Serviço de transição de carreira insatisfatório e falta de suporte da Thomas Case

Não resolvido
Porto Alegre - RS
18/08/2025 às 11:52
ID: 224767869
Gostaria de compartilhar minha experiência com a empresa Thomas Case, consultoria especializada em recursos humanos e transição de carreira para executivos.
Contratei os serviços da empresa em 2021, com o objetivo de realizar uma transição profissional e conquistar uma nova oportunidade no mercado. No entanto, o serviço contratado nunca foi entregue conforme o esperado, nem de acordo com o que estava estabelecido em contrato.
Durante a execução do projeto, houve diversas divergências, além da ausência de comprovações claras de que ações importantes como busca ativa de oportunidades e networking com o mercado estavam de fato sendo realizadas de maneira estratégica e consistente, considerando meu perfil e meus objetivos profissionais.
Mesmo após mais de sete meses expressando minha insatisfação com a condução do trabalho, a empresa não demonstrou abertura para diálogo ou tentativa de solucionar os problemas apontados. Pelo contrário: manteve-se inerte, com pouca ou nenhuma preocupação em reverter a má experiência proporcionada.
Além disso, passei a ser insistentemente pressionado pela empresa para remover publicações em redes sociais, nas quais eu relatava, de forma legítima, minha experiência negativa com o projeto. Após esse assédio, concordei em remover os relatos com a condição de que a Thomas Case prestasse o serviço adequadamente a um ex-colega de trabalho, que também estava em transição de carreira.
Deixei claro que era fundamental evitar os mesmos erros cometidos anteriormente, e pedi que fossem realizadas reuniões periódicas com esse colega, para garantir transparência no andamento do projeto e permitir sua participação ativa no processo.
No entanto, mais uma vez a empresa falhou: houve falta de retorno sobre as oportunidades, alinhamento inadequado com o perfil das vagas observadas e ausência de comunicação regular sobre as ações realizadas.
Diante de tudo isso, classifico o serviço prestado pela Thomas Case como muito insatisfatório e, com base na minha experiência, não recomendo a contratação da empresa para quem busca um processo sério de transição de carreira ou recolocação profissional.
Sugiro que os interessados busquem outras consultorias, mais comprometidas com resultados, respeito ao cliente e transparência no processo. A contratação da Thomas Case, na minha visão, tende a gerar apenas frustração, estresse e perda de tempo.
Espero que este relato ajude outras pessoas a tomarem uma decisão mais consciente ao escolherem a empresa responsável por acompanhá-las em um momento tão importante da carreira.
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Resposta da empresa
26/08/2025 às 09:49
Prezado Sr. Tiago Capulo,
Cumpre-nos esclarecer que o contrato firmado com V. Sa. teve início em set/******* e término em jun/*******, ou seja, há mais de três anos, estando, portanto, prescrita qualquer reclamação relacionada ao referido vínculo contratual.
Além da prescrição, reforçamos que todos os serviços acordados foram efetivamente prestados por nossos consultores, dentro dos parâmetros estabelecidos no contrato. Importante destacar que se trata de obrigação de meio, e não de resultado, ou seja, a Thomas Case compromete-se a empregar sua metodologia e expertise técnica para assessorar o cliente em sua transição de carreira, sem garantir recolocação profissional ou número específico de entrevistas, conforme claramente informado no instrumento contratual.
Ressaltamos, ainda, que V. Sa. não possui legitimidade para apresentar reclamações ou manifestações públicas em nome de terceiros, especialmente sobre serviços que não foram contratados ou utilizados por si.
Diante disso, rechaçamos as alegações e o conteúdo publicado na plataforma Reclame Aqui, que não condizem com a realidade dos fatos, tampouco com a conduta ética adotada por nossa empresa, que ao longo de mais de 48 anos de atuação no segmento tem pautado no respeito, responsabilidade e compromisso com seus clientes.
Por fim, solicitamos a exclusão imediata e definitiva da referida reclamação, por entender que se trata de manifestação infundada, inverídica e prejudicial à imagem da empresa. Caso contrário, nos reservamos ao direito de adotar as medidas legais cabíveis para resguardar nossa reputação e prevenir novos danos.
Permanecemos à disposição para esclarecimentos.
Atenciosamente,
Equipe Thomas Case
Réplica do consumidor
27/08/2025 às 21:17
Prezado(s),
Recebi com surpresa a resposta apresentada pela Thomas Case, uma vez que, em nenhum momento, a empresa demonstrou disposição em reconhecer as falhas apontadas ou apresentar medidas efetivas de reparação.
Em primeiro lugar, a alegação de prescrição não afasta a realidade dos fatos narrados, tampouco o direito do consumidor em expor publicamente sua experiência com serviços contratados que não atenderam às expectativas legítimas geradas pelo próprio fornecedor. O Código de Defesa do Consumidor garante o direito à informação clara, à transparência e, sobretudo, à liberdade de manifestação sobre a qualidade do serviço prestado. A tentativa de silenciar críticas legítimas através de ameaças jurídicas só reforça o desprezo da empresa pelo diálogo construtivo e pelo respeito ao cliente.
No tocante à execução contratual, não procede a afirmação de que todos os serviços foram prestados. Os elementos relatados evidenciam a ausência de comprovação de entregas concretas, bem como falhas graves de comunicação, alinhamento de perfil e transparência quanto às ações supostamente realizadas. Ainda que se trate de obrigação de meio, não se pode confundir tal natureza com uma licença para a inércia ou prestação ineficaz, especialmente em se tratando de um serviço de alto valor agregado e que lida com expectativas profissionais cruciais para o cliente.
Sobre a acusação de ilegitimidade para relatar experiência de terceiros, cumpre destacar que o relato refere-se também a uma situação na qual a própria empresa, por iniciativa própria, aceitou direcionar esforços a um colega, no contexto de tratativas mantidas diretamente com a Thomas Case. Portanto, trata-se de fato diretamente vinculado à minha experiência e que reforça a reincidência de falhas já observadas no atendimento inicial.
Os fatos que relatei independem de tempo, pois tratam de uma relação de consumo que ocorreu efetivamente entre as partes e, como citei diversas vezes, os problemas foram de execução do serviço prestado e não de atingimento de objetivos pessoais que eu tinha em razão do processo de recolocação. Os problemas estão vastamente documentados em e-mails e poderão servir de prova em qualquer ação judicial que eventualmente seja movida.
Quanto à imagem da empresa, nada tenho a fazer, pois estou simplesmente relatando uma experiência concreta neste canal de reclamação, fornecendo uma informação clara, objetiva e que tenho documentos e provas para atestá-la, se necessário for, em juízo.
Sobre a legitimidade de questionar contrato de um terceiro, reafirmo que sim, tenho legitimidade e meus advogados corroboram este entendimento pois esse contrato foi fruto de um acordo direto com a própria Thomas Case, realizado justamente para sanear os erros do projeto anterior, conduzido de maneira precária e em total desconformidade com o contrato original. Logo, o contrato firmado com essa pessoa está intimamente ligado à prestação de serviços contratada por mim e não pode ser desassociado do contexto global do litígio.
A empresa pode rechaçar o quanto quiser as informações aqui expostas, contudo, contra fatos documentados não existem argumentos. Todas as reclamações que destaco foram formalizadas repetidas vezes por e-mail a representantes da Thomas Case e foram sistematicamente ignoradas, resultando inicialmente em um acordo e, posteriormente, na repetição dos mesmos problemas face ao que foi contratado.
Por fim, reitero que minha manifestação não é inverídica nem infundada: ela traduz, de forma objetiva e documentada, uma experiência frustrante, desgastante e marcada pela ausência de transparência e compromisso real da empresa. O que é prejudicial à imagem da Thomas Case não é o meu relato, mas sim a conduta reiterada de desconsideração às queixas de clientes, postura que contraria a ética e o respeito que a empresa afirma cultivar ao longo de sua trajetória.
Mantenho, portanto, integralmente meu posicionamento e minha recomendação para que consumidores em busca de transição de carreira considerem alternativas mais sérias, transparentes e comprometidas com resultados e com o respeito aos clientes.
Atenciosamente,
Réplica do consumidor
20/09/2025 às 09:35
Recebi com surpresa a resposta apresentada pela Thomas Case, uma vez que, em nenhum momento, a empresa demonstrou disposição em reconhecer as falhas apontadas ou apresentar medidas efetivas de reparação.
Em primeiro lugar, a alegação de prescrição não afasta a realidade dos fatos narrados, tampouco o direito do consumidor em expor publicamente sua experiência com serviços contratados que não atenderam às expectativas legítimas geradas pelo próprio fornecedor. O Código de Defesa do Consumidor garante o direito à informação clara, à transparência e, sobretudo, à liberdade de manifestação sobre a qualidade do serviço prestado. A tentativa de silenciar críticas legítimas através de ameaças jurídicas só reforça o desprezo da empresa pelo diálogo construtivo e pelo respeito ao cliente.
No tocante à execução contratual, não procede a afirmação de que todos os serviços foram prestados. Os elementos relatados evidenciam a ausência de comprovação de entregas concretas, bem como falhas graves de comunicação, alinhamento de perfil e transparência quanto às ações supostamente realizadas. Ainda que se trate de obrigação de meio, não se pode confundir tal natureza com uma licença para a inércia ou prestação ineficaz, especialmente em se tratando de um serviço de alto valor agregado e que lida com expectativas profissionais cruciais para o cliente.
Sobre a acusação de ilegitimidade para relatar experiência de terceiros, cumpre destacar que o relato refere-se também a uma situação na qual a própria empresa, por iniciativa própria, aceitou direcionar esforços a um colega, no contexto de tratativas mantidas diretamente com a Thomas Case. Portanto, trata-se de fato diretamente vinculado à minha experiência e que reforça a reincidência de falhas já observadas no atendimento inicial.
Os fatos que relatei independem de tempo, pois tratam de uma relação de consumo que ocorreu efetivamente entre as partes e, como citei diversas vezes, os problemas foram de execução do serviço prestado e não de atingimento de objetivos pessoais que eu tinha em razão do processo de recolocação. Os problemas estão vastamente documentados em e-mails e poderão servir de prova em qualquer ação judicial que eventualmente seja movida.
Quanto à imagem da empresa, nada tenho a fazer, pois estou simplesmente relatando uma experiência concreta neste canal de reclamação, fornecendo uma informação clara, objetiva e que tenho documentos e provas para atestá-la, se necessário for, em juízo.
Sobre a legitimidade de questionar contrato de um terceiro, reafirmo que sim, tenho legitimidade e meus advogados corroboram este entendimento pois esse contrato foi fruto de um acordo direto com a própria Thomas Case, realizado justamente para sanear os erros do projeto anterior, conduzido de maneira precária e em total desconformidade com o contrato original. Logo, o contrato firmado com essa pessoa está intimamente ligado à prestação de serviços contratada por mim e não pode ser desassociado do contexto global do litígio.
A empresa pode rechaçar o quanto quiser as informações aqui expostas, contudo, contra fatos documentados não existem argumentos. Todas as reclamações que destaco foram formalizadas repetidas vezes por e-mail a representantes da Thomas Case e foram sistematicamente ignoradas, resultando inicialmente em um acordo e, posteriormente, na repetição dos mesmos problemas face ao que foi contratado.
Por fim, reitero que minha manifestação não é inverídica nem infundada: ela traduz, de forma objetiva e documentada, uma experiência frustrante, desgastante e marcada pela ausência de transparência e compromisso real da empresa. O que é prejudicial à imagem da Thomas Case não é o meu relato, mas sim a conduta reiterada de desconsideração às queixas de clientes, postura que contraria a ética e o respeito que a empresa afirma cultivar ao longo de sua trajetória.
Mantenho, portanto, integralmente meu posicionamento e minha recomendação para que consumidores em busca de transição de carreira considerem alternativas mais sérias, transparentes e comprometidas com resultados e com o respeito aos clientes.
Atenciosamente,
Consideração final do consumidor
20/09/2025 às 09:55
Não recomendo a empresa. Não cumpriu o combinado e o nível de serviço entregue não foi compatível com o que foi vendido no momento da contratação.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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