Perda do teto em policarbonato, negligencia, danos materiais, falta de comunicação e descaso

Não respondida
São Paulo - SP
12/12/2025 às 19:04
ID: 234621835
No dia 31/10, após realizar alguns orçamentos com outras empresas, optei por contratar a empresa Toldos Almeida para instalação de um teto em policarbonato na minha área externa.
O motivo principal da minha escolha, mesmo pagando um valor mais alto do que outros fornecedores, foi o compromisso firme que me deram de:
prazo rápido de execução,
melhor qualidade de estrutura,
material superior,
instalação segura,
Esse prazo curto era essencial, pois eu entraria em férias e precisava do serviço concluído para organizar o apartamento, programar viagens e usar a área normalmente.
Em 11/11, após o início do serviço, ocorreu um incidente significativo envolvendo um dos colaboradores da empresa.
Durante o trabalho:
o funcionário sofreu uma descarga elétrica,
precisou de atendimento médico,
e com o curto-circuito, danificou aproximadamente 20 pisos,
danificou dois parapeitos,
queimou o interfone do condomínio.
O episódio foi grave e gerou:
risco físico ao colaborador e a mim,
risco patrimonial para mim,
e impacto direto na obra.
Mesmo diante da gravidade, não houve qualquer contato espontâneo da empresa comigo para explicar o ocorrido, apresentar plano de continuidade ou oferecer qualquer tipo de acolhimento ou assistência.
No dia seguinte ao acidente, fui eu quem precisou procurar a empresa para entender:
se o funcionário estava bem,
quando o serviço seria retomado,
a execução dos reparos danificados,
e qual seria o novo prazo de execução.
Desde esse primeiro acidente, a empresa demonstrou:
ausência completa de comunicação,
falta de senso de urgência,
nenhuma postura acolhedora,
e nenhuma iniciativa em assumir o controle da situação.
Todas as tentativas de informação, agendamento, atualização ou solução partiram exclusivamente de mim.
As respostas eram sempre vagas, desencontradas, imprecisas e sem prazos firmes.
Quem, na prática, acabava respondendo era o Charles, técnico que fez a instalação, mas sem qualquer precisão, sem resposta assertiva e sem que as informações se confirmassem.
Mesmo não sendo o gerente ou responsável legal, era ele quem tentava dar retorno ainda assim, sempre de forma insuficiente ou inconclusiva.
Durante a visita técnica inicial, questionei a equipe sobre a sustentação do teto, já que minha área é bastante ventilada.
A equipe informou que utilizariam apenas uma coluna sustentando a parte externa da estrutura.
Eu deixei claro que:
a região ventava muito,
que eu não tinha segurança com apenas uma coluna,
e que acreditava ser insuficiente para um teto daquele porte.
Mesmo assim, a equipe insistiu que uma única coluna era segura, suficiente e apropriada.
Confiei na orientação técnica, pois a empresa é responsável por garantir segurança, cálculos estruturais e dimensionamento adequado.
Após o acidente do dia 11/11, ficou acordado que a empresa:
substituiria os 20 pisos danificados,
corrigiria os dois parapeitos quebrados,
substituiria o interfone queimado
e realizaria os ajustes necessários.
Chegaram a:
ir ao local,
medir o piso,
levar amostras do material,
medir o parapeito,
e registrar as medidas.
Porém, nunca marcaram data, nunca enviaram cronograma e nunca mais mencionaram esses reparos, apesar das inúmeras cobranças.
O interfone também foi danificado no acidente inicial.
A empresa demorou 16 dias sem apresentar solução concreta ou alternativa viável.
Quando finalmente tentaram negociar, ofereceram um valor que não cobria o reparo real (menos da metade).
Após reiteradas notificações minhas, informei:
que autorizaria o reparo,
pagaria,
e que o valor seria abatido do total devido à empresa.
Fiz o conserto do interfone por conta própria, após a falta de resposta efetiva da empresa.
No dia 10/12, por volta das 09h30, iniciou um novo problema muito mais sério, a estrutura começou a soltar com o vento e avisei prontamente a empresa, as mensagens foram visualizadas, mas ninguém me respondeu por mais de 30 a 35 minutos, mesmo diante do risco iminente de desabamento.
A empresa só se manifestou muito depois, dizendo que enviariam equipe equipe essa que estava em outra cidade, de a previsão de chegada era por volta de 13h.
Quando a equipe finalmente chegou e começou a verificar o problema, o vento arrancou completamente o policarbonato e toda parte externa do teto, levando a estrutura por cima dos trabalhadores, colocando todos em risco real.
Nesse momento:
houve perda total da cobertura,
houve risco à integridade física de todos ali,
houve queda e deslocamento de peças,
e houve exposição da área e insegurança total.
quebra do telhado da vizinha onde o teto caiu.
Mesmo após esse acidente grave, envolvendo uma estrutura grande voando durante o trabalho da própria equipe, a empresa (gerente e encarregado) não enviou qualquer mensagem, assistência, nota, acompanhamento ou plano emergencial.
Mais uma vez, somente o Charles tentou contato mas sem respostas concretas e sem qualquer capacidade decisória.
Situação atual
Hoje:
Estou sem teto,
sem reparos do piso e parapeito,
sem comunicação adequada,
sem prazo,
sem plano de solução,
com riscos estruturais na outra cobertura,
e com a empresa prestes a entrar em recesso, informação que não me foi comunicada oficialmente soube por terceiros.
Estou há mais de um mês convivendo com:
atraso,
descaso,
omissão,
falta de acolhimento,
danos materiais,
riscos físicos,
prejuízo financeiro,
e insegurança dentro da minha própria casa.
Diante da total ausência de resposta e considerando que se tratava de um item essencial de segurança condominial, eu também precisei custear o conserto, informando desde cedo que da mesma forma que com o meu interfone interno o valor seria abatido do total devido à empresa, já que o dano decorreu diretamente da ação dos colaboradores durante o acidente.