Bengala vazando e retrovisor entortando sozinho

Em réplica
São Paulo - SP
06/03/2026 às 17:29
ID: 242544613
Levei minha Scrambler 400 três vezes à concessionária solicitando reparo ou troca de peças com problema: o retrovisor muda de posição sozinho com o vento acima de 100 km/h e a bengala direita apresenta marcas indicando possível vazamento de óleo. Sobre o retrovisor, informaram que a fábrica não aprovou a garantia e sugeriram que eu gravasse um vídeo rodando, o que considero perigoso. Quanto à bengala, disseram ser sujeira e não vazamento, porém apenas um lado apresenta marcas, sem explicação técnica. Até o momento nenhum reparo foi realizado. Solicito retorno e solução dos problemas apresentados. Triumph Marello Santo André.O
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Resposta da empresa
12/03/2026 às 14:22
Olá, Ricardo,
Esperamos que esteja bem!
Verificamos seu caso junto à concessionária responsável por seu atendimento, mas, não foi identificado nenhum vazamento, sendo que havia apenas excesso de sujeira, o que foi solucionado pela concessionária.
Referente ao retrovisor, também não foi identificada nenhuma anomalia dentro dos testes permitidos e velocidade permitida em vias públicas.
Atenciosamente,
Time SAC Triumph do Brasil
[email protected]
Telefone:08007272025
Réplica do consumidor
23/03/2026 às 12:22
Com relação à bengala (suspensão), não foi apresentada qualquer análise técnica devidamente fundamentada, tampouco relatório técnico que justifique a conclusão informada. Adicionalmente, observa-se que a anomalia (presença de sujeira) manifesta-se apenas em um dos lados, e não de forma simétrica em ambas as bengalas, o que reforça a necessidade de uma avaliação técnica mais aprofundada e conclusiva.
No que se refere ao retrovisor, a justificativa apresentada também não pode ser considerada adequada. O cumprimento das normas de trânsito é de responsabilidade exclusiva do condutor, não devendo ser utilizado como argumento técnico para justificar eventuais limitações ou falhas do componente. Ressalta-se, ainda, que o retrovisor deve manter sua regulagem de forma estável em condições normais de utilização, não sendo aceitável qualquer perda de ajuste.
Por fim, considerando o argumento relacionado à obrigatoriedade das leis de trânsito, cabe uma ponderação: caso essa premissa fosse aplicada de forma estrita ao produto, não seria coerente que o veículo dispusesse de velocímetro com marcações significativamente superiores aos limites legais, tampouco que haja ampla divulgação de seu desempenho em velocidades elevadas. Sob essa lógica, o próprio veículo deveria ser tecnicamente limitado a patamares compatíveis com a legislação vigente.