Problemas na mudança e cobrança de taxa de mudança

Não respondida
São Paulo - SP
04/03/2022 às 16:16
ID: 139448223
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesEu e meu irmão Ricardo Arantes somos proprietário do apartamento 125B no residência Belvedere em Bauru/SP.
Ao longo do mês de Fevereiro, decidimos programar 2 mudanças, a dele de saída, e eu realizaria o movimento de entrada, sendo a última cobrada uma taxa de 20% do salário mínimo.
Com o objetivo de seguir todas as normas exigidas pelo condomínio e administradora (Totus), no dia 18/02/22 (sexta-feira) - depois de muitas tentativas e muita espera, o Ricardo entrou em contato telefone*******, e agendou as datas com funcionária Regiane. Os dias selecionados foram 21/02/22 (segunda-feira) período da manhã (8-11hs) para a mudança de saída do Ricardo e 25/02/22 (sexta-feira) das 13-17hs com o movimento de entrada da Fernanda (com taxa de entrada).
Nessa ligação, foi mencionado que os dois movimentos (entrada e saída) seriam de proprietários.
Começando com o movimento de saída (21/02/22; segunda-feira), tivemos que compartilhar o elevador serviço com a empresa de manutenção de extintores, onde por 2 vezes precisamos e esperar o destravamento do elevador para utilização. Esse tipo de situação não deveria ocorrer, pois se existe um agendamento prévio o mesmo deveria ser respeitado não podendo ocorrer duas operações (mudança e manutenção) ao mesmo tempo, ainda mais quando se tem horários para serem respeitados (8-11 e 13-17hs). Esse tipo de situação gerou transtornos pois o horário ficou apertado para terminar a mudança no tempo correto (sujeito a advertência por parte da administradora) e consequentemente, chegasse em tempo hábil para realizar minha a entrada no outro edifício. Apenas para ficar registrado, isso deve ser revisto e a dinâmica melhorada.
Sobre o episódio do dia 25/02/22 (sexta-feira), em decorrência da mudança vir de São Paulo ela chegou por volta das 16:20 no condomínio (agendamento era das 13-17hs). Ao chegar no Residencial Belvedere e comunicar o porteiro Sergio, Ricardo foi informado que não havia autorização para minha entrada e que sem a mesma não poderia adentrar ao condomínio. Estranhei a informação, até porque, no dia 24/02/22 (quinta-feira), ligamos na Totus e confirmamos o agendamento com funcionária Luciana. Tudo foi confirmado. Informei o porteiro sobre esse ponto e o mesmo ratificou que não teria condições de autorizar. Desde então, iniciamos as tentativas de contato na Totus via o telefone. Foram várias tentativas de contato sem sucesso. O porteiro iniciou suas tentativas de falar com a totus e supervisor, mas sem sucesso. Por 20 minutos ficamos sem saber quem contatar e falar. Ricardo Solicitou contato com a zeladora, mas o porteiro informou que a mesma havia encerrado o expediente mais cedo. Após ~20 minutos (16:40), conseguimos falar na Totus. Porteiro ligou para o supervisor Henrique, e o mesmo informou que verificaria na empresa e nos retornaria sobre a situação. Ficamos mais ~20-25 minutos (17-17:05) sem respostas. O porteiro desconfortável com a situação, novamente realizou a ligação para buscar entendimento e solução com o supervisor. Henrique informou que se não tivesse autorização, não aconteceria mudança.
Ricardo conversou com supervisor Henrique na tentativa de informar sobre o ocorrido e buscar solução. Mas nada feito. Sem sucesso, sem solução e sem conseguir entrar no apto. Após 15 minutos (17:15-17:20), porteiro recebe uma ligação da funcionária Luciana e informa que a mudança não aconteceria por falta de documento e que a reserva fora cancelada
Em conversa com funcionária Luciana fomos informados que deveriamos comunicar via documento - e isso deveria ser feito presencialmente na totus - o novo inquilino. Informamos a funcionária que isso não tinha procedência, uma vez que a nova moradora era a proprietária do imóvel e que isso era um absurdo. Ricardo reforçou seu desconforto, e indignação, porém reforçou que a prioridade naquele momento era descarregar a mudança e depois resolveria a questão burocrática.
Luciana informou que conversaria com a diretora e me retornaria. Após ~15 minutos (17:30), Ricardo recebe o retorno da Luciana por telefone (primeira vez a fazer isso) se desculpando pelo ocorrido e informando que a autorização estava concedida e que poderíamos entrar no apto com a mudança, mas que antes fosse enviado o documento pessoal pelo celular.
A mudança era pequena, apenas 1 sofá e algumas caixas. Foi executada em 15-20min todo o processo e terminou por volta das 17:50hs.
Ao terminar, o supervisor Henrique chegou ao Belvedere, solicitando o preenchimento de uma ficha com os dados do novo morador.
Gostaria de relatar a minha insatisfação com o DesServiço da Totus. A totus, que assim como o condomínio, criam regras e burocracias em prol da segurança, mas que no fim, não funcionam e só atrapalham a vida dos condôminos.
Me recuso a pagar a taxa de mudança sendo que quase tive que deixar meus móveis na rua porque fui impedida de entrar no meu apartamento.
A totus, que assim como o condomínio, criam regras e burocracias em prol da segurança, mas que no fim, não funcionam e só atrapalham a vida dos condôminos. Nem em São Paulo, que é muito mais violenta, existem tantas regras bisonhas e um serviço despreparado. Em qualquer serviço prestado, a empresa busca contato com o cliente frequente, desenvolve soluções e buscam ao máximo facilitar a vida no condominio, que muitas vezes paga caro por isso. No caso da Totus, isso não se aplica. A empresa em nenhuma momento me ligou para confirmar o agendamento, para atualizar sobre o processo ou qualquer ponto relevante ou necessário. Todas as ligações e preocupação partiram do Ricardo. O cliente é obrigado a ir atrás da empresa para entender o serviço e não o contrário.
Já morei em vários condomínios em São Paulo, e inclusive o que resido hoje é tudo muito simples de resolver (eletronicamente e na portaria). Chega a ser Bizarro os processos, regras e taxas que vi no condomínio Belvedere.