Pacote Contratado - Transfer e Hotel NÃO pago pela agência!

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São Paulo - SP

16/12/2015 às 13:08

ID: 15911516

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Resumo: Contratamos um pacote de lua-de-mel para Cuba, pagando tudo anteriormente (transfers e hotéis). Lá chegando, dois transfers não foram contratados, bem como o primeiro hotel não estava pago. Ainda durante a viagem, a agência deixou de responder e-mails, mensagens no celular e atender às ligações realizadas. Em nosso retorno, permanecem sem comunicação, não atendendo/respondendo às nossas tentativas de contato. Prejuízo aproximado (uma vez que a fatura do cartão de crédito ainda não está fechada) de R$6.*******,00 + Danos morais pelos problemas causados em nossa viagem.



Histórico Completo: Em 15.04.*******, após contato inicial realizado na agência física - diretamente com Letícia Meneguetti (indicação de amigos), e diversas trocas de e-mails, fechamos Pacote para nossa Lua-de-Mel, que seria realizada em Cuba (destino Havana, Cayo Largo e Varadero) entre os dias 23.11 e 03.12.*******. Nesta data (15.04), enviamos todos nossos dados, bem como cartões de crédito para que, em parcelas (já quase finalizadas), fosse paga toda a viagem (transfers e hotéis).

Durante este período - entre o fechamento do pacote e o dia de nossa viagem -, conversamos poucas vezes com a agência, a fim de tirar dúvidas, bem como em relação ao envio de nosso contrato. Pontuamos que, inicialmente, os contatos eram mais rápidos e diretos de ambas as partes, o que diminuiu com o passar do tempo.

Próxima a data da viagem, passamos a trocar e-mails devido a preocupação com horários e vouchers. Embora solicitássemos pelos correios eletrônicos que as mesmas realizassem contato, uma vez que não atendiam aos telefonemas realizados, as respostas sempre vinham por e-mail.

Dias antes de nossa viagem, fomos informados que ainda não estava certo o horário do nosso vôo. Tal questão não nos preocupou, pois já havíamos sidos informados de que isto poderia acontecer, pois não se trata de um controle da agência. Enviaram-nos, então, nossos vouchers para viagem no dia 23.11, porém, no dia 22.11, Talita Miranda entrou em contato informando que, devido a problemas no vôo que realizaríamos entre Havana e Cayo Largo, a data de nossa viagem deveria ser alterada. Como estávamos de férias, concordamos com a alteração, e em nome de tal transtorno, foi nos oferecido um dia a mais em Cayo Largo ou Varadero, sendo que optamos por Varadero. Mudou-se então a data da viagem de 23.11 a 03.12, para 25.11 com retorno previsto em 06.12.******* - mantendo os destinos Havana (25.11 a 29.11), Cayo Largo (29.11 a 02.12) e Varadero (02.12 a 06.12).

Seguimos, então, para nossa viagem. Quando chegamos em Cuba, a equipe que estava responsável pelo nosso transfer nos informou que nosso nome não constava em sua lista, porém, em contato com o Hotel de Havana, confirmaram que nossas reservas estavam feitas. Novamente, nos mantivemos tranquilos, pois a agência já havia nos alertado que as empresas de transfer em Cuba não são muito organizadas, e que talvez isto aconteceria, mas que deveríamos pegar taxi - caso acontecesse - e solicitar recibo para que fosse realizado o reembolso. Assim fizemos, chegando no Hotel Meliá Habana, por volta das 11h30 de 25.11.*******.

Já no Hotel, no momento em que fomos fazer o Check-in, fomos informados de que havia reservas em nosso nome, mas que deveríamos PAGAR pelas diárias, que ainda NÃO HAVIAM SIDO PAGAS. Buscamos explicar que tudo havia sido pago no Brasil, porém os mesmos não encontraram comprovantes de tal pagamento.

Entramos, então, em contato, por telefone com Talita Miranda (com quem estávamos falando pelo aplicativo WhatsApp até a data do vôo). Inicialmente, Talita não atendeu a ligação, o que nos fez ligar para outro número do qual ela já havia nos ligado anteriormente. Neste número, uma pessoa nos atendeu, confirmando o celular de Talita. Novamente ligamos, e, desta vez, Talita nos atendeu, dizendo que entraria em contato com a Operadora que teria pago o Hotel para entender o que estava acontecendo.

Mais tarde, novamente entramos em contato. A ligação estava falha e Talita pouco respondia. Conseguimos, então, contato com a agência. Neste contato, fomos informados que devido as alterações de vôo, a operadora ainda não havia repassado os valores ao hotel, mas que poderíamos pagar tudo e seríamos reembolsados. Pontuamos que não tínhamos condições de pagar pelas diárias, pois - seguindo orientações delas - havíamos levado pouco dinheiro, uma vez que dois dos hotéis eram com todas as refeições incluídas. Além disso, também segundo orientações da agência, Cuba dificilmente aceitaria cartões de crédito - sendo assim, não nos preocupamos em aumentar o limite dos nossos, nem liberar crédito ou débito para transações internacionais. Novamente, ficaram de conversar com a operadora para resolver a questão.

Contratamos, então, internet no hotel, buscando economizar (apenas nas ligações feitas já havíamos gasto cerca de 42 CUCs (moeda cubana equivalente ao Euro). Pelo WhatsApp, concordamos que seria depositado o valor de uma diária em minha conta, e nós tentaríamos passar o débito ou crédito. E assim foi feito. Elas depositaram e conseguimos passar o valor no débito de um de nossos cartões.

Problema resolvido até aquele momento. Importante ressaltar que chegamos às 11h30 e só conseguimos resolver tal questão próximo às 16h00, quando, enfim entramos no quarto e pudemos almoçar.

Ainda por mensagem de celular, enviamos todos os comprovantes de pagamento, e Talita buscou nos tranquilizar, afirmando que tudo seria reembolsado e que no outro dia as demais diárias já estariam pagas, antes do horário de check-out (12h00). Pudemos, então, aproveitar o fim do dia, mas ainda apreensivos quanto aos próximos dias, e por isto, evitando ao máximo gastos desnecessários.

Eis que no dia seguinte, 26.11, quando buscamos nos informar se o pagamento já havia ocorrido, após insistentes mensagens, fomos informados que estavam tentando desbloqueio do cartão (delas) junto ao banco, para que pudessem enviar os dados para o hotel e então efetivar pagamento, mas que isto não aconteceria imediatamente. Mais uma vez ponderaram que poderíamos passar nosso cartão e seríamos reembolsados. Pontuamos que tentamos contato com o Brasil para desbloqueio e aumento de limite, mas que apenas conseguimos gastar mais dinheiro em ligações. Ponderamos que havia apenas mais uma hora para check-out e que precisávamos de tudo resolvido, se não teríamos que deixar o hotel. Mais uma vez solicitaram que fizéssemos o pagamento e então eles reembolsariam.

Concordei em fazer o pagamento no débito, após os mesmos depositarem o valor das diárias em minha conta. Neste momento, Talita deixou de responder pelo WhatsApp. Por estar próximo ao horário de check-out, arrumamos nossas coisas e nos dirigimos a recepção, que não permitiu que fizéssemos o check-out, informando que a agência havia enviado e-mail com um cartão de crédito, mas que agora deveriam enviar um formulário. Tentamos contato com agência por WhatsApp, sem sucesso. Enviamos, então, e-mail, em que nos responderam que havia acabado bateria do celular e que não haviam recebido e-mail do hotel. Permanecemos a tarde buscando fazer a mediação entre hotel e agência, informando a ambos quando havia sido enviado e-mail. Próximo às 18h, o hotel nos informou que além do formulário já enviado pela agência, era necessário assinatura no cartão. Tentamos contato com agência por WhatsApp e e-mail, sem sucesso.

O hotel, então, nos autorizou a passar aquela noite no local, sem pagar, confiando de que o pagamento seria realizado no dia seguinte. Nos orientaram ainda a buscar aproveitar a viagem, e então, saímos a noite, mas, mais uma vez, evitando gastos, uma vez que não tínhamos certezas sobre o resto de nossa viagem.

No dia seguinte (27.11), recebemos e-mail da agência informando que não poderiam enviar o cartão assinado, pois o mesmo não era deles, e sim da irmã de uma delas, que por ser comissária de bordo, estava incomunicável no momento.

Mais uma vez, solicitamos depósito em conta para que realizássemos o pagamento no hotel, sendo que fomos informadas que o mesmo já havia sido agendado, mas que a compensação não seria imediata por se tratar de outro banco.

Percebendo, então, que mais uma vez não teríamos este valor depositado, buscamos ajuda de familiares no Brasil, que realizaram, rapidamente, o desbloqueio do cartão de crédito, entrando em contato com o hotel, e realizando o pagamento com o envio do cartão e dos formulários exigidos.

Informamos a agência sobre o pagamento por meio do cartão de minha irmã, e pontuamos ainda que, em contato com a empresa que realiza os transfers, obtivemos a informação de que o trajeto da última cidade (Varadero) para o aeroporto (Havana) no dia de nossa volta ao Brasil (06.12) não estava agendado/pago. Solicitamos que resolvessem tal questão, pois este gasto também não estava em nossos planos.

Visando nossa segurança, entramos em contato com os outros hotéis, confirmando que tudo estava pago e que não teríamos mais gastos não planejados (além do transfer em questão).

Após dias sem retorno aos nossos contatos, recebemos e-mail de outra pessoa da agência, Diego Miranda, buscando mais detalhes sobre o problema com transfer, bem como solicitando comprovantes para reembolso. Respondemos ao e-mail, explicando sobre o transfer e que enviaríamos foto dos comprovantes. Mais uma vez, não obtivemos respostas.

Durante todo o período, minha irmã buscou realizar contato telefônico com a agência, ligando para todos os telefones possíveis (celular da Talita, e números da agência passados por elas). Todas as tentativas não tiveram sucesso.

Em nosso retorno, enviamos e-mail com foto de todos os gastos, bem como planilha explicativa de tudo, solicitando resposta em cinco dias. Porém, mais uma vez, não tivemos retorno.

Na data de hoje (16.12), conseguimos contato no celular de Talita Miranda, porém, ao nos identificar, a mesma solicitou um minuto, permanecendo em silêncio e desligando o telefone, que, até o momento, permanece desligado.



Importante ressaltar que, além do prejuízo financeiro com os gastos não planejados - transfers, hotel, ligações e internet -, tivemos ainda nossa lua-de-mel prejudicada no âmbito emocional, pois embora tenhamos levado dinheiro a mais do que o proposto por elas (visando aproveitamento integral da viagem), tivemos que poupar todos os gastos, evitando passeios e compras, por não sabermos o que nos esperava a cada dia.

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