Cobrança indevida e serviço não autorizado em alinhamento veicular

Reclamação não respondida

Não respondida

Reclamar dessa empresa

Belo Horizonte - MG

13/05/2026 às 16:48

ID: 248562363

O consumidor compareceu ao estabelecimento da Reclamada na data de *****, com o objetivo estrito de realizar o serviço de alinhamento veicular em seu automóvel (*****). Referido serviço havia sido previamente orçado e acordado pelo valor de R$ 90,00 (noventa reais).
Durante a execução do procedimento, o mecânico responsável solicitou a presença do consumidor junto ao equipamento de alinhamento. Na ocasião, o profissional apontou supostas irregularidades que demandariam serviços adicionais de "cambagem" e "caster". Ressalte-se que o ambiente da oficina apresentava elevado nível de ruído, o que prejudicou severamente a comunicação e a compreensão técnica das explicações fornecidas. O funcionário ainda teceu comentários genéricos sobre o perfil de condução dos usuários do veículo.
Posteriormente, a Reclamada alegou que o consumidor teria autorizado verbalmente a execução dos serviços extras. Tal afirmação é terminantemente negada. Não houve, em momento algum, autorização expressa, clara e formal para qualquer acréscimo ao orçamento original de R$ 90,00. O consumidor não assinou qualquer ordem de serviço complementar nem recebeu a discriminação de valores antes da suposta execução.
Ademais, causa estranheza o fato de que todo o procedimento incluindo o alinhamento original e os supostos serviços de cambagem e caster foi finalizado em um intervalo inferior a 20 (vinte) minutos. Tecnicamente, tal tempo é insuficiente para a realização precisa de intervenções de geometria de suspensão, especialmente em um veículo de fabricação recente (ano *****), que não apresentava vícios de dirigibilidade.
Ao dirigir-se ao caixa, o consumidor foi surpreendido com uma fatura no valor de R$ 1.199,00 (mil cento e noventa e nove reais). Diante da imediata contestação, o gerente da unidade ofereceu uma redução arbitrária para R$ 800,00 (oitocentos reais). Sentindo-se coagido e pressionado pela retenção do veículo e pela postura da gerência, o consumidor efetuou o pagamento sob protesto para viabilizar a retirada de seu bem.

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