Tropical Tambaú Hotel - João Pessoa: Como as férias dos sonhos viraram um pesadelo

Reclamação não respondida

Não respondida

Reclamar dessa empresa

São Paulo - SP

13/10/2015 às 15:24

ID: 14986101

Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa

Ver todas Reclamações

Férias. Você sonha com os dias em que vai poder tirar uns dias de folga e fica imaginando como vai ser fazer aquela viagem, descansar, fugir do stress do dia a dia e repor suas energias. São meses de planejamento e ansiedade para a tão esperada viagem...



Mas o que eu não contava é que minha viagem dos sonhos se transformaria em um pesadelo causado pela própria agência de viagens... justamente a CVC, a agência em que confiei que iria VALORIZAR esse grande momento.



Há alguns meses, fui até a agência CVC do Hipermercado Pão de Açucar, na Avenida Prof. Francisco Morato, comprar um pacote de hospedagem em uma viagem para mim e meu marido, para João Pessoa, na Paraíba.



Nossa ideia era aproveitar este momento para comemorar nossos aniversários (o meu dia 08, o dele dia 11 e o de casamento dia 09) em um paraíso, com conforto e tranquilidade. Além disso, seria uma reunião familiar, pois minhas duas irmãs, que moram em São Carlos, também iriam, e lá encontraríamos meu irmão e sua esposa, que residem em Rondônia. Todos compraram o mesmo pacote pela CVC de suas respectivas cidades.



O atendente da CVC nos vendeu prontamente a estadia no Tropical Hotel Tambaú, indicado pela CVC como um dos melhores hotéis de João Pessoa. Acreditamos na informação e pagamos o equivalente a R$ ******* a diária do casal, por 10 dias de hospedagem.



O sonho das férias perfeitas (que ia aumentando a cada mês pagando a viagem), ruiu completamente no momento em que chegamos ao quarto do Hotel, no dia 09: encontramos um quarto com aparência de sujo, cheirando a mofo, com toalhas amareladas e um banheiro com uma pia minúscula (25 cm)., em que a água do chuveiro invade o quarto após o banho... O armário é, na verdade, uma simples prateleira, sem lugar para guardar nossos pertences e o quarto não possui, sequer, lugar para desfazermos as nossas malas.



Pensei: isso não pode ser o melhor hotel de João Pessoa e procurei o gerente, Sr Luis Leite, para buscar uma solução. O atendimento dado por ele só piorou as coisas. Foi irônico, arrogante e desrespeitoso. Seu atendimento pode ser classificado como, no mínimo, ultrajante. Ele nos disse que a acomodação comprada pela CVC era a Standard e que se quiséssemos algo melhor como a Superior, teríamos que pagar R$ ******* a mais por diária! Certamente um abuso, pois consultando pela internet, o valor da Superior é de R$ *******,00, abaixo dos R$ ******* que pagamos.



Entramos em contato com a CVC, na esperança de que a situação poderia ser resolvida, já que não eram essas as condições que tinham sido informadas. Mas o descaso persistiu... Nos responderam que o contrato especificava a suíte Standard e que nada poderia ser feito.



Me sinto enganada, traída. Confiei as minhas tão suadas e merecidas férias à CVC, que não me informou das condições do que estava me vendendo. O que eles classificam como o melhor hotel de João Pessoa é mais comparável à uma hospedagem de quinta categoria. Faço tal avaliação, comparando com uma hospedagem 3 estrelas, tipo Ibis por exemplo, que eu conheço bem e que, com um mínimo de qualidades, é muito superior em conforto, qualidade de serviço e atendimento, custando em torno de R$ ******* a diária.



Ainda estou aqui, no meu quarto dia de férias-pesadelo avaliando o que posso fazer. Uma das opções talvez seja pagar uma hospedagem digna em outro hotel e depois ter o stress de uma demanda judicial para reaver meus prejuízos. Seja como for, não há valor que pague o stress e o desgaste desses primeiros dias de férias.



Cumprindo com meu dever de cidadã, faço aqui um alerta a outros consumidores que, como eu, sonham com suas férias: fujam da CVC, e, principalmente do Tropical Hotel Tambaú em João Pessoa. Neles, os momentos que te CUSTAM muito, VALEM pouco. Ou melhor, quase nada.

Compartilhe