Facções no Turismo

Não respondida
Belo Horizonte - MG
29/07/2025 às 00:15
ID: 223210661
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesNão há policiamento comunitário nem educação turística com unidades de policiamento pacificadoras em consonância programas sociais. Principalmente o Nordeste (Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe).
Não há rastreio do dinheiro sujo por meio do COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). As empresas privadas poderiam denunciar ativamente as atividades suspeitas. Há conluio com polícias que deveriam combater as facções está fortalecendo-as cada vez mais. Os estados do Rio de Janeiro, Bahia, Mato Grosso do Sul, Goiás e Espírito Santo estão com muitas organizações [Editado pelo Reclame Aqui] que não podem ser punidas porque não há bloqueio de toda a movimentação financeira, lavagem de dinheiro, corrupção com empresas públicas e privadas, nem combate ao tráfico de entorpecentes, armas, produtos ilícitos, suplementos adulterados, remédios, etc. As empresas estão pagando taxas de proteção para as facções [Editado pelo Reclame Aqui].
Não entendemos porque não pode haver combate efetivo sobre policiais e políticos corruptos que possibilitam o tráfico e favorecem as organizações [Editado pelo Reclame Aqui] com lavagem de dinheiro, etc. As polícias não se comunicam e há muita fragmentação (polícia federal, polícias civis, polícia estaduais, polícia de turismo) tudo sem coordenação. Não há força-tarefa integradas de fiscalização das fronteiras a fim de interromper [Editado pelo Reclame Aqui] transfronteiriços (como envio de armas, drogas, contrabando, produtos adulterados, etc). Deveria ter policiamento específico para o turismo, faltam parcerias público-privadas com hotéis, bancos, companhias aéreas a fim de verificarem atividades suspeitas e combate à lavagem de dinheiro. Não há regulação de pagamentos de criptos. O medo de retaliação silencia moradores/turistas e as testemunhas ficam sob constantes ameaças quando não são eliminadas. A segurança pública nas zonas turísticas do Brasil deveriam ser federalizadas. Falta implantar tropas da Força Nacional durante as temporadas de pico de turismo. Não há investigação do caminho do dinheiro. Não há bloqueio de bens das empresas que pagam taxas de proteção usando leis antimáfia. Não há foco na prevenção contra o [Editado pelo Reclame Aqui] antes que ele afete os turistas. Não há responsabilidade do setor de turismo (multas para hotéis que não denunciam extorsão).
O Brasil deveria priorizar um comando centralizado para a segurança dos turistas, não há recuperação de ativos dos [Editado pelo Reclame Aqui].