Atendimento inadequado e desrespeitoso à criança autista e responsável no Circo de Brincar

Reclamação não resolvida

Não resolvido

Reclamar dessa empresa

Rio de Janeiro - RJ

23/01/2026 às 08:55

ID: 238577767

Prezados,

Venho por meio desta registrar reclamação formal referente à conduta extremamente inadequada da recepção do espaço infantil Circo de Brincar, localizado na Taquara Plaza, ocorrida em 20/01/2026, envolvendo meu filho Pedro Davi, criança autista (PCD).

No momento do atendimento, questionei a regra apresentada, o que é um direito legítimo do consumidor. Contudo, a forma como a recepcionista conduziu a situação foi desrespeitosa, ríspida e constrangedora, demonstrando total despreparo para lidar com o público, especialmente com famílias atí[Editado pelo Reclame Aqui].

Além da postura inadequada, ocorreram os seguintes fatos, que considero inadmissíveis:

Ao solicitar o nome da recepcionista, a mesma se recusou a informar, contrariando princípios básicos de transparência no atendimento ao consumidor;

Ao devolver o documento do meu filho, a funcionária jogou o documento sobre o balcão, em atitude claramente desrespeitosa;

A funcionária afirmou que eu poderia reclamar com a gerente, informando que o nome da gerente seria Cintia, de forma irônica e provocativa;

Ao término do uso do estabelecimento, a recepção não abriu a porta para minha saída com meu filho, sendo necessário que eu solicitasse a abertura;

Quando finalmente abriu a porta, a funcionária o fez de maneira rude, com visível revolta, agravando ainda mais a situação.

Ressalto que o próprio estabelecimento mantém regulamento escrito e visível, informando que crianças com necessidades especiais (PCDs) devem permanecer acompanhadas por responsável maior de 18 anos durante todo o tempo, regra que em nenhum momento me neguei a cumprir. O problema não foi a norma, mas sim a conduta da funcionária, que extrapolou todos os limites do atendimento aceitável.

Tal comportamento é incompatível com um ambiente familiar, viola o respeito ao consumidor e afronta os princípios da Lei Brasileira de Inclusão (Lei n 13.146/2015), que assegura tratamento digno às pessoas com deficiência e suas famílias.

Diante do exposto, solicito:

Providências imediatas quanto à conduta da funcionária, inclusive apuração dos fatos;

Posicionamento formal da administração do shopping;

Garantia de que situações como essa não voltem a ocorrer com nenhuma família.

Meu objetivo não é conflito, mas respeito, preparo no atendimento e um ambiente verdadeiramente inclusivo.

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Consideração final do consumidor

24/04/2026 às 17:42

Funcionária péssima.

O problema foi resolvido?

Reclamação não resolvida

Não resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

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