prestação de serviço, Art. 20 do CDC).
Ao confrontar o gerente Hugo Cesar com os cálculos exatos, a resposta da empresa foi de que 'está tudo dentro da normalidade' e se recusaram a fazer o estorno amigável da diferença cobrada a mais.
Exijo o estorno parcial imediato dos valores abusivos cobrados nas peças e a devolução da mão de obra do serviço que não foi resolutivo. O caso também está sendo protocolado formalmente junto ao PROCON."